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    terça-feira, 8 de junho de 2010

    O PERFIL DO PROFISSIONAL DE HOJE

    O PERFIL DO PROFISSIONAL DE HOJE

    No início da década dos anos 90, com o advento da Globalização e a conseqüente abertura do mercado brasileiro para os produtos estrangeiros, oriundos das mais diversas partes do mundo, assim como o ingresso do Brasil no Mercosul e os processos de downsizing, rightsizing, reengenharia, que na realidade representaram reduções dos tamanhos das empresas, reestruturações e em cortes de funcionários por parte das empresas, a Área de Recursos Humanos vem passando de lá para cá, principalmente, transformações significativas e históricas, de modo especial dentro do contexto de assumir novos desafios importante e focados em atrair, reter e, principalmente desenvolver seus talentos humanos, tendo ainda como seu principal objetivo, preservar a auto-estima, a motivação e o estímulo dos colaboradores, mantendo-se um clima organizacional positivo e favorável tanto para as empresas, quanto para os empregados. Hoje, os profissionais, independentemente das áreas onde eles atuam: médicos, dentistas, vendedores, jardineiros, borracheiros, professores, jogadores de futebol, administradores de empresas, mecânicos, cozinheiros, advogados etc, devem a todo o momento, desenvolverem suas competências, visando a plena capacitação profissional, num mundo altamente competitivo e qualificado. onde todos nós devemos estar preparados para prestarmos serviços em nossas empresas, com qualidade, eficiência e produtividade. Há poucos anos atrás, para se ingressar no mercado de trabalho, a escolaridade exigida era oitava. Hoje, já se exige o segundo grau para alguns cargos nível superior com especialização na área de atuação, conhecimentos de informática e, em alguns casos, a escrita e fluência de uma segunda ou terceira língua (inglês, espanhol, italiano etc). Com o rápido avanço da tecnologia, muitas máquinas e equipamentos utilizados para a produção, existentes nas empresas, possuem sofisticados sistemas de computadores e da robótica, motivo pelo qual os operadores destas máquinas deverão necessariamente conhecer informática e, em alguns casos, até o inglês básico. Perdoem-me os prezados leitores e não vai aí nenhuma crítica, muito menos qualquer comentário que envolva a qualidade de vida das pessoas, mas, muitas vezes em nossa vida, não aproveitamos adequadamente nosso tempo disponível para aplica-lo em nosso desenvolvimento e crescimento profissional. Muitas vezes saímos de nossos trabalhos e, ao invés de freqüentarmos escolas, cursos profissionalizantes, treinamentos etc, encostamos "nossos umbigos" nos balcões de bares, muitas vezes jogando tempo, conversa e dinheiro fora. Poderíamos perfeitamente estar aproveitando este tempo para investir em nós mesmos, permitindo aumentar a cada dia nosso conhecimento e, o mais importante, estar aplicando este conhecimento em nosso próprio trabalho ou a favor da comunidade onde atuamos. Hoje se falam muito em trabalhos voluntários junto às escolas e entidades filantrópicas. Talvez seja uma oportunidade de estarmos transferindo nossos conhecimentos para outras pessoas carentes e interessadas em aprender algo de novo. Por outro lado, cabe também às empresas investir em treinamentos e na educação para seus funcionários. Hoje o profissional deverá possuir algumas características básicas: ser pró-ativo, ser generalista, ser flexível, estar propenso a mudanças, entre outras coisas. O que era bom ontem, hoje já não é tão bom e amanhã, com toda certeza, tornará ultrapassado. Vale a pena lembrar aquela estória, que diz o seguinte: "todos os passageiros de um avião, em chamas, foram obrigados a saltar de pára-quedas. Caíram em um determinado lugar da selva africana, um japonês e um norte-americano que, foram abordados por um leão faminto e disposto a devorar a primeira presa que encontrasse. O japonês, mais que depressa, tirou as calças, a camisa, o paletó e a gravata e colocou um shorts, uma camiseta e um tênis, pronto para iniciar um grande corrida. O americano, inconformado, perguntou ao japonês: você acha que pode correr mais que este leão faminto. O japonês respondeu: mais que o leão não, mas mais que você, com certeza".

    Especialistas apontam dez práticas que podem destruir um pequeno negócio

    O empreendedor que começa seu negócio normalmente espera problemas, como os entraves burocráticos e as dificuldades financeiras dos primeiros meses. Mas o pequeno empresário corre outros riscos, muitas vezes não tão óbvios. O G1 perguntou a especialistas quais as situações a que o empreendedor deve estar especialmente atento.Veja a lista das principais armadilhas apontadas por quem entende do assunto para manter o sucesso de um pequeno negócio:

    1) Contratar pessoas baratas

    “Esse não é nem risco, é certeza de derrota”, diz Hélio Rodrigues da Costa, professor da Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ). Para o especialista, muitas vezes uma pessoa qualificada para a vaga faz o trabalho de dois ou três funcionários. “É preciso identificar onde na empresa você precisa de pessoas-chave [e investir nisso]", diz Costa.

    Reinaldo Miguel Messias, consultor do Sebrae de São Paulo, vai além: “Se você pagar a média do mercado para contratar alguém que está do lado de fora [desempregado], você vai pegar os funcionários que as outras empresas não quiseram”, diz ele. A solução, para o especialista, é pagar mais para tirar bons funcionários de outras empresas.

    2) Não reter funcionários e perder conhecimento humano

    Esse risco é unânime entre os especialistas e, segundo eles, uma das maiores dificuldades de qualquer empresa é reter bons funcionários. “Hoje em dia é muito difícil achar pessoas comprometidas”, diz Ana Lígia Finamor, professora da FGV-RJ.

    Hélio Rodrigues da Costa alerta também que o conhecimento na empresa não pode ficar ligado a uma pessoa ou a um grupo de pessoas, para que o negócio não corra risco caso elas saiam. Ou seja: é preciso evitar aquelas situações em que há tarefas que “só fulano sabe fazer”. “As empresas treinam pessoas, mas têm poucos mecanismos para reter o conhecimento delas”, diz o professor.

