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    sexta-feira, 4 de junho de 2010

    sexta-feira, 23 de abril de 2010

    Evitando Erros em um Novo Emprego

    Entre os deslizes estão atrasos, arrogância e desinteresse.
    Recém-chegados devem aprender com os erros; veja dicas.

    Os primeiros meses de um funcionário dentro da empresa são o período em que o novato está sob maior observação pelo empregador – é nessa hora que os chefes avaliam se fizeram uma boa escolha. De acordo com especialistas em recursos humanos, erros nesse momento inicial podem prejudicar a imagem do recém-chegado. A dica é mostrar interesse, ser flexível e, caso falhas venham a acontecer, usá-las como aprendizado para não repetir o deslize.
    “No primeiro momento na empresa, erros básicos que certamente passariam em branco em um profissional com mais tempo de casa podem resultar em uma avaliação negativa”, diz Danielle Alves, responsável pela área de recrutamento e seleção da agência Talk Interactive.
    O que um novato na empresa deve evitar:

    Desinteresse e arrogância

    Não demonstre desinteresse ou arrogância pelo trabalho. Seja paciente, ouça e peça ajuda quando não souber o que fazer.

    Falta de conhecimento

    Erros podem acontecer por falta de conhecimento sobre as políticas da empresa. Cabe à empresa oferecer treinamento, mas cabe também ao funcionário procurar saber como as coisas funcionam no novo emprego.

    Negar trabalho

    Não recuse fazer atividades alegando apenas falta de tempo ou excesso de tarefas. Indique quais são as atividades que está realizando e negocie as prioridades e prazos. Seja flexível.

    Críticas sem embasamento

    Não critique processos que não conhece e não dê sugestões sem embasamento. Procure conhecer como as coisas funcionam na empresa antes de falar algo.

    Faltas e atrasos

    Evite faltas, atrasos e saídas do período de trabalho, além de querer ir embora cedo. Faça o possível para não se ausentar. Cuide da saúde e saia de casa com antecedência para evitar atrasos. Resolva assuntos particulares fora do horário de trabalho.

    Formas de evitar

    Muitas dessas “gafes” são comportamentais e podem ser evitadas, dizem especialistas, como chegar atrasado, querer ir embora cedo, ter má vontade, se recusar a fazer as atividades, não ser humilde ao aprender e fazer críticas sem embasamento.
    Há também casos de erros por conta de dúvidas em relação aos procedimentos da nova empresa, o que pode ser resolvido com perguntas a respeito de como as coisas funcionam na empregadora.
    “O novo empregado, mais do que os outros, deve ter a humildade e a esperteza de fazer muitas perguntas e buscar todas as informações e conhecimentos possíveis”, aconselha Angela Souza, especialista em gestão estratégica. De acordo com Angela, as pessoas tendem a ver com naturalidade os questionamentos do recém-contratado, ao contrário do que muitos pensam.
    “A postura de quem acaba de entrar numa empresa deve ser a de aprendiz, mesmo que seja um gerente. Ele deve fazer o trabalho da melhor maneira que puder, buscar e oferecer ajuda aos colegas e não tentar ser o ‘sabe-tudo’”, indica.

    O que o novato deve procurar fazer:

    Aprender com os erros

    Erros acontecem, mas devem servir como aprendizado. Erros recorrentes pegam mal e demonstram imaturidade.


    Ter atenção

    Procure ficar atento a todas as orientações que forem dadas. Anote os procedimentos e revise o que for necessário.


    Fazer amigos

    Procure não se isolar. Faça contatos e mantenha um bom relacionamento com os novos colegas.


    Regras da Empresa

    Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online, indica que cabe ao iniciante se preocupar em conhecer as regras da empresa, mas cabe também à companhia dar treinamento e orientações necessárias.
    As empresas preferem as pessoas que erram tentando fazer o melhor do que as que nunca erram porque nunca tentam nada diferente"
    Angela Souza
    A consultora lembra que muitas vezes o nervosismo e a ansiedade atrapalham o bom andamento das atividades do novo funcionário, o que reforça ainda mais a necessidade das empresas de ficarem atentas se estão oferecendo aos seus novos colaboradores o suporte necessário.
    Outro engano comum cometido por profissionais antes mesmo de conseguir uma vaga, para a especialista Angela, é fingir ser o que na verdade não é no processo de seleção. Ela diz que, em algum momento no novo trabalho, o novato precisará mostrar as qualidades e o comportamento que mostrou na entrevista. “Ninguém escapa da ‘hora da verdade’. Assim, penso que um grande erro é mentir e tentar manipular na fase de seleção”, afirma.

