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sexta-feira, 4 de junho de 2010
quinta-feira, 27 de maio de 2010
3 Motivos pelos quais os clientes dizem "está caro" (e o que fazer)!
1) O cliente não percebe o valor do produto ou serviço.
2) Não existe diferencial algum em relação à concorrência.
3) O cliente está usando a tática mais velha do mundo para negociar.
1) O cliente não percebe o valor do produto ou serviço. Se o valor percebido pelo cliente é menor do que o preço que você está pedindo, é lógico que ele vai achar caro. Felizmente, existem várias maneiras de aumentar o valor percebido. Por exemplo, a marca e a empresa na qual você trabalha podem ser importantes. Garantias também aumentam esse valor. Rapidez no atendimento é ainda outra opção. Sua experiência de mercado, as características únicas do seu serviço, testemunhais de clientes satisfeitos... enfim, existem dezenas de opções para aumentar o valor percebido do seu produto/serviço.
Lição de casa: escreva num pedaço de papel dez motivos pelos quais o cliente deve fazer negócios com a sua escola, e não com a concorrência. (Se você não conseguir responder essa pergunta, como espera que o cliente entenda o valor da sua proposta?)
2) Não existe diferencial algum em relação à concorrência. Se você está num mercado concorrido e tudo está muito semelhante, fica claro que seu cliente vai escolher sempre a opção mais barata. Se você for tipicamente a solução mais barata, então não terá problemas. Caso contrário, terá de montar uma boa estratégia para diferenciar-se da concorrência.
Lição de casa: escreva num pedaço de papel dez coisas que seus clientes levam em conta na hora de definir a escola dos filhos - além do preço. Em quais delas você está igual ou inferior à concorrência? O que pode ser feito?
3) O cliente está usando a tática mais velha do mundo para negociar. Muitas vezes o cliente vai lhe dizer que está caro só para ver se você baixa o preço. Alguns nem falam - só fazem uma cara de espanto. Outros ficam em silêncio. Aí você entra em pânico com aquele silêncio constrangedor e desanda a falar sem parar, dando desconto sem nem mesmo o cliente ter pedido. Como lidar com esta situação? Antes de tudo, fique quieto e pense até dez antes de abrir a boca. Aí quem pode ficar incomodado é o cliente, que vai começar a falar e justificar-se. Se por acaso o cliente insistir no assunto, responda: "Pela sua reação, parece que você esperava um valor diferente. Você poderia me dizer qual era sua expectativa e como chegou a esse valor?". Com essa pergunta você descobrirá algumas coisas interessantes, como sua linha de raciocínio, seu orçamento, o conhecimento que tem das ofertas da concorrência. Com essas informações, você pode responder melhor à objeção, de preferência utilizando os diferenciais competitivos do seu serviço. Ou seja, sempre que o cliente pedir um desconto, responda agregando valor.
Lição de casa: o que é que você vai dizer exatamente - palavra por palavra - da próxima vez que ouvir a objeção "está caro"?
De acordo com Slife, depois de entender as razões pelas quais escutamos a objeção "seu preço está muito caro", podemos ver claramente que existe muito a ser feito se quisermos realmente lidar proativamente com a situação. Entretanto, mesmo que façamos o possível, com certeza ainda vamos ouvir o "está caro" de vez em quando. Nesses casos, pergunte de maneira simples: "Entendo. Poderia me dizer por que acha que está caro?".
Essa simples pergunta permite que o cliente tenha a oportunidade de compartilhar com você o verdadeiro motivo da objeção. Não é uma pergunta agressiva e estimula-os a falar. Isso é exatamente o que você quer, pois o coloca no controle e permite que você descubra exatamente como responder às dúvidas do cliente. Isso também impede que você evite o pior erro (e o mais comum) cometido nesta hora - começar a falar sem parar, tentando justificar seu preço.
Fonte:
Raúl Candeloro é palestrante e editor das revistas VendaMais, Motivação e Liderança. Mestreem Empreendedorismo pelo Babson College (EUA). Visite o site: www.gestaoemvendas.com.br
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domingo, 16 de maio de 2010
APRENDIZ UNIVERSITÁRIO
Prezados colegas,
Boa noite!
Venho por meio deste, passar uma informação de interesse para todos nós estudantes universitários sobre um reality show apresentado na Rede Record nas noites de terças e quintas-feiras. Onde são testados os conhecimentos e a criatividade dos participantes selecionados. De grande valia para nossos futuros trabalhos acadêmicos e pessoais.
Vale à pena conferir o que João Doria Jr. E Cia tem a nos oferecer, para sermos um bom Aprendiz Universitário.
O Aprendiz, formato da Fremantle Mediaque é sucesso em vários países, volta à grade de programação da Record totalmente repaginado, agora como Aprendiz Universitário. Com cerca de 125 mil inscrições, um recorde da atração, a edição de 2010 é a maior de todos os tempos na emissora. Apenas 16 candidatos foram selecionados, de acordo com seus currículos, entrevistas e desempenho durante as etapas de seleção. Desde janeiro, eles estão confinados em um hotel na cidade de São Paulo.
Todos enfrentarão provas e tarefas de difícil superação, sob o olhar atento do apresentador João Doria Jr. E apenas um terá a oportunidade de conquistar o grande prêmio, no valor de R$ 1 milhão, além de uma vaga remunerada no Grupo Doria Associados. Um verdadeiro sonho!