    3) Não pagar funcionários e tributos dentro da legalidade

    Para Messias, não pagar os direitos trabalhistas ou tributos e outras obrigações em dia é “um empréstimo a longo prazo”, já que quase inevitavelmente a empresa vai ter que pagá-los posteriormente e em valor maior.

    4) Não trocar fechaduras e cadeados e checar estuque do teto para evitar assaltos

    Quando o empresário começa o negócio, alugando uma loja ou galpão, é preciso ficar atento à segurança. “Você não sabe quem alugou o imóvel antes”, diz o consultor do Sebrae, então é preciso trocar fechaduras e cadeados das portas. O consultor do Sebrae também aconselha que os empresários examinem o estuque do teto, para ver se ele é facilmente quebrável, pois ladrões podem entrar retirando telhas e roubar mercadorias e dinheiro.

    5) Não respeitar a privacidade do cliente

    O empreendedor deve ter cuidado com as boas intenções: às vezes, ao enviar cartões, presentes ou outras gentilezas à casa do cliente, pode causar problemas a ele, já que a compra feita pode ser uma surpresa para alguém ou mesmo um segredo.
    Messias dá um exemplo: “O sujeito compra um carro e a concessionária manda flores para a casa dele agradecendo pela compra. O problema é que o sujeito é casado e o carro comprado não era para a família, e sim para outra pessoa."

    6) Comprar para você, não para o cliente

    O empresário precisa pesquisar e conhecer o gosto do cliente e fazer as compras com fornecedores de acordo com isso, e não com seu gosto pessoal, alerta o consultor do Sebrae.

    7) Colocar todos os ovos na mesma cesta

    Uma situação frequente quando o empreendedor está começando os negócios é depender muito de um único cliente ou fornecedor. A situação deve ser evitada: “É um risco muito grande”, diz Messias.

    8) Não calcular todos os custos

    Tanto antes de abrir o negócio, para preparar o imóvel, fazer contratações e formar estoque, quanto depois, com a empresa funcionando, é muito frequente que os empresários tenham problemas para estimar seus custos. “Normalmente, a pessoa tem uma ideia, mas depois se surpreende com todos os gastos que precisam ser feitos”, diz Costa, da FGV. Resultado: margem de lucro menor e ainda mais dificuldades para a pequena empresa.

    9) Não se relacionar bem com fornecedores

    “O fornecedor deve ser seu parceiro, ele vai te dar dicas de tendências, de estoque etc. Você vai ter vantagens”, diz Messias, do Sebrae.

    10) Usar boas práticas sem adaptá-las à sua empresa

    “Um dos maiores erros do pequeno empresário é pegar boas práticas que existem é achar que elas servem para todo mundo”, diz o professor da FGV-RJ. “É preciso entender a lógica por trás da prática e adaptá-la à sua empresa.” Por exemplo, o sistema de pagamentos usado por uma grande empresa de mineração pode ser um exemplo de boa prática, mas dificilmente fará sentido para uma pequena padaria usá-lo.


    Fonte: Portal G1 por Paula Leite

    sexta-feira, 4 de junho de 2010

    quinta-feira, 27 de maio de 2010

    3 Motivos pelos quais os clientes dizem "está caro" (e o que fazer)!


    "Seu preço está muito caro!" é uma frase que todo gestor deve escutar pelo menos uma vez por dia, principalmente no período de matrículas. Exatamente por ser tão comum, é fundamental que se saiba como responder adequadamente a essa objeção. Mas, antes de vermos como responder, é importante entender primeiro por que você ouve essa frase. Segundo o especialista Eric Slife, existem quatro razões principais para que um cliente diga que o serviço está caro, das quais três se aplicam à escola.

    1) O cliente não percebe o valor do produto ou serviço.
    2) Não existe diferencial algum em relação à concorrência.
    3) O cliente está usando a tática mais velha do mundo para negociar.

    1) O cliente não percebe o valor do produto ou serviço. Se o valor percebido pelo cliente é menor do que o preço que você está pedindo, é lógico que ele vai achar caro. Felizmente, existem várias maneiras de aumentar o valor percebido. Por exemplo, a marca e a empresa na qual você trabalha podem ser importantes. Garantias também aumentam esse valor. Rapidez no atendimento é ainda outra opção. Sua experiência de mercado, as características únicas do seu serviço, testemunhais de clientes satisfeitos... enfim, existem dezenas de opções para aumentar o valor percebido do seu produto/serviço.

    Lição de casa: escreva num pedaço de papel dez motivos pelos quais o cliente deve fazer negócios com a sua escola, e não com a concorrência. (Se você não conseguir responder essa pergunta, como espera que o cliente entenda o valor da sua proposta?)

    2) Não existe diferencial algum em relação à concorrência. Se você está num mercado concorrido e tudo está muito semelhante, fica claro que seu cliente vai escolher sempre a opção mais barata. Se você for tipicamente a solução mais barata, então não terá problemas. Caso contrário, terá de montar uma boa estratégia para diferenciar-se da concorrência.

    Lição de casa: escreva num pedaço de papel dez coisas que seus clientes levam em conta na hora de definir a escola dos filhos - além do preço. Em quais delas você está igual ou inferior à concorrência? O que pode ser feito?

    3) O cliente está usando a tática mais velha do mundo para negociar. Muitas vezes o cliente vai lhe dizer que está caro só para ver se você baixa o preço. Alguns nem falam - só fazem uma cara de espanto. Outros ficam em silêncio. Aí você entra em pânico com aquele silêncio constrangedor e desanda a falar sem parar, dando desconto sem nem mesmo o cliente ter pedido. Como lidar com esta situação? Antes de tudo, fique quieto e pense até dez antes de abrir a boca. Aí quem pode ficar incomodado é o cliente, que vai começar a falar e justificar-se. Se por acaso o cliente insistir no assunto, responda: "Pela sua reação, parece que você esperava um valor diferente. Você poderia me dizer qual era sua expectativa e como chegou a esse valor?". Com essa pergunta você descobrirá algumas coisas interessantes, como sua linha de raciocínio, seu orçamento, o conhecimento que tem das ofertas da concorrência. Com essas informações, você pode responder melhor à objeção, de preferência utilizando os diferenciais competitivos do seu serviço. Ou seja, sempre que o cliente pedir um desconto, responda agregando valor.