    Boa imagem

    Se há ações que prejudicam a imagem do novo funcionário, há atitudes que podem ser tomadas para que o profissional seja bem visto. Entre elas estão demonstrar interesse pelo trabalho e procurar ter um bom relacionamento com os colegas e com o chefe, aconselha Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br.
    A especialista Angela concorda e diz que as demissões acontecem menos por erros cometidos e mais por inadequação de perfil. Exemplos são a pessoa não apresentar as qualidades necessárias para a realização do trabalho ou não se adaptar à equipe ou ao ambiente de trabalho, cita.

    Experiência

    Normalmente, a marcação cerrada do novo profissional acontece nos primeiros três meses, o chamado período de experiência (quando a pessoa pode ser demitida sem necessidade de indenização de aviso prévio, nos casos dos contratados com carteira assinada), explica Angela. de acordo com ela, “após o período de experiência, quando se decide pela permanência da pessoa, ela pode acreditar que está se saindo bem". Veja abaixo como funciona o período de experiência.

    Período de experiência

    • O período de experiência é um contrato feito entre a empresa e o funcionário e, geralmente, é de 45 dias, renovável por mais 45. Veja abaixo os direitos do funcionário em caso de demissão nesse período:
    • Empregado demitido antes do término do período do contrato
    O que ele tem direito: Saldo de salário, 13º proporcional, férias proporcionais, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) proporcional e multa de 40% sobre o FGTS.

    • Empregado demitido no término do período do contrato
    O que ele tem direito: Saldo de salário, 13º proporcional, férias proporcionais e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) proporcional.

    • Empregado pede demissão
    O que ele tem direito: Saldo de salário e 13º proporcional.
    Fonte: advogado trabalhista Alan Balaban Sasson

    “Erros não são bem-vindos mesmo de antigos profissionais. Entretanto, quando um profissional atua há mais tempo na empresa, ao cometer um erro, seu histórico de acertos é considerado e o erro poderá ser irrelevante”, diz Daniella, da Catho Online. “Já um profissional novo na empresa ainda não criou esse histórico de resultados positivos e, por esse motivo, até erros menos graves podem prejudicá-lo”, afirma.
    É por esses motivos que os especialistas revelam que, quando for possível, o erro seja evitado nos primeiros meses – apesar de as falhas serem praticamente inevitáveis.
    Danielle diz ser importante que o profissional se adapte à cultura da empresa, procure conhecer e seguir as regras comportamentais. “Um erro seguido de inúmeros acertos e colaboração é minimizado. Em compensação um erro seguido de má vontade torna-se ainda mais visado”, sugere.
    Erros, porém, todos cometemos, lembra a especialista Angela. “As empresas preferem as pessoas que erram tentando fazer o melhor do que as que nunca erram porque nunca tentam nada diferente”, afirma. Para ela, nesses casos, os erros devem servir como aprendizagem e não ser recorrentes – o que abala a reputação de qualquer um.
    Ao cometer um erro, ela indica: assuma. “O pior dos erros é tentar escondê-los ou, pior ainda, achar culpados e não assumir a responsabilidade.”

    Créditos: G1.com

    sexta-feira, 16 de abril de 2010

    Uma Visão Atual da Autoridade Carismática nas Organizações

    Fonte: G1 (globo.com)

    O principal fator que faz o funcionário vestir a camisa da empresa é ter um bom relacionamento com o chefe e com a equipe, afirmam especialistas. Já o salário, ao contrário do que muitos podem pensar, influencia pouco na fidelidade do profissional ao empregador.
    Com o aquecimento da economia e o aumento da oferta de emprego, esses profissionais que não estão satisfeitos com a empresa tendem a não pensar duas vezes em mudar de emprego quando são chamados para uma vaga, afirma Lilian Kozlowski Wizenberg, consultora da Right Management, empresa de consultoria organizacional.
    Estudo feito pela Right Management revela que, no geral, o nível de fidelidade dos funcionários com as empresas está em crise. De acordo com a pesquisa, apenas 34% dos funcionários de organizações com mais de 50 empregados afirmam estar totalmente comprometidos, enquanto que 50% se dizem completamente sem comprometimento. O estudo avaliou aproximadamente 30 mil funcionários em 15 países.