Ao lado de João Doria Jr. estão dois grandes nomes do mundo corporativo: a empresária Cristiana Arcangeli e o executivo David Barioni. Eles são os conselheiros do programa e acompanham o desempenho dos aprendizes, auxiliando o apresentador nas decisões mais difíceis, como as que precisam ser tomadas na sala de reunião.
O desafio já está na reta final, mas ainda há muita adrenalina e competição, e com certeza vai mudar a rotina desses estudantes daqui pra frente.
HORÁRIOS DO APRENDIZ UNIVERSITÁRIO NA REDE RECORD: TODA TERÇA E QUINTA, ÀS 23h00
Por,
Estudante de Administração
Tel: (71) 9116-5915
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sexta-feira, 14 de maio de 2010
O Sucesso Profissional X Atualização do Conhecimento
Fonte: Anderson Hernandes
Muito se fala sobre sucesso profissional, carreira profissional e visibilidade profissional. Isso gera um ônus constante ao profissional na busca de qualificação para as novas exigências no mercado de trabalho, que por estar em constante mudança, torna a tarefa um círculo vicioso. A pressão para manter-se atualizado é constante, portanto, a primeira regra que você deve aprender é que não importa o quanto se mantenha atualizado, em algum aspecto da sua carreira ele ficará desatualizado. Carreiras em áreas de constante mutação como tecnologia, medicina, jurídica e outras, implicam numa atualização contínua. Já carreiras em áreas de menor mutação como marketing, administração, finanças e outras possibilitam uma atualização menos constante. Mas como pode o profissional acompanhar tudo isso?
Segue algumas dicas:
1. Faça uma grande atualização de conhecimento a cada dois ou três anos no máximo – Em carreiras profissionais de grande mutação, recomendo que o profissional busque participar de cursos de educação continuada para aprimorar–se. O ideal é que tais cursos tenham uma carga horária justificável, de pelo menos 50 horas para que permita um aprofundamento mínimo nesta atualização. Tais cursos poderão compreender tanto aprimoramentos em suas especializações, como novos conhecimentos de áreas ligadas a sua especialização.
2. Participe de palestras, convenções e workshops regularmente - Tais eventos ajudam o profissional a manter-se em dia com atualizações do seu conhecimento. Em áreas de grandes ou pequenas mutações, participações poderão trazer-lhe insigts que auxiliarão o seu desenvolvimento profissional.
3. Todos os anos estudem algo diferente – Escolha atividades que não tenham qualquer influência com o conhecimento profissional para ampliação de seu conhecimento pessoal. A exemplo disso destaco: vinhos, instrumentos musicais, artes e outros assuntos. Até mesmo as empresas têm incentivado seus profissionais a buscar essa diversidade de conhecimento.
4. Leia, leia e leia – A leitura deve fazer parte do dia a dia do profissional, por isso, falar sobre isso é mais do que redundante. Se estiver lendo esse artigo, provavelmente é um profissional que reconhece essa necessidade.
O conhecimento é perecível, portanto não se engane em achar que por ter aprendido algo novo ele continuará NOVO por muito tempo, pois quando ele se dissimila quase sempre já tem algo de ultrapassado. Diante disso, o segredo é ser seletivo no conhecimento, pois quando se trata desse assunto é muito fácil gastarmos o tempo indevidamente.
O conhecimento nos dá muitas lições, e dentre elas posso citar:
- Não importa o quanto estudemos, sempre haverá muito a estudar.
- Não importa o quanto nos achemos sábios, sempre agiremos como tolos em alguma faceta da nossa vida.
- Não importa o quanto conheçamos algo, alguém ainda conhece mais do que nós.
- Não importa se não conhecemos nada sobre determinado assunto, porque ninguém sabe tudo mesmo.
- Não importa qual idade temos, porque o conhecimento adquirido não é experiência e está apartado do tempo de vida.
Por fim, não importa o quanto estudemos, sempre haverá muito a estudar.
Sucesso na sua Atualização do Conhecimento!
Sucesso na sua Atualização do Conhecimento!
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quarta-feira, 5 de maio de 2010
sexta-feira, 30 de abril de 2010
Administrador
"Profissional que dirige ou superintende estabelecimento público ou particular"
Fonte: Dicionário Michaelis
O que é ser administrador?
Administradores são profissionais que organizam, planejam e orientam o uso dos recursos financeiros, físicos, tecnológicos e humanos das empresas, buscando soluções para todo tipo de problema administrativo. Criam métodos, planejam atividades, organizam o funcionamento dos vários setores da empresa, calculam despesas e garantem a perfeita circulação de informações e orientações. O objetivo é evitar falhas de comunicação, escassez ou excesso de empregados, gastos desnecessários ou outros problemas que gerem desperdício, ineficiência, prejuízo à produção, déficit orçamentário. Podem trabalhar em diversas áreas das empresas: material, marketing, produção, organização e métodos, recursos humanos, administração financeira. Passam por várias etapas dentro de uma empresa, podendo trabalhar como analistas, exercer chefias intermediárias, gerência, coordenação, direção superior; atuar em pesquisa e planejamento, assessoria e consultoria.Quais as caracter ísticas necessárias para ser um administrador?