    Lição de casa: o que é que você vai dizer exatamente - palavra por palavra - da próxima vez que ouvir a objeção "está caro"?

    De acordo com Slife, depois de entender as razões pelas quais escutamos a objeção "seu preço está muito caro", podemos ver claramente que existe muito a ser feito se quisermos realmente lidar proativamente com a situação. Entretanto, mesmo que façamos o possível, com certeza ainda vamos ouvir o "está caro" de vez em quando. Nesses casos, pergunte de maneira simples: "Entendo. Poderia me dizer por que acha que está caro?".

    Essa simples pergunta permite que o cliente tenha a oportunidade de compartilhar com você o verdadeiro motivo da objeção. Não é uma pergunta agressiva e estimula-os a falar. Isso é exatamente o que você quer, pois o coloca no controle e permite que você descubra exatamente como responder às dúvidas do cliente. Isso também impede que você evite o pior erro (e o mais comum) cometido nesta hora - começar a falar sem parar, tentando justificar seu preço.

    Fonte:

    Raúl Candeloro é palestrante e editor das revistas VendaMais, Motivação e Liderança. Mestreem Empreendedorismo pelo Babson College (EUA). Visite o site: www.gestaoemvendas.com.br

    quarta-feira, 19 de maio de 2010

    Onde está o problema?


    Shirleine Ap. Larubia Gimenes
    Psicóloga do N.D.H

    Quando a vida profissional parece estar emperrada. A pergunta que se faz é: Onde está o problema? Se a primeira resposta que vem à sua mente é: “culpa da organização” ou “culpa dos colegas que trabalham comigo”.Cuidado! Pois pelo que se conhece das empresas, nenhuma obriga o colaborador permanecer na instituição, caso este queira ir embora. Outro aspecto que merece relevância é a mera constatação de que é demasiadamente estressante delegar o seu crescimento e êxito exclusivamente a terceiros.Então vamos reformular a questão? Ao invés de a onde está o problema? O que posso fazer dentro da minha área de atuação para transformar meu trabalho para melhor? Responda-me: Quem é você? É aquele que traz problemas? Ou traz soluções?A abordagem cognitiva comportamental distingue duas maneiras de enfrentar problemas:Um é conhecido como estratégia de enfrentamento centrada na emoção. Neste processo, é comum o indivíduo procurar culpados, sendo que em muitas vezes pessoas e problemas viram uma coisa só. Ao invés do discurso “Errei, estou com um problema para ser solucionado”, estes profissionais pensam: “Errei, sou incompetente e serei visto como incompetente”. Não é incomum neste tipo de estratégia, as pessoas ocultarem delas mesmas e dos outros, as possíveis falhas que possam ter cometido, dificultando a resolução da questão. Este processo é muito desgastante, pois a energia interna geralmente é dispersa em mágoa, estresse por se sentir vulnerável e dependente de terceiros, sobrando pouco espaço para a solução e o que é pior, há a persistência do problema que eterniza o ciclo do sofrimento até que o entrave seja solucionado. A dificuldade em ver a questão com certo distanciamento do SER impede a visão objetiva do que ocorre realmente.A outra é a estratégia centrada no objeto, em que a pessoa consegue se distanciar do problema, conseguindo percebê-lo de maneira objetiva, facilitando desta forma, o acesso às soluções. Neste processo, o indivíduo percebe a dificuldade como um desafio a ser superado e que tal situação não ESTÁ atrelada necessariamente ao SER COMPETENTE. Nesta condição há consciência de que processos não eficientes precisam de reajustes, passíveis de aprimoramento e aperfeiçoamento. Ora, não queremos pregar aqui a apologia da falta de responsabilidade, mas sim do direcionamento da energia e atenção para realmente resolver o problema e aprimorar o sistema. Nesta condição, a probabilidade de ocorrer a ampliação de percepção, conhecimento e conseqüentemente competência é muito grande.A questão emergente é: como adotar a segunda forma de atuação?A primeira atitude, sem dúvida, é ter a coragem de encarar o processo de maneira sistêmica, em que a pessoa não só avalia a sua ação, como também a interação desta com o trabalho das demais pessoas e departamentos que tem relação com seu trabalho. Esta visão viabiliza o encontro de SOLUÇÕES mais eficazes para todos, com menos desgaste e estresse.Para este fim, faz-se necessário o PLANEJAMENTO e ACOMPANHAMENTO de processos, para saber o que está funcionando e o que não está funcionando, visando o aprimoramento do sistema (percepção sistêmica).Parabéns!!! Provavelmente você estará com uma percepção mais apurada e mais segura, com uma conduta proativa.Agora você está preparado para construir uma comunicação mais clara e assertiva, como também terá recursos para encontrar SOLUÇÕES E NOVAS OPORTUNIDADES para o seu crescimento e da organização que está inserido.Talvez a empresa não acate as suas sugestões no momento, mas ela saberá que você está empenhado na busca de respostas para o crescimento e não está somente trazendo... Ou procurando... ONDE ESTÁ O PROBLEMA?

    domingo, 16 de maio de 2010

    APRENDIZ UNIVERSITÁRIO


    Prezados colegas,

    Boa noite!

    Venho por meio deste, passar uma informação de interesse para todos nós estudantes universitários sobre um reality show apresentado na Rede Record nas noites de terças e quintas-feiras. Onde são testados os conhecimentos e a criatividade dos participantes selecionados. De grande valia para nossos futuros trabalhos acadêmicos e pessoais.
    Vale à pena conferir o que João Doria Jr. E Cia tem a nos oferecer, para sermos um bom Aprendiz Universitário.