    Gostar do chefe
    De acordo com especialistas ouvidos pelo G1, a relação do funcionário com o chefe é um dos principais fatores que prendem o profissional ao local de trabalho. “Na maior parte dos casos de demissão, as pessoas estão se demitindo do chefe e não da empresa”, disse Ruy Shiozawa, executivo da Great Place to Work Brasil, instituto que realiza pesquisas sobre as melhores empresas para se trabalhar.
    Shiozawa afirma que a maioria dos profissionais que classifica as empresas como sendo um excelente lugar para trabalhar se baseia na relação de confiança que tem com o superior imediato. 
    Para o executivo, outros dois fatores colaboram para o grau de comprometimento do funcionário com a corporação: a relação que o empregado tem com o que faz, como gostar e ter orgulho do trabalho, e a relação com o restante da equipe, que precisa ser amigável.
    “A gente se compromete com ideias, estados de emoção. A empresa é uma coisa fria. O funcionário se compromete com as ideias que os líderes passam para ele, ele se compromete com a forma que essas pessoas conduzem a empresa”, avalia o consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro.
    Ribeiro acrescenta que as pessoas se comprometem também com elas mesmas e com o que gostam de fazer e, por isso, tendem a permanecer na empresa que proporcionar esse prazer a elas.
    “O salário e a promoção não aparecem nas pesquisas como fator determinante para demonstrar o grau de satisfação dos funcionários”, diz. O executivo complementa que, apesar de a remuneração ser importante, ela não é vista como fator crucial para uma pessoa ficar ou não em uma empresa, tanto que existem pessoas que saem de um lugar para ganhar menos em outro em busca de maior satisfação pessoal e profissional.
    O estudo da Right Management revela que as práticas dos chefes que mais estimulam o comprometimento dos subordinados são reconhecer e valorizar o trabalho dos funcionários, ter capacidade de implantar novas ideias e obter sucesso. Os funcionários também desejam que a estratégia da organização seja comunicada a todos, de forma que os empregados possam ajudar no sucesso da empresa.
    Outros fatores
    Para a consultora Lilian, outros motivos que fazem um funcionário ficar insatisfeito como a empresa são não gostar do que faz, não se identificar com a cultura e idéias da empresa, falta de transparência na comunicação da instituição e falta de perspectivas de carreira dentro da companhia.
    Desânimo
    Se ter um chefe transparente, que reconhece o trabalho dos funcionários, é visto como fator crucial para os empregados vestirem a camisa da empresa, atitudes opostas a essas colaboram para espalhar o desânimo entre os colegas. “Às vezes os objetivos das empresas não estão claros. Está escrito no mural a visão e a missão da empresa, mas as pessoas não sentem aquilo na prática”, afirma Lilian.
    O consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro afirma que é o chefe quem tem que descobrir como estimular o comprometimento dos funcionários. “Um ambiente hostil, de controle, cobrança e sufocamento faz as pessoas perderem o comprometimento”. É por isso, segundo ele, que há pessoas que são super engajadas em sociedades e entidades fora da empresa, como na igreja e associações de bairro, e não demonstram tais ações no trabalho.

    sábado, 10 de abril de 2010

    A Importância do Networking

    Alguns dias atrás resolvi parar e repensar as minhas últimas escolhas, aquelas que me permitiram mudar de trabalho, iniciar um curso superior e dar o primeiro passo para um período (caótico – no bom sentido) de grandes mudanças e pequenos passos em direção aos objetivos pessoais, foi quando me veio à mente a importância do networking (rede de contatos, rede de trabalho ou ainda rede de relacionamentos) no nosso caminho.
    Por mais que tenhamos conhecimento na área onde pretendemos atuar, habilidades, disciplina e uma série de outras qualidades, a nossa rede de contatos é, ainda assim, um dos elementos-chave para definir o sucesso de algumas ações ou no mínimo, diminuir drasticamente o esforço, recursos e tempo gastos para se atingir determinadas metas e objetivos, além disso todos sabemos a importância de manter contato com alguém que atua na área em que queremos ou melhor ainda, na empresa em que queremos atuar, não que seja uma relação de puro interesse mas quando essa relação é sincera e traz benefício para ambos, a tendência de ser favorecido aumenta bastante.
    Como ainda mantenho contato com algumas pessoas com as quais estudei durante o ensino fundamental, parei para observar um pouco melhor a carreira deles nos dias atuais e para a minha surpresa, as pessoas que estão melhor colocadas hoje, não são aquelas que tinham o melhor aproveitamento em sala e nem é preciso pensar muito para saber por que isso ocorreu, a reposta é o networking que cada um cultiva.
    A frase “Nenhum homem é uma ilha” (atribuída ao filósofo Teilhard de Chardin) explica com muita clareza a importância do networking e mesmo sem saber, já o praticamos muitas vezes seja ajudando ou sendo ajudado por alguém da nossa rede de contatos e para o Design, nossa área de atuação, essa é (também) uma ferramenta de extremo valor e que deve ser aprimorada diariamente para que tenhamos sempre boas alternativas para escolher, afinal, sem ela ficaria muito mais difícil conseguir aqueles freelas, empregos em agências e até mesmo colaboradores para nossos projetos portanto, se você ainda não pensou nisso vale a pena parar uns minutos e refletir sobre como está a sua rede de contatos e o que fazer para melhorar.



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