É necessário ter boa capacidade de análise, raciocínio abstrato e aptidão numérica. Também deve ter liderança e ser sociável.
Características desejáveis:
Autoconfiança
Ccapacidade de adaptação a novas situações
Capacidade de decisão
Capacidade de negociação
Capacidade de organização
Capacidade de pensar e agir sob pressão
Capacidade de planejamento
Capacidade de resolver problemas práticos
Dinamismo
Espírito empreendedor
Habilidade para mediar conflitos
Habilidade para trabalhar em equipe
Iniciativa
Noção de prioridades
Objetividade
Senso de oportunidade
Senso de responsabilidade
Qual a formação necessária para ser um administrador?
Deve-se prestar vestibular para graduação em um curso regular de administração. O mercado brasileiro oferece a possibilidade de estudar administração de empresas, onde a orientação e formar profissionais para atuar em organizações privadas. Também o curso de administração pública prepara e orienta os administradores a uma atuação em organizações públicas e possibilidades de gestão de políticas e projetos de caráter público.
Por ter um caráter mais generalista na sua formação, o administrador pode optar por várias áreas de trabalho como profissional. Finanças, Marketing, Tecnologia e Informação, Recursos Humanos e etc. são áreas de grande atenção dos administradores. Marketing Esportivo, Turismo, Administração Hospitalar também são consideradas áreas promissoras para o universo dos administradores.
No Brasil, para exercer a profissão, uma vez que esta é uma profissão regulamentada, é preciso obter o registro profissional no Conselho Regional de Administração (CRA). Os empregadores, através de headhunters (profissionais que recrutam e selecionam candidatos a vagas disponíveis em empresas contratantes), classificam em jornais e outras formas de recrutamento, buscam os profissionais mais bem preparados, no âmbito acadêmico. Portanto, fazer um curso de pós-graduação ou especialização é sempre um diferencial positivo que o profissional de administração deve considerar.
Principais atividades de um administrador
Ele deve planejar, organizar e controlar as atividades de empresas públicas e privadas, além de traçar estratégias e métodos de trabalho nas mais variadas áreas - rural, hospitalar, agroindustrial, escolar, financeira e muitas outras. Seu papel é fundamental nas situações de crise, pois cabe a ele definir onde investir o dinheiro e como equilibrar a saúde financeira e produtiva da empresa.
Áreas de atuação e especialidades
Administração agroindustrial: desenvolve projetos, controla a produção e dá assistência ao produtor do campo.
Administração de cooperativas: supervisionar e fiscalizar a entrada de recursos e distribuição de direitos entre os produtores
Administração de empresas: organiza e dirige uma empresa, atuando em todas as áreas.
Administração hospitalar: geralmente pessoas formadas em medicina, que fazem uma especialização em administração, dirigem e administram um hospital.
Análise de sistemas: gerencia os sistemas de computação em empresas.
Comércio exterior: trabalha especificamente com o mercado internacional, balança de comércio, taxas alfandegárias, importações e exportações.
Controladoria: controla finanças, contabilidade, técnicas de organização e métodos administrativos. Realiza auditorias.
Marketing ou mercadologia: trabalha com o mercado, fazendo pesquisas, orientando lançamento de produtos, orientação de vendas e publicidade.
Orçamento e finanças: trabalha com mercado de capitais, bolsa de valores, aplicações, investimentos de empresas.
Produção: controla a entrada e saída de suprimentos e os custos da produção.
Recursos humanos: faz seleção, treinamento e admissão de pessoal, define políticas de carreira, salário e benefícios, negocia com sindicatos.
Administração do Terceiro Setor: Planejamento estratégico das operações de ONG's (Organizações Não Governamentais), como fundações e entidades filantrópicas, com vistas a captação de recursos e sua aplicação em projetos sociais, ambientais e educacionais, entre outros.
Mercado de trabalho
As áreas de administração de empresas e administração financeira oferecem as melhores oportunidades de trabalho a esse profissional, nas diversas regiões do país, seja no setor público, seja na iniciativa privada. Operadoras logísticas de grande porte também costumam abrir vagas para especialistas na área. Como a concorrência é grande, o diferencial na hora da contratação é a qualificação. Quem tem no currículo curso de especialização, MBA ou pós-graduação tem maiores possibilidades.
Curiosidades
Desde o começo da civilização os homens procuraram associar-se uns aos outros, organizando sistemas destinados a solucionar problemas comuns de convivência na sociedade. Até surgiram algumas empresas rudimentares de alguns povos antigos como babilônios e fenícios, mas a criação de uma teoria da administração e a carreira de administrador de empresas, como é reconhecido hoje, só se desenvolveu a partir do século 19, incentivada pela Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no final do século 18 e que gerou importantes mudanças econômicas, políticas e sociais no mundo.
A industrialização rapidamente se expandiu para Europa e Estados Unidos, o que gerou as bases da moderna Administração. Com o crescimento acelerado das empresas e a necessidade das empresas serem mais eficientes e produtivas, fez-se ainda mais a necessidade da profissão de Administrador.