    O Aprendiz, formato da Fremantle Mediaque é sucesso em vários países, volta à grade de programação da Record totalmente repaginado, agora como Aprendiz Universitário. Com cerca de 125 mil inscrições, um recorde da atração, a edição de 2010 é a maior de todos os tempos na emissora. Apenas 16 candidatos foram selecionados, de acordo com seus currículos, entrevistas e desempenho durante as etapas de seleção. Desde janeiro, eles estão confinados em um hotel na cidade de São Paulo. 
    Todos enfrentarão provas e tarefas de difícil superação, sob o olhar atento do apresentador João Doria Jr. E apenas um terá a oportunidade de conquistar o grande prêmio, no valor de R$ 1 milhão, além de uma vaga remunerada no Grupo Doria Associados. Um verdadeiro sonho! 
    Ao lado de João Doria Jr. estão dois grandes nomes do mundo corporativo: a empresária Cristiana Arcangeli e o executivo David Barioni. Eles são os conselheiros do programa e acompanham o desempenho dos aprendizes, auxiliando o apresentador nas decisões mais difíceis, como as que precisam ser tomadas na sala de reunião. 
    O desafio já está na reta final, mas ainda há muita adrenalina e competição, e com certeza vai mudar a rotina desses estudantes daqui pra frente.

    HORÁRIOS DO APRENDIZ UNIVERSITÁRIO NA REDE RECORD: TODA TERÇA E QUINTA, ÀS 23h00

    Por,

    Gabriela Novaes
    Estudante de Administração
    Tel: (71) 9116-5915

    sexta-feira, 14 de maio de 2010

    O Sucesso Profissional X Atualização do Conhecimento


    Fonte: Anderson Hernandes

    Muito se fala sobre sucesso profissional, carreira profissional e visibilidade profissional. Isso gera um ônus constante ao profissional na busca de qualificação para as novas exigências no mercado de trabalho, que por estar em constante mudança, torna a tarefa um círculo vicioso. A pressão para manter-se atualizado é constante, portanto, a primeira regra que você deve aprender é que não importa o quanto se mantenha atualizado, em algum aspecto da sua carreira ele ficará desatualizado.
    Carreiras em áreas de constante mutação como tecnologia, medicina, jurídica e outras, implicam numa atualização contínua. Já carreiras em áreas de menor mutação como marketing, administração, finanças e outras possibilitam uma atualização menos constante. Mas como pode o profissional acompanhar tudo isso?

    Segue algumas dicas:

    1. Faça uma grande atualização de conhecimento a cada dois ou três anos no máximo – Em carreiras profissionais de grande mutação, recomendo que o profissional busque participar de cursos de educação continuada para aprimorar–se. O ideal é que tais cursos tenham uma carga horária justificável, de pelo menos 50 horas para que permita um aprofundamento mínimo nesta atualização. Tais cursos poderão compreender tanto aprimoramentos em suas especializações, como novos conhecimentos de áreas ligadas a sua especialização.
    2. Participe de palestras, convenções e workshops regularmente - Tais eventos ajudam o profissional a manter-se em dia com atualizações do seu conhecimento. Em áreas de grandes ou pequenas mutações, participações poderão trazer-lhe insigts que auxiliarão o seu desenvolvimento profissional.
    3. Todos os anos estudem algo diferente – Escolha atividades que não tenham qualquer influência com o conhecimento profissional para ampliação de seu conhecimento pessoal. A exemplo disso destaco: vinhos, instrumentos musicais, artes e outros assuntos. Até mesmo as empresas têm incentivado seus profissionais a buscar essa diversidade de conhecimento.
    4. Leia, leia e leia – A leitura deve fazer parte do dia a dia do profissional, por isso, falar sobre isso é mais do que redundante. Se estiver lendo esse artigo, provavelmente é um profissional que reconhece essa necessidade.

    O conhecimento é perecível, portanto não se engane em achar que por ter aprendido algo novo ele continuará NOVO por muito tempo, pois quando ele se dissimila quase sempre já tem algo de ultrapassado. Diante disso, o segredo é ser seletivo no conhecimento, pois quando se trata desse assunto é muito fácil gastarmos o tempo indevidamente.

    O conhecimento nos dá muitas lições, e dentre elas posso citar:

    • Não importa o quanto estudemos, sempre haverá muito a estudar.
    • Não importa o quanto nos achemos sábios, sempre agiremos como tolos em alguma faceta da nossa vida.
    • Não importa o quanto conheçamos algo, alguém ainda conhece mais do que nós.
    • Não importa se não conhecemos nada sobre determinado assunto, porque ninguém sabe tudo mesmo.
    • Não importa qual idade temos, porque o conhecimento adquirido não é experiência e está apartado do tempo de vida.

    Por fim, não importa o quanto estudemos, sempre haverá muito a estudar.
    Sucesso na sua Atualização do Conhecimento!

    sexta-feira, 30 de abril de 2010

    A força da liderança nas organizações bem sucedidas

    Por: Keyth Martins

    Antigamente, as empresas eram estruturadas como pirâmides: trabalhadores na base, de baixo para cima, linhas sucessivas de chefes e gerentes. Cada linha tinha mais autoridade do que a que lhe ficava abaixo. Quase ninguém se incomodava com essa organização e a velha pirâmide era sólida, impressionante e sem expectativa de mudança.


    Atualmente essa pirâmide vem sendo quebrada e a solução encontrada é a formação de equipes, capazes de se tornarem flexíveis, de começar a aproveitar às oportunidades e estar sempre aberto às novas idéias. Assim o desenvolvimento de uma equipe produtiva exige uma visão em comum para concordar com as decisões pessoais. Cada equipe é formada por um motivo. Todos os membros precisam conhecer e entender o propósito e os objetivos em comum.

