GESTÃO DE EMPRESAS! BEM VINDOS AO NOSSO BLOG. OPINE, DISCUTA, COMENTE!!!!

Pages

    Mostrando postagens com marcador Sistemas. Mostrar todas as postagens
    Mostrando postagens com marcador Sistemas. Mostrar todas as postagens

    quinta-feira, 22 de abril de 2010

    A Organização e o Indivíduo

    Abordagem sobre o Movimento Clássico da Administração, a Escola de Relações Humanas e o Behaviorismo.


    A Revolução Industrial e os avanços tecnológicos daquele período trouxeram pobreza e desemprego para a população rural artesã e permitiram aos donos das indústrias acumularem capital.
    Os camponeses precisaram se deslocar para as cidades em busca de emprego e trabalhavam nas fábricas em condições muito ruins (jornadas de trabalho exaustivas, baixa remuneração), pois não possuíam mais as ferramentas de trabalho, nem tinham alternativas para sustentar suas famílias e nem direitos trabalhistas constitucionalmente definidos.
    A partir da necessidade das novas fabricas de se organizarem e serem competitivas no mercado surge o Movimento Clássico de Administração, trazendo em sua vertente científica, desenvolvida por Taylor, a idéia do homem econômico (controlável, que foge do trabalho, utilitarista e egoísta) que seria motivado pelos de incentivos financeiros e, na sua vertente clássica, desenvolvida por Henri Fayol, era estudada a estrutura organizacional, as normas, os cargos, a liderança, a supervisão, as atribuições do gestor e a chefia. Entendemos que a Escola Clássica e a Escola Científica são mutuamente complementares.
    A diferença entre estas era basicamente, que a Escola Clássica acreditava que se houvesse uma estrutura perfeita não haveria margem para ineficiência, já a Escola Científica defendia a idéia de que era necessário um estudo empírico de todo o modo de produção, pois encontrando a forma mais eficiente e eficaz de executar as atividades, a produção seria otimizada e aumentaria, gerando mais lucros.
    Características em comum: ignoravam em seus estudos as necessidades intrínsecas do empregado, não contemplavam a análise dos grupos informais e do conflito, distinção de quem pensaria os processos e quem executaria.
    Nesse período surgem os Teóricos Transitivos que diziam que, mesmo havendo uma estrutura perfeita, ‘processos perfeitos’ e incentivos financeiros não seria possível obter a cooperação dos funcionários e motiva-los, pois apenas estes fatores não seriam suficientes. Os Teóricos Transitivos intuíram que os empregados possuíam necessidades de filiação a grupos informais, necessidade de reconhecimento de seu trabalho, de participar das decisões. Por meio dos estudos que desenvolveram, identificaram a importância dos incentivos psico-sociais para motivar o indivíduo, portanto, criticaram o Movimento Clássico de Administração agregando-lhe conceitos vindos de outras ciências.
    Posteriormente, utilizando estes mesmos conhecimentos surgem a Escola de Relações Humanas e o Behaviorismo que estudaram a motivação, a liderança e as aspirações do indivíduo.
    • De que forma um funcionário motivado pode produzir resultados positivos dentro da organização?

    Percebeu-se que quão mais motivado estiver o trabalhador e, suas necessidades em sintonia com as necessidades da organização, melhor seriam os resultados de suas atividades.
    O comportamento do indivíduo passou a ser estudado em grupos e os grupos informais e os conflitos agora seriam vistos como inevitavelmente integrantes do sistema organizacional e objeto de trabalho dos líderes.
    As aplicações práticas destes conceitos trouxeram benefícios para o trabalhador, que vê em seu trabalho a possibilidade de atender às suas necessidades pessoais e alcançar auto-realização. E para a organização, que tendo funcionários motivados e comprometidos com seus trabalhos, que interagem horizontalmente e buscam aperfeiçoar os processos de trabalho, acabam produzindo mais e gerando mais lucro.


    O Estruturalismo surgiu em resposta à parcialidade com que era tratado o ambiente organizacional e as interações pessoais na abordagem clássica e na Teoria de Relações Humanas. Pioneiro na concepção da organização como um sistema composto de subsistemas e em interação constante com o ambiente. Trouxe novos conceitos como a tipologia das organizações, conflitos inevitáveis, paradoxos organizacionais e crítica a estrutura burocrática. Pode-se considerar esta uma teoria precursora da Teoria dos Sistemas Abertos.
    A Teoria Geral dos Sistemas surgiu a partir do trabalho do biólogo alemão Ludwig Von Berttalanfy e busca a criação de teorias praticáveis na rotina empresarial, com base na observação global do sistema.
    Katz e Kahn propunham a separação do dilema indivíduo x estrutura. Consideravam a estrutura organizacional como uma sucessão de eventos.
    A Teoria Neoclássica enfatiza a prática da Administração. Utiliza princípios gerais para produzir resultados, considerando principalmente as diferentes necessidades dos diversos tipos de organização.
    Propõe o ecletismo e a elasticidade de conceitos, configurando um modelo que de adapta às necessidades organizacionais.
    Essas teorias ampliam a visão do administrador trazendo uma gama de alternativas e conceitos gerais importantes no aperfeiçoamento das tarefas realizadas pelo gestor e em todos os processos organizacionais.