Os primeiros estudos sobre um método capaz de aumentar a eficiência e produtividade das empresas em um mercado cada vez mais competitivo, foi a partir da publicação dos estudos de dois engenheiros. O norte-americano Frederick Taylor, responsável pela chamada Escola de Administração Científica, difundia o aumento da eficiência da indústria a partir da racionalização dos operários. O francês Hanri Fayol, por sua vez, disseminou a Escola Clássica da Administração, cuja meta era aumentar a eficiência empresarial por meio de sua organização e aplicação de princípios gerais de administração.
Esses dois pensamentos uniram-se e deram origem a teorias e conceitos que formaram a administração atual. Depois disso, outras teorias surgiram, moldando o que existe hoje em termos de administração. Com o tempo a administração consolidou-se como ciência social com interação em áreas como direito, ciência econômica, ciência política, sociologia, psicologia social e antropologia.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010
Evitando Erros em um Novo Emprego
Entre os deslizes estão atrasos, arrogância e desinteresse.
Recém-chegados devem aprender com os erros; veja dicas.
Os primeiros meses de um funcionário dentro da empresa são o período em que o novato está sob maior observação pelo empregador – é nessa hora que os chefes avaliam se fizeram uma boa escolha. De acordo com especialistas em recursos humanos, erros nesse momento inicial podem prejudicar a imagem do recém-chegado. A dica é mostrar interesse, ser flexível e, caso falhas venham a acontecer, usá-las como aprendizado para não repetir o deslize.
“No primeiro momento na empresa, erros básicos que certamente passariam em branco em um profissional com mais tempo de casa podem resultar em uma avaliação negativa”, diz Danielle Alves, responsável pela área de recrutamento e seleção da agência Talk Interactive.
O que um novato na empresa deve evitar:
Desinteresse e arrogância
Não demonstre desinteresse ou arrogância pelo trabalho. Seja paciente, ouça e peça ajuda quando não souber o que fazer.
Falta de conhecimento
Erros podem acontecer por falta de conhecimento sobre as políticas da empresa. Cabe à empresa oferecer treinamento, mas cabe também ao funcionário procurar saber como as coisas funcionam no novo emprego.
Negar trabalho
Não recuse fazer atividades alegando apenas falta de tempo ou excesso de tarefas. Indique quais são as atividades que está realizando e negocie as prioridades e prazos. Seja flexível.
Críticas sem embasamento
Não critique processos que não conhece e não dê sugestões sem embasamento. Procure conhecer como as coisas funcionam na empresa antes de falar algo.
Faltas e atrasos
Evite faltas, atrasos e saídas do período de trabalho, além de querer ir embora cedo. Faça o possível para não se ausentar. Cuide da saúde e saia de casa com antecedência para evitar atrasos. Resolva assuntos particulares fora do horário de trabalho.
Formas de evitar
Muitas dessas “gafes” são comportamentais e podem ser evitadas, dizem especialistas, como chegar atrasado, querer ir embora cedo, ter má vontade, se recusar a fazer as atividades, não ser humilde ao aprender e fazer críticas sem embasamento.
Há também casos de erros por conta de dúvidas em relação aos procedimentos da nova empresa, o que pode ser resolvido com perguntas a respeito de como as coisas funcionam na empregadora.
“O novo empregado, mais do que os outros, deve ter a humildade e a esperteza de fazer muitas perguntas e buscar todas as informações e conhecimentos possíveis”, aconselha Angela Souza, especialista em gestão estratégica. De acordo com Angela, as pessoas tendem a ver com naturalidade os questionamentos do recém-contratado, ao contrário do que muitos pensam.
“A postura de quem acaba de entrar numa empresa deve ser a de aprendiz, mesmo que seja um gerente. Ele deve fazer o trabalho da melhor maneira que puder, buscar e oferecer ajuda aos colegas e não tentar ser o ‘sabe-tudo’”, indica.
O que o novato deve procurar fazer:
Aprender com os erros
Erros acontecem, mas devem servir como aprendizado. Erros recorrentes pegam mal e demonstram imaturidade.
Ter atenção
Procure ficar atento a todas as orientações que forem dadas. Anote os procedimentos e revise o que for necessário.
Fazer amigos
Procure não se isolar. Faça contatos e mantenha um bom relacionamento com os novos colegas.
Regras da Empresa
Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online, indica que cabe ao iniciante se preocupar em conhecer as regras da empresa, mas cabe também à companhia dar treinamento e orientações necessárias.
As empresas preferem as pessoas que erram tentando fazer o melhor do que as que nunca erram porque nunca tentam nada diferente"
Angela Souza
A consultora lembra que muitas vezes o nervosismo e a ansiedade atrapalham o bom andamento das atividades do novo funcionário, o que reforça ainda mais a necessidade das empresas de ficarem atentas se estão oferecendo aos seus novos colaboradores o suporte necessário.
Outro engano comum cometido por profissionais antes mesmo de conseguir uma vaga, para a especialista Angela, é fingir ser o que na verdade não é no processo de seleção. Ela diz que, em algum momento no novo trabalho, o novato precisará mostrar as qualidades e o comportamento que mostrou na entrevista. “Ninguém escapa da ‘hora da verdade’. Assim, penso que um grande erro é mentir e tentar manipular na fase de seleção”, afirma.
Boa imagem
Se há ações que prejudicam a imagem do novo funcionário, há atitudes que podem ser tomadas para que o profissional seja bem visto. Entre elas estão demonstrar interesse pelo trabalho e procurar ter um bom relacionamento com os colegas e com o chefe, aconselha Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br.