    Segundo Roosevelt, uma equipe pode com freqüência, sair-se melhor do que um indivíduo, quando a equipe trabalha bem, os resultados podem ser poderosos.
    O papel do líder é ajudar pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar, treinar, ensinar, estabelecer e manter relacionamentos bem sucedidos. Para liderar deve-se ter uma boa comunicação, habilidade nos contatos interpessoais, capacidade de treinar e formar equipes afinadas. As pessoas que trabalham juntas podem realizar façanhas incríveis. As idéias, a criatividade e o trabalho em grupo terão que ser comandados por um líder forte que focalize a sinergia de seus liderados.
    O líder tem que dá inspiração, influenciar as pessoas a juntar-se a ele em um propósito, em uma visão e em valores. O propósito estabelece o destino, a visão é para ver onde está indo e os valores é para guiar em direção a um futuro de sucesso sustentável em longo prazo. Segundo BERGAMINI a formação de um vínculo social entre o líder e os liderados consiste em uma condição crucial para o ajustamento dos mesmos nas diferentes circunstâncias de trabalho; entretanto, a formação deste vínculo poderá ocasionar sentimentos positivos ou negativos, ou seja, “o vínculo da liderança só ocorrerá de maneira”, produtiva quando as ações do líder forem ao encontro das expectativas do subordinado e vice-versa.
    As organizações bem-sucedidas para sobreviverem terão de passar por uma mudança cultural profunda e para isso os líderes terão que conceber visão, senso de valores, comunicação, motivação e manter suas capacidades de ação em constante mutação. Para isso a liderança deve ser bem focada e confiante e assim o que transforma a visão em realidade é o sucesso em identificar seus próprios pontos fortes.
    Toda força de trabalho das organizações é motivada pela participação de seus funcionários em todo o processo de trabalho, dessa forma os líderes criam equipes e sabem compreender que os funcionários fazem parte concreta nas tomadas de decisões da organização. Mas, para conseguir resultados positivos têm que desenvolver interesse pelos funcionários e deixar que eles saibam disso, tratar as pessoas como pessoas e saber investir no máximo lucro dos recursos humanos.
    O importante é deixar que as pessoas saibam que a organização as respeita que lhes tem consideração e que elas são importantes e jamais a liderança pode ser forçada. Portanto, o líder do futuro terá de crescer na função que desempenha, esse crescimento terá que ser contínuo e positivo e para isso o primeiro passo é exercer uma visão sobre cada membro da equipe como ser único, dotado de capacidades e dificuldades. Conhecer as necessidades e expectativas pessoais e profissionais de cada membro para a eficiência e a eficácia do processo de liderar.

    Assim, liderança significa ajudar as pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar e manter relacionamentos bem-sucedidos.

    Referência:

    BERGAMINI.C.W.Liderança:administração do sentido .São Paulo.Atlas.1994.
    Carnegie.Dale.O líder em você.5 ed.Rio de Janeiro:Record,1996.

    Segundo o texto,as organizações antigamente eram estruturadas em formato de pirâmides,ou seja,havia uma grande superioridade entre líderes e liderados,pois a autoridade ia aumentando de acordo com os degraus dessa pirâmide.Modelo que nos remete a Escola Clássica de Administração.
    Porém, esse quadro vem sendo mudado a partir da formação de equipes flexíveis e formadas por um motivo,onde cada membro precisa conhecer e entender os propósitos e os objetivos em comum.
    O líder de hoje,tem como missão ajudar as pessoas a realizarem o que elas não são capazes de fazer,influenciando-as a juntar-se a ele,em um propósito em comum,dentro de uma visão de valores.Sendo a formação de vínculo social positivo entre líder e liderado,um fator decisivo para o sucesso da empresa

    Administrador


    "Profissional que dirige ou superintende estabelecimento público ou particular"
    Fonte: Dicionário Michaelis

    O que é ser administrador?

    Administradores são profissionais que organizam, planejam e orientam o uso dos recursos financeiros, físicos, tecnológicos e humanos das empresas, buscando soluções para todo tipo de problema administrativo. Criam métodos, planejam atividades, organizam o funcionamento dos vários setores da empresa, calculam despesas e garantem a perfeita circulação de informações e orientações. O objetivo é evitar falhas de comunicação, escassez ou excesso de empregados, gastos desnecessários ou outros problemas que gerem desperdício, ineficiência, prejuízo à produção, déficit orçamentário. Podem trabalhar em diversas áreas das empresas: material, marketing, produção, organização e métodos, recursos humanos, administração financeira. Passam por várias etapas dentro de uma empresa, podendo trabalhar como analistas, exercer chefias intermediárias, gerência, coordenação, direção superior; atuar em pesquisa e planejamento, assessoria e consultoria.

    Quais as caracter ísticas necessárias para ser um administrador?
    É necessário ter boa capacidade de análise, raciocínio abstrato e aptidão numérica. Também deve ter liderança e ser sociável.

    Características desejáveis:
    Autoconfiança
    Ccapacidade de adaptação a novas situações
    Capacidade de decisão
    Capacidade de negociação
    Capacidade de organização
    Capacidade de pensar e agir sob pressão
    Capacidade de planejamento
    Capacidade de resolver problemas práticos
    Dinamismo
    Espírito empreendedor
    Habilidade para mediar conflitos
    Habilidade para trabalhar em equipe
    Iniciativa
    Noção de prioridades
    Objetividade
    Senso de oportunidade
    Senso de responsabilidade

    Qual a formação necessária para ser um administrador?
    Deve-se prestar vestibular para graduação em um curso regular de administração. O mercado brasileiro oferece a possibilidade de estudar administração de empresas, onde a orientação e formar profissionais para atuar em organizações privadas. Também o curso de administração pública prepara e orienta os administradores a uma atuação em organizações públicas e possibilidades de gestão de políticas e projetos de caráter público.
    Por ter um caráter mais generalista na sua formação, o administrador pode optar por várias áreas de trabalho como profissional. Finanças, Marketing, Tecnologia e Informação, Recursos Humanos e etc. são áreas de grande atenção dos administradores. Marketing Esportivo, Turismo, Administração Hospitalar também são consideradas áreas promissoras para o universo dos administradores.
    No Brasil, para exercer a profissão, uma vez que esta é uma profissão regulamentada, é preciso obter o registro profissional no Conselho Regional de Administração (CRA). Os empregadores, através de headhunters (profissionais que recrutam e selecionam candidatos a vagas disponíveis em empresas contratantes), classificam em jornais e outras formas de recrutamento, buscam os profissionais mais bem preparados, no âmbito acadêmico. Portanto, fazer um curso de pós-graduação ou especialização é sempre um diferencial positivo que o profissional de administração deve considerar.