    Backlinks:

    Entendendo a Teoria Clássica




    Leia mais sobre:


    quarta-feira, 14 de abril de 2010

    Como a educação ambiental para funcionários pode beneficiar sua empresa


    É notória a preocupação com os rumos que o planeta está tomando. A destruição gratuita promovida pelo homem está acelerando processos destrutivos, como o aquecimento global. Um cenário lamentável, mas que não pode e nem deve continuar. Por isso acredito que existam diversas formas de conscientizar as pessoas sobre os malefícios desta destruição. E uma delas, sem dúvida, é promover a Educação Ambiental.
    A Educação ambiental, quando voltada especificamente para os funcionários de uma empresa, pode trazer diversos benefícios para a organização como um todo. Este processo pode ser feito através da implantação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), da realização de mini-cursos, palestras e até mesmo através da contratação de consultorias que se encarregam de gerenciar estes processos educativos. Porém, é preciso destacar que as pessoas dentro da organização precisam estar alinhadas a estes princípios de conservação ambiental. Elas precisam pensar e agir de forma comprometida com o meio ambiente e, principalmente, com os impactos que suas atitudes equivocadas podem gerar no ecossistema em que vivem.
    Tais mudanças, práticas e de pensamento, trazem benefícios, de curto, médio ou longo prazo, para as empresas, como:
    * Funcionários comprometidos com os ideais da empresa;
    * Boa imagem da empresa frente aos clientes e sociedade em geral;
    * Apelo forte de marketing junto à marca da empresa;
    * Vantagem competitiva frente aos concorrentes;
    * Aumento da lucratividade decorrente do melhor posicionamento de sua empresa e produtos/serviços no mercado;
    * Chances reduzidas de provocar um acidente ambiental e com isso manchar a imagem da empresa;
    * Melhor relacionamento com as comunidades vizinhas, desenvolvendo parcerias na preservação ambiental local;
    * Ter uma empresa comprometida com ações que preservam o meio ambiente e garantem um futuro mais saudável para as próximas gerações.
    * E tantos outros benefícios óbvios advindos da preservação ambiental.

    Fonte: http://www.sobreadministracao.com/como-a-educacao-ambiental-para-funcionarios-pode-beneficiar-sua-empresa/

    sábado, 10 de abril de 2010

    A Importância do Networking

    Alguns dias atrás resolvi parar e repensar as minhas últimas escolhas, aquelas que me permitiram mudar de trabalho, iniciar um curso superior e dar o primeiro passo para um período (caótico – no bom sentido) de grandes mudanças e pequenos passos em direção aos objetivos pessoais, foi quando me veio à mente a importância do networking (rede de contatos, rede de trabalho ou ainda rede de relacionamentos) no nosso caminho.
    Por mais que tenhamos conhecimento na área onde pretendemos atuar, habilidades, disciplina e uma série de outras qualidades, a nossa rede de contatos é, ainda assim, um dos elementos-chave para definir o sucesso de algumas ações ou no mínimo, diminuir drasticamente o esforço, recursos e tempo gastos para se atingir determinadas metas e objetivos, além disso todos sabemos a importância de manter contato com alguém que atua na área em que queremos ou melhor ainda, na empresa em que queremos atuar, não que seja uma relação de puro interesse mas quando essa relação é sincera e traz benefício para ambos, a tendência de ser favorecido aumenta bastante.
    Como ainda mantenho contato com algumas pessoas com as quais estudei durante o ensino fundamental, parei para observar um pouco melhor a carreira deles nos dias atuais e para a minha surpresa, as pessoas que estão melhor colocadas hoje, não são aquelas que tinham o melhor aproveitamento em sala e nem é preciso pensar muito para saber por que isso ocorreu, a reposta é o networking que cada um cultiva.
    A frase “Nenhum homem é uma ilha” (atribuída ao filósofo Teilhard de Chardin) explica com muita clareza a importância do networking e mesmo sem saber, já o praticamos muitas vezes seja ajudando ou sendo ajudado por alguém da nossa rede de contatos e para o Design, nossa área de atuação, essa é (também) uma ferramenta de extremo valor e que deve ser aprimorada diariamente para que tenhamos sempre boas alternativas para escolher, afinal, sem ela ficaria muito mais difícil conseguir aqueles freelas, empregos em agências e até mesmo colaboradores para nossos projetos portanto, se você ainda não pensou nisso vale a pena parar uns minutos e refletir sobre como está a sua rede de contatos e o que fazer para melhorar.



    Mais informações clique aqui.