A especialista Angela concorda e diz que as demissões acontecem menos por erros cometidos e mais por inadequação de perfil. Exemplos são a pessoa não apresentar as qualidades necessárias para a realização do trabalho ou não se adaptar à equipe ou ao ambiente de trabalho, cita.
Experiência
Normalmente, a marcação cerrada do novo profissional acontece nos primeiros três meses, o chamado período de experiência (quando a pessoa pode ser demitida sem necessidade de indenização de aviso prévio, nos casos dos contratados com carteira assinada), explica Angela. de acordo com ela, “após o período de experiência, quando se decide pela permanência da pessoa, ela pode acreditar que está se saindo bem". Veja abaixo como funciona o período de experiência.
Período de experiência
- O período de experiência é um contrato feito entre a empresa e o funcionário e, geralmente, é de 45 dias, renovável por mais 45. Veja abaixo os direitos do funcionário em caso de demissão nesse período:
- Empregado demitido antes do término do período do contrato
O que ele tem direito: Saldo de salário, 13º proporcional, férias proporcionais, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) proporcional e multa de 40% sobre o FGTS.
- Empregado demitido no término do período do contrato
O que ele tem direito: Saldo de salário, 13º proporcional, férias proporcionais e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) proporcional.
- Empregado pede demissão
O que ele tem direito: Saldo de salário e 13º proporcional.
Fonte: advogado trabalhista Alan Balaban Sasson
“Erros não são bem-vindos mesmo de antigos profissionais. Entretanto, quando um profissional atua há mais tempo na empresa, ao cometer um erro, seu histórico de acertos é considerado e o erro poderá ser irrelevante”, diz Daniella, da Catho Online. “Já um profissional novo na empresa ainda não criou esse histórico de resultados positivos e, por esse motivo, até erros menos graves podem prejudicá-lo”, afirma.
É por esses motivos que os especialistas revelam que, quando for possível, o erro seja evitado nos primeiros meses – apesar de as falhas serem praticamente inevitáveis.
Danielle diz ser importante que o profissional se adapte à cultura da empresa, procure conhecer e seguir as regras comportamentais. “Um erro seguido de inúmeros acertos e colaboração é minimizado. Em compensação um erro seguido de má vontade torna-se ainda mais visado”, sugere.
Erros, porém, todos cometemos, lembra a especialista Angela. “As empresas preferem as pessoas que erram tentando fazer o melhor do que as que nunca erram porque nunca tentam nada diferente”, afirma. Para ela, nesses casos, os erros devem servir como aprendizagem e não ser recorrentes – o que abala a reputação de qualquer um.
Ao cometer um erro, ela indica: assuma. “O pior dos erros é tentar escondê-los ou, pior ainda, achar culpados e não assumir a responsabilidade.”
Créditos: G1.com
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quinta-feira, 22 de abril de 2010
A Organização e o Indivíduo
Abordagem sobre o Movimento Clássico da Administração, a Escola de Relações Humanas e o Behaviorismo.
Percebeu-se que quão mais motivado estiver o trabalhador e, suas necessidades em sintonia com as necessidades da organização, melhor seriam os resultados de suas atividades.
O comportamento do indivíduo passou a ser estudado em grupos e os grupos informais e os conflitos agora seriam vistos como inevitavelmente integrantes do sistema organizacional e objeto de trabalho dos líderes.
As aplicações práticas destes conceitos trouxeram benefícios para o trabalhador, que vê em seu trabalho a possibilidade de atender às suas necessidades pessoais e alcançar auto-realização. E para a organização, que tendo funcionários motivados e comprometidos com seus trabalhos, que interagem horizontalmente e buscam aperfeiçoar os processos de trabalho, acabam produzindo mais e gerando mais lucro.
Entendendo a Teoria Clássica
A Revolução Industrial e os avanços tecnológicos daquele período trouxeram pobreza e desemprego para a população rural artesã e permitiram aos donos das indústrias acumularem capital.
Os camponeses precisaram se deslocar para as cidades em busca de emprego e trabalhavam nas fábricas em condições muito ruins (jornadas de trabalho exaustivas, baixa remuneração), pois não possuíam mais as ferramentas de trabalho, nem tinham alternativas para sustentar suas famílias e nem direitos trabalhistas constitucionalmente definidos.
A partir da necessidade das novas fabricas de se organizarem e serem competitivas no mercado surge o Movimento Clássico de Administração, trazendo em sua vertente científica, desenvolvida por Taylor, a idéia do homem econômico (controlável, que foge do trabalho, utilitarista e egoísta) que seria motivado pelos de incentivos financeiros e, na sua vertente clássica, desenvolvida por Henri Fayol, era estudada a estrutura organizacional, as normas, os cargos, a liderança, a supervisão, as atribuições do gestor e a chefia. Entendemos que a Escola Clássica e a Escola Científica são mutuamente complementares.
A diferença entre estas era basicamente, que a Escola Clássica acreditava que se houvesse uma estrutura perfeita não haveria margem para ineficiência, já a Escola Científica defendia a idéia de que era necessário um estudo empírico de todo o modo de produção, pois encontrando a forma mais eficiente e eficaz de executar as atividades, a produção seria otimizada e aumentaria, gerando mais lucros.