    Principais atividades de um administrador
    Ele deve planejar, organizar e controlar as atividades de empresas públicas e privadas, além de traçar estratégias e métodos de trabalho nas mais variadas áreas - rural, hospitalar, agroindustrial, escolar, financeira e muitas outras. Seu papel é fundamental nas situações de crise, pois cabe a ele definir onde investir o dinheiro e como equilibrar a saúde financeira e produtiva da empresa.

    Áreas de atuação e especialidades
    Administração agroindustrial: desenvolve projetos, controla a produção e dá assistência ao produtor do campo.

    Administração de cooperativas: supervisionar e fiscalizar a entrada de recursos e distribuição de direitos entre os produtores

    Administração de empresas: organiza e dirige uma empresa, atuando em todas as áreas.

    Administração hospitalar: geralmente pessoas formadas em medicina, que fazem uma especialização em administração, dirigem e administram um hospital.

    Análise de sistemas: gerencia os sistemas de computação em empresas.

    Comércio exterior: trabalha especificamente com o mercado internacional, balança de comércio, taxas alfandegárias, importações e exportações.

    Controladoria: controla finanças, contabilidade, técnicas de organização e métodos administrativos. Realiza auditorias.

    Marketing ou mercadologia: trabalha com o mercado, fazendo pesquisas, orientando lançamento de produtos, orientação de vendas e publicidade.

    Orçamento e finanças: trabalha com mercado de capitais, bolsa de valores, aplicações, investimentos de empresas.

    Produção: controla a entrada e saída de suprimentos e os custos da produção.

    Recursos humanos: faz seleção, treinamento e admissão de pessoal, define políticas de carreira, salário e benefícios, negocia com sindicatos.

    Administração do Terceiro Setor: Planejamento estratégico das operações de ONG's (Organizações Não Governamentais), como fundações e entidades filantrópicas, com vistas a captação de recursos e sua aplicação em projetos sociais, ambientais e educacionais, entre outros.

    Mercado de trabalho
    As áreas de administração de empresas e administração financeira oferecem as melhores oportunidades de trabalho a esse profissional, nas diversas regiões do país, seja no setor público, seja na iniciativa privada. Operadoras logísticas de grande porte também costumam abrir vagas para especialistas na área. Como a concorrência é grande, o diferencial na hora da contratação é a qualificação. Quem tem no currículo curso de especialização, MBA ou pós-graduação tem maiores possibilidades.

    Curiosidades
    Desde o começo da civilização os homens procuraram associar-se uns aos outros, organizando sistemas destinados a solucionar problemas comuns de convivência na sociedade. Até surgiram algumas empresas rudimentares de alguns povos antigos como babilônios e fenícios, mas a criação de uma teoria da administração e a carreira de administrador de empresas, como é reconhecido hoje, só se desenvolveu a partir do século 19, incentivada pela Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no final do século 18 e que gerou importantes mudanças econômicas, políticas e sociais no mundo.

    A industrialização rapidamente se expandiu para Europa e Estados Unidos, o que gerou as bases da moderna Administração. Com o crescimento acelerado das empresas e a necessidade das empresas serem mais eficientes e produtivas, fez-se ainda mais a necessidade da profissão de Administrador.

    Os primeiros estudos sobre um método capaz de aumentar a eficiência e produtividade das empresas em um mercado cada vez mais competitivo, foi a partir da publicação dos estudos de dois engenheiros. O norte-americano Frederick Taylor, responsável pela chamada Escola de Administração Científica, difundia o aumento da eficiência da indústria a partir da racionalização dos operários. O francês Hanri Fayol, por sua vez, disseminou a Escola Clássica da Administração, cuja meta era aumentar a eficiência empresarial por meio de sua organização e aplicação de princípios gerais de administração.

    Esses dois pensamentos uniram-se e deram origem a teorias e conceitos que formaram a administração atual. Depois disso, outras teorias surgiram, moldando o que existe hoje em termos de administração. Com o tempo a administração consolidou-se como ciência social com interação em áreas como direito, ciência econômica, ciência política, sociologia, psicologia social e antropologia.

    sexta-feira, 23 de abril de 2010

    Evitando Erros em um Novo Emprego

    Entre os deslizes estão atrasos, arrogância e desinteresse.
    Recém-chegados devem aprender com os erros; veja dicas.

    Os primeiros meses de um funcionário dentro da empresa são o período em que o novato está sob maior observação pelo empregador – é nessa hora que os chefes avaliam se fizeram uma boa escolha. De acordo com especialistas em recursos humanos, erros nesse momento inicial podem prejudicar a imagem do recém-chegado. A dica é mostrar interesse, ser flexível e, caso falhas venham a acontecer, usá-las como aprendizado para não repetir o deslize.
    “No primeiro momento na empresa, erros básicos que certamente passariam em branco em um profissional com mais tempo de casa podem resultar em uma avaliação negativa”, diz Danielle Alves, responsável pela área de recrutamento e seleção da agência Talk Interactive.
    O que um novato na empresa deve evitar:

    Desinteresse e arrogância

    Não demonstre desinteresse ou arrogância pelo trabalho. Seja paciente, ouça e peça ajuda quando não souber o que fazer.

    Falta de conhecimento

    Erros podem acontecer por falta de conhecimento sobre as políticas da empresa. Cabe à empresa oferecer treinamento, mas cabe também ao funcionário procurar saber como as coisas funcionam no novo emprego.