Características em comum: ignoravam em seus estudos as necessidades intrínsecas do empregado, não contemplavam a análise dos grupos informais e do conflito, distinção de quem pensaria os processos e quem executaria.
Nesse período surgem os Teóricos Transitivos que diziam que, mesmo havendo uma estrutura perfeita, ‘processos perfeitos’ e incentivos financeiros não seria possível obter a cooperação dos funcionários e motiva-los, pois apenas estes fatores não seriam suficientes. Os Teóricos Transitivos intuíram que os empregados possuíam necessidades de filiação a grupos informais, necessidade de reconhecimento de seu trabalho, de participar das decisões. Por meio dos estudos que desenvolveram, identificaram a importância dos incentivos psico-sociais para motivar o indivíduo, portanto, criticaram o Movimento Clássico de Administração agregando-lhe conceitos vindos de outras ciências.
Posteriormente, utilizando estes mesmos conhecimentos surgem a Escola de Relações Humanas e o Behaviorismo que estudaram a motivação, a liderança e as aspirações do indivíduo.
Os camponeses precisaram se deslocar para as cidades em busca de emprego e trabalhavam nas fábricas em condições muito ruins (jornadas de trabalho exaustivas, baixa remuneração), pois não possuíam mais as ferramentas de trabalho, nem tinham alternativas para sustentar suas famílias e nem direitos trabalhistas constitucionalmente definidos.
A partir da necessidade das novas fabricas de se organizarem e serem competitivas no mercado surge o Movimento Clássico de Administração, trazendo em sua vertente científica, desenvolvida por Taylor, a idéia do homem econômico (controlável, que foge do trabalho, utilitarista e egoísta) que seria motivado pelos de incentivos financeiros e, na sua vertente clássica, desenvolvida por Henri Fayol, era estudada a estrutura organizacional, as normas, os cargos, a liderança, a supervisão, as atribuições do gestor e a chefia. Entendemos que a Escola Clássica e a Escola Científica são mutuamente complementares.
A diferença entre estas era basicamente, que a Escola Clássica acreditava que se houvesse uma estrutura perfeita não haveria margem para ineficiência, já a Escola Científica defendia a idéia de que era necessário um estudo empírico de todo o modo de produção, pois encontrando a forma mais eficiente e eficaz de executar as atividades, a produção seria otimizada e aumentaria, gerando mais lucros.
Características em comum: ignoravam em seus estudos as necessidades intrínsecas do empregado, não contemplavam a análise dos grupos informais e do conflito, distinção de quem pensaria os processos e quem executaria.
Nesse período surgem os Teóricos Transitivos que diziam que, mesmo havendo uma estrutura perfeita, ‘processos perfeitos’ e incentivos financeiros não seria possível obter a cooperação dos funcionários e motiva-los, pois apenas estes fatores não seriam suficientes. Os Teóricos Transitivos intuíram que os empregados possuíam necessidades de filiação a grupos informais, necessidade de reconhecimento de seu trabalho, de participar das decisões. Por meio dos estudos que desenvolveram, identificaram a importância dos incentivos psico-sociais para motivar o indivíduo, portanto, criticaram o Movimento Clássico de Administração agregando-lhe conceitos vindos de outras ciências.
Posteriormente, utilizando estes mesmos conhecimentos surgem a Escola de Relações Humanas e o Behaviorismo que estudaram a motivação, a liderança e as aspirações do indivíduo.
- De que forma um funcionário motivado pode produzir resultados positivos dentro da organização?
Percebeu-se que quão mais motivado estiver o trabalhador e, suas necessidades em sintonia com as necessidades da organização, melhor seriam os resultados de suas atividades.
O comportamento do indivíduo passou a ser estudado em grupos e os grupos informais e os conflitos agora seriam vistos como inevitavelmente integrantes do sistema organizacional e objeto de trabalho dos líderes.
As aplicações práticas destes conceitos trouxeram benefícios para o trabalhador, que vê em seu trabalho a possibilidade de atender às suas necessidades pessoais e alcançar auto-realização. E para a organização, que tendo funcionários motivados e comprometidos com seus trabalhos, que interagem horizontalmente e buscam aperfeiçoar os processos de trabalho, acabam produzindo mais e gerando mais lucro.
O Estruturalismo surgiu em resposta à parcialidade com que era tratado o ambiente organizacional e as interações pessoais na abordagem clássica e na Teoria de Relações Humanas. Pioneiro na concepção da organização como um sistema composto de subsistemas e em interação constante com o ambiente. Trouxe novos conceitos como a tipologia das organizações, conflitos inevitáveis, paradoxos organizacionais e crítica a estrutura burocrática. Pode-se considerar esta uma teoria precursora da Teoria dos Sistemas Abertos.
A Teoria Geral dos Sistemas surgiu a partir do trabalho do biólogo alemão Ludwig Von Berttalanfy e busca a criação de teorias praticáveis na rotina empresarial, com base na observação global do sistema.
Katz e Kahn propunham a separação do dilema indivíduo x estrutura. Consideravam a estrutura organizacional como uma sucessão de eventos.
A Teoria Neoclássica enfatiza a prática da Administração. Utiliza princípios gerais para produzir resultados, considerando principalmente as diferentes necessidades dos diversos tipos de organização.
Propõe o ecletismo e a elasticidade de conceitos, configurando um modelo que de adapta às necessidades organizacionais.
Essas teorias ampliam a visão do administrador trazendo uma gama de alternativas e conceitos gerais importantes no aperfeiçoamento das tarefas realizadas pelo gestor e em todos os processos organizacionais.
Backlinks:
Entendendo a Teoria Clássica
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segunda-feira, 19 de abril de 2010
Quais são as principais características de um líder?

Primeira: Oferece uma causa, não apenas tarefas
Cria um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, a missão, o emprego das pessoas que o cercam. Ajuda as pessoas a identificarem com clareza o rumo que pretendem seguir. Estimula as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, muito além da simples troca do trabalho por remuneração. Oferece às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas.
Cria um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, a missão, o emprego das pessoas que o cercam. Ajuda as pessoas a identificarem com clareza o rumo que pretendem seguir. Estimula as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, muito além da simples troca do trabalho por remuneração. Oferece às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas.
Segunda: Forma outros líderes, não apenas seguidoresSeu papel não se resume a motivar seguidores. Investe no desenvolvimento dos futuros líderes. Educa seus filhos para exercerem liderança, não apenas para obedecer. Torna-se mentor dos outros no seu ciclo de amizades, no clube que freqüenta, no projeto comunitário de que participa.
Terceira: Lidera nos 360 graus, não apenas 90 grausAtua onde faz diferença, não fica confinado às “paredes” do seu território formal. Exerce a “Liderança 360 graus”: fora, para cima, para os lados. Não influencia somente quem está do lado “de dentro” numa família, empresa, equipe. A filha líder influencia o pai. O jogador influencia o treinador da equipe. Constrói “pontes”, em vez de “paredes”.
Quarto: Surpreende pelos resutados, faz mais
do que o esperadoConsegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de simplesmente dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor, porque dá o seu melhor. Não espera acontecer. Cria as oportunidades.Estimula o senso de urgência, não deixa as coisas para amanhã.
Quinta: Inspira pelos valores, não apenas pelo carismaEssa é a tarefa mais importante do Líder. Esta é a “cola” que une as outras quatro forças, a que dá sentido a tudo.O Líder Integral cria clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional.
Fonte de consulta: www.algosobre.com.br/carreira/quais-sao-as-principais-caracteristicas-de-um-lider.html
sexta-feira, 16 de abril de 2010
Uma Visão Atual da Autoridade Carismática nas Organizações
Fonte: G1 (globo.com)
O principal fator que faz o funcionário vestir a camisa da empresa é ter um bom relacionamento com o chefe e com a equipe, afirmam especialistas. Já o salário, ao contrário do que muitos podem pensar, influencia pouco na fidelidade do profissional ao empregador.
Com o aquecimento da economia e o aumento da oferta de emprego, esses profissionais que não estão satisfeitos com a empresa tendem a não pensar duas vezes em mudar de emprego quando são chamados para uma vaga, afirma Lilian Kozlowski Wizenberg, consultora da Right Management, empresa de consultoria organizacional.
Estudo feito pela Right Management revela que, no geral, o nível de fidelidade dos funcionários com as empresas está em crise. De acordo com a pesquisa, apenas 34% dos funcionários de organizações com mais de 50 empregados afirmam estar totalmente comprometidos, enquanto que 50% se dizem completamente sem comprometimento. O estudo avaliou aproximadamente 30 mil funcionários em 15 países.
De acordo com especialistas ouvidos pelo G1, a relação do funcionário com o chefe é um dos principais fatores que prendem o profissional ao local de trabalho. “Na maior parte dos casos de demissão, as pessoas estão se demitindo do chefe e não da empresa”, disse Ruy Shiozawa, executivo da Great Place to Work Brasil, instituto que realiza pesquisas sobre as melhores empresas para se trabalhar.
Shiozawa afirma que a maioria dos profissionais que classifica as empresas como sendo um excelente lugar para trabalhar se baseia na relação de confiança que tem com o superior imediato.
Shiozawa afirma que a maioria dos profissionais que classifica as empresas como sendo um excelente lugar para trabalhar se baseia na relação de confiança que tem com o superior imediato.
Para o executivo, outros dois fatores colaboram para o grau de comprometimento do funcionário com a corporação: a relação que o empregado tem com o que faz, como gostar e ter orgulho do trabalho, e a relação com o restante da equipe, que precisa ser amigável.
“A gente se compromete com ideias, estados de emoção. A empresa é uma coisa fria. O funcionário se compromete com as ideias que os líderes passam para ele, ele se compromete com a forma que essas pessoas conduzem a empresa”, avalia o consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro.
Ribeiro acrescenta que as pessoas se comprometem também com elas mesmas e com o que gostam de fazer e, por isso, tendem a permanecer na empresa que proporcionar esse prazer a elas.
“O salário e a promoção não aparecem nas pesquisas como fator determinante para demonstrar o grau de satisfação dos funcionários”, diz. O executivo complementa que, apesar de a remuneração ser importante, ela não é vista como fator crucial para uma pessoa ficar ou não em uma empresa, tanto que existem pessoas que saem de um lugar para ganhar menos em outro em busca de maior satisfação pessoal e profissional.