    Negar trabalho

    Não recuse fazer atividades alegando apenas falta de tempo ou excesso de tarefas. Indique quais são as atividades que está realizando e negocie as prioridades e prazos. Seja flexível.

    Críticas sem embasamento

    Não critique processos que não conhece e não dê sugestões sem embasamento. Procure conhecer como as coisas funcionam na empresa antes de falar algo.

    Faltas e atrasos

    Evite faltas, atrasos e saídas do período de trabalho, além de querer ir embora cedo. Faça o possível para não se ausentar. Cuide da saúde e saia de casa com antecedência para evitar atrasos. Resolva assuntos particulares fora do horário de trabalho.

    Formas de evitar

    Muitas dessas “gafes” são comportamentais e podem ser evitadas, dizem especialistas, como chegar atrasado, querer ir embora cedo, ter má vontade, se recusar a fazer as atividades, não ser humilde ao aprender e fazer críticas sem embasamento.
    Há também casos de erros por conta de dúvidas em relação aos procedimentos da nova empresa, o que pode ser resolvido com perguntas a respeito de como as coisas funcionam na empregadora.
    “O novo empregado, mais do que os outros, deve ter a humildade e a esperteza de fazer muitas perguntas e buscar todas as informações e conhecimentos possíveis”, aconselha Angela Souza, especialista em gestão estratégica. De acordo com Angela, as pessoas tendem a ver com naturalidade os questionamentos do recém-contratado, ao contrário do que muitos pensam.
    “A postura de quem acaba de entrar numa empresa deve ser a de aprendiz, mesmo que seja um gerente. Ele deve fazer o trabalho da melhor maneira que puder, buscar e oferecer ajuda aos colegas e não tentar ser o ‘sabe-tudo’”, indica.

    O que o novato deve procurar fazer:

    Aprender com os erros

    Erros acontecem, mas devem servir como aprendizado. Erros recorrentes pegam mal e demonstram imaturidade.


    Ter atenção

    Procure ficar atento a todas as orientações que forem dadas. Anote os procedimentos e revise o que for necessário.


    Fazer amigos

    Procure não se isolar. Faça contatos e mantenha um bom relacionamento com os novos colegas.


    Regras da Empresa

    Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online, indica que cabe ao iniciante se preocupar em conhecer as regras da empresa, mas cabe também à companhia dar treinamento e orientações necessárias.
    As empresas preferem as pessoas que erram tentando fazer o melhor do que as que nunca erram porque nunca tentam nada diferente"
    Angela Souza
    A consultora lembra que muitas vezes o nervosismo e a ansiedade atrapalham o bom andamento das atividades do novo funcionário, o que reforça ainda mais a necessidade das empresas de ficarem atentas se estão oferecendo aos seus novos colaboradores o suporte necessário.
    Outro engano comum cometido por profissionais antes mesmo de conseguir uma vaga, para a especialista Angela, é fingir ser o que na verdade não é no processo de seleção. Ela diz que, em algum momento no novo trabalho, o novato precisará mostrar as qualidades e o comportamento que mostrou na entrevista. “Ninguém escapa da ‘hora da verdade’. Assim, penso que um grande erro é mentir e tentar manipular na fase de seleção”, afirma.

    Boa imagem

    Se há ações que prejudicam a imagem do novo funcionário, há atitudes que podem ser tomadas para que o profissional seja bem visto. Entre elas estão demonstrar interesse pelo trabalho e procurar ter um bom relacionamento com os colegas e com o chefe, aconselha Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br.
    A especialista Angela concorda e diz que as demissões acontecem menos por erros cometidos e mais por inadequação de perfil. Exemplos são a pessoa não apresentar as qualidades necessárias para a realização do trabalho ou não se adaptar à equipe ou ao ambiente de trabalho, cita.

    Experiência

    Normalmente, a marcação cerrada do novo profissional acontece nos primeiros três meses, o chamado período de experiência (quando a pessoa pode ser demitida sem necessidade de indenização de aviso prévio, nos casos dos contratados com carteira assinada), explica Angela. de acordo com ela, “após o período de experiência, quando se decide pela permanência da pessoa, ela pode acreditar que está se saindo bem". Veja abaixo como funciona o período de experiência.

    Período de experiência

    • O período de experiência é um contrato feito entre a empresa e o funcionário e, geralmente, é de 45 dias, renovável por mais 45. Veja abaixo os direitos do funcionário em caso de demissão nesse período:
    • Empregado demitido antes do término do período do contrato
    O que ele tem direito: Saldo de salário, 13º proporcional, férias proporcionais, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) proporcional e multa de 40% sobre o FGTS.

    • Empregado demitido no término do período do contrato
    O que ele tem direito: Saldo de salário, 13º proporcional, férias proporcionais e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) proporcional.

    • Empregado pede demissão
    O que ele tem direito: Saldo de salário e 13º proporcional.
    Fonte: advogado trabalhista Alan Balaban Sasson

    “Erros não são bem-vindos mesmo de antigos profissionais. Entretanto, quando um profissional atua há mais tempo na empresa, ao cometer um erro, seu histórico de acertos é considerado e o erro poderá ser irrelevante”, diz Daniella, da Catho Online. “Já um profissional novo na empresa ainda não criou esse histórico de resultados positivos e, por esse motivo, até erros menos graves podem prejudicá-lo”, afirma.
    É por esses motivos que os especialistas revelam que, quando for possível, o erro seja evitado nos primeiros meses – apesar de as falhas serem praticamente inevitáveis.
    Danielle diz ser importante que o profissional se adapte à cultura da empresa, procure conhecer e seguir as regras comportamentais. “Um erro seguido de inúmeros acertos e colaboração é minimizado. Em compensação um erro seguido de má vontade torna-se ainda mais visado”, sugere.
    Erros, porém, todos cometemos, lembra a especialista Angela. “As empresas preferem as pessoas que erram tentando fazer o melhor do que as que nunca erram porque nunca tentam nada diferente”, afirma. Para ela, nesses casos, os erros devem servir como aprendizagem e não ser recorrentes – o que abala a reputação de qualquer um.
    Ao cometer um erro, ela indica: assuma. “O pior dos erros é tentar escondê-los ou, pior ainda, achar culpados e não assumir a responsabilidade.”