O estudo da Right Management revela que as práticas dos chefes que mais estimulam o comprometimento dos subordinados são reconhecer e valorizar o trabalho dos funcionários, ter capacidade de implantar novas ideias e obter sucesso. Os funcionários também desejam que a estratégia da organização seja comunicada a todos, de forma que os empregados possam ajudar no sucesso da empresa.
Outros fatores
Para a consultora Lilian, outros motivos que fazem um funcionário ficar insatisfeito como a empresa são não gostar do que faz, não se identificar com a cultura e idéias da empresa, falta de transparência na comunicação da instituição e falta de perspectivas de carreira dentro da companhia.
Para a consultora Lilian, outros motivos que fazem um funcionário ficar insatisfeito como a empresa são não gostar do que faz, não se identificar com a cultura e idéias da empresa, falta de transparência na comunicação da instituição e falta de perspectivas de carreira dentro da companhia.
Desânimo
Se ter um chefe transparente, que reconhece o trabalho dos funcionários, é visto como fator crucial para os empregados vestirem a camisa da empresa, atitudes opostas a essas colaboram para espalhar o desânimo entre os colegas. “Às vezes os objetivos das empresas não estão claros. Está escrito no mural a visão e a missão da empresa, mas as pessoas não sentem aquilo na prática”, afirma Lilian.
Se ter um chefe transparente, que reconhece o trabalho dos funcionários, é visto como fator crucial para os empregados vestirem a camisa da empresa, atitudes opostas a essas colaboram para espalhar o desânimo entre os colegas. “Às vezes os objetivos das empresas não estão claros. Está escrito no mural a visão e a missão da empresa, mas as pessoas não sentem aquilo na prática”, afirma Lilian.
O consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro afirma que é o chefe quem tem que descobrir como estimular o comprometimento dos funcionários. “Um ambiente hostil, de controle, cobrança e sufocamento faz as pessoas perderem o comprometimento”. É por isso, segundo ele, que há pessoas que são super engajadas em sociedades e entidades fora da empresa, como na igreja e associações de bairro, e não demonstram tais ações no trabalho.
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sábado, 10 de abril de 2010
A Importância do Networking
Alguns dias atrás resolvi parar e repensar as minhas últimas escolhas, aquelas que me permitiram mudar de trabalho, iniciar um curso superior e dar o primeiro passo para um período (caótico – no bom sentido) de grandes mudanças e pequenos passos em direção aos objetivos pessoais, foi quando me veio à mente a importância do networking (rede de contatos, rede de trabalho ou ainda rede de relacionamentos) no nosso caminho.
Por mais que tenhamos conhecimento na área onde pretendemos atuar, habilidades, disciplina e uma série de outras qualidades, a nossa rede de contatos é, ainda assim, um dos elementos-chave para definir o sucesso de algumas ações ou no mínimo, diminuir drasticamente o esforço, recursos e tempo gastos para se atingir determinadas metas e objetivos, além disso todos sabemos a importância de manter contato com alguém que atua na área em que queremos ou melhor ainda, na empresa em que queremos atuar, não que seja uma relação de puro interesse mas quando essa relação é sincera e traz benefício para ambos, a tendência de ser favorecido aumenta bastante.
Como ainda mantenho contato com algumas pessoas com as quais estudei durante o ensino fundamental, parei para observar um pouco melhor a carreira deles nos dias atuais e para a minha surpresa, as pessoas que estão melhor colocadas hoje, não são aquelas que tinham o melhor aproveitamento em sala e nem é preciso pensar muito para saber por que isso ocorreu, a reposta é o networking que cada um cultiva.
A frase “Nenhum homem é uma ilha” (atribuída ao filósofo Teilhard de Chardin) explica com muita clareza a importância do networking e mesmo sem saber, já o praticamos muitas vezes seja ajudando ou sendo ajudado por alguém da nossa rede de contatos e para o Design, nossa área de atuação, essa é (também) uma ferramenta de extremo valor e que deve ser aprimorada diariamente para que tenhamos sempre boas alternativas para escolher, afinal, sem ela ficaria muito mais difícil conseguir aqueles freelas, empregos em agências e até mesmo colaboradores para nossos projetos portanto, se você ainda não pensou nisso vale a pena parar uns minutos e refletir sobre como está a sua rede de contatos e o que fazer para melhorar.
Mais informações clique aqui.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
Como ser Organizado na Vida e no Trabalho
Em algumas organizações os indivíduos fazem parte de grupos formais sem nunca terem contato com outros colaboradores. É do conhecimento comum que a primeira impressão é a que fica, porém o contato pessoal, a primeira impressão (visual) podem nunca ocorrer. Contudo, o que fazemos dentro de uma empresa está disponível para avaliação de todos que a esta pertecem, e essa é muitas vezes, a única forma pela qual as pessoas nos conhecem: pela organização e qualidade do nosso trabalho.
Dito isto, é possível afirmar que as pessoas podem nos 'enxergar' através do nosso trabalho e quanto mais organizado este for, melhor é a impressão que passamos de nossa personalidade para os outros.
Para ilustrar melhor minhas colocações segue o link de um texto bastante interessante para uma melhor compreensão do que estou expondo. E clicando aqui um teste para identificar se você é ou não é uma pessoa organizada.
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