    Créditos: G1.com

    sexta-feira, 16 de abril de 2010

    Uma Visão Atual da Autoridade Carismática nas Organizações

    Fonte: G1 (globo.com)

    O principal fator que faz o funcionário vestir a camisa da empresa é ter um bom relacionamento com o chefe e com a equipe, afirmam especialistas. Já o salário, ao contrário do que muitos podem pensar, influencia pouco na fidelidade do profissional ao empregador.
    Com o aquecimento da economia e o aumento da oferta de emprego, esses profissionais que não estão satisfeitos com a empresa tendem a não pensar duas vezes em mudar de emprego quando são chamados para uma vaga, afirma Lilian Kozlowski Wizenberg, consultora da Right Management, empresa de consultoria organizacional.
    Estudo feito pela Right Management revela que, no geral, o nível de fidelidade dos funcionários com as empresas está em crise. De acordo com a pesquisa, apenas 34% dos funcionários de organizações com mais de 50 empregados afirmam estar totalmente comprometidos, enquanto que 50% se dizem completamente sem comprometimento. O estudo avaliou aproximadamente 30 mil funcionários em 15 países.

    Gostar do chefe
    De acordo com especialistas ouvidos pelo G1, a relação do funcionário com o chefe é um dos principais fatores que prendem o profissional ao local de trabalho. “Na maior parte dos casos de demissão, as pessoas estão se demitindo do chefe e não da empresa”, disse Ruy Shiozawa, executivo da Great Place to Work Brasil, instituto que realiza pesquisas sobre as melhores empresas para se trabalhar.
    Shiozawa afirma que a maioria dos profissionais que classifica as empresas como sendo um excelente lugar para trabalhar se baseia na relação de confiança que tem com o superior imediato. 
    Para o executivo, outros dois fatores colaboram para o grau de comprometimento do funcionário com a corporação: a relação que o empregado tem com o que faz, como gostar e ter orgulho do trabalho, e a relação com o restante da equipe, que precisa ser amigável.
    “A gente se compromete com ideias, estados de emoção. A empresa é uma coisa fria. O funcionário se compromete com as ideias que os líderes passam para ele, ele se compromete com a forma que essas pessoas conduzem a empresa”, avalia o consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro.
    Ribeiro acrescenta que as pessoas se comprometem também com elas mesmas e com o que gostam de fazer e, por isso, tendem a permanecer na empresa que proporcionar esse prazer a elas.
    “O salário e a promoção não aparecem nas pesquisas como fator determinante para demonstrar o grau de satisfação dos funcionários”, diz. O executivo complementa que, apesar de a remuneração ser importante, ela não é vista como fator crucial para uma pessoa ficar ou não em uma empresa, tanto que existem pessoas que saem de um lugar para ganhar menos em outro em busca de maior satisfação pessoal e profissional.
    O estudo da Right Management revela que as práticas dos chefes que mais estimulam o comprometimento dos subordinados são reconhecer e valorizar o trabalho dos funcionários, ter capacidade de implantar novas ideias e obter sucesso. Os funcionários também desejam que a estratégia da organização seja comunicada a todos, de forma que os empregados possam ajudar no sucesso da empresa.
    Outros fatores
    Para a consultora Lilian, outros motivos que fazem um funcionário ficar insatisfeito como a empresa são não gostar do que faz, não se identificar com a cultura e idéias da empresa, falta de transparência na comunicação da instituição e falta de perspectivas de carreira dentro da companhia.
    Desânimo
    Se ter um chefe transparente, que reconhece o trabalho dos funcionários, é visto como fator crucial para os empregados vestirem a camisa da empresa, atitudes opostas a essas colaboram para espalhar o desânimo entre os colegas. “Às vezes os objetivos das empresas não estão claros. Está escrito no mural a visão e a missão da empresa, mas as pessoas não sentem aquilo na prática”, afirma Lilian.
    O consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro afirma que é o chefe quem tem que descobrir como estimular o comprometimento dos funcionários. “Um ambiente hostil, de controle, cobrança e sufocamento faz as pessoas perderem o comprometimento”. É por isso, segundo ele, que há pessoas que são super engajadas em sociedades e entidades fora da empresa, como na igreja e associações de bairro, e não demonstram tais ações no trabalho.

    quarta-feira, 14 de abril de 2010

    Como a educação ambiental para funcionários pode beneficiar sua empresa


    É notória a preocupação com os rumos que o planeta está tomando. A destruição gratuita promovida pelo homem está acelerando processos destrutivos, como o aquecimento global. Um cenário lamentável, mas que não pode e nem deve continuar. Por isso acredito que existam diversas formas de conscientizar as pessoas sobre os malefícios desta destruição. E uma delas, sem dúvida, é promover a Educação Ambiental.
    A Educação ambiental, quando voltada especificamente para os funcionários de uma empresa, pode trazer diversos benefícios para a organização como um todo. Este processo pode ser feito através da implantação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), da realização de mini-cursos, palestras e até mesmo através da contratação de consultorias que se encarregam de gerenciar estes processos educativos. Porém, é preciso destacar que as pessoas dentro da organização precisam estar alinhadas a estes princípios de conservação ambiental. Elas precisam pensar e agir de forma comprometida com o meio ambiente e, principalmente, com os impactos que suas atitudes equivocadas podem gerar no ecossistema em que vivem.
    Tais mudanças, práticas e de pensamento, trazem benefícios, de curto, médio ou longo prazo, para as empresas, como:
    * Funcionários comprometidos com os ideais da empresa;
    * Boa imagem da empresa frente aos clientes e sociedade em geral;
    * Apelo forte de marketing junto à marca da empresa;
    * Vantagem competitiva frente aos concorrentes;
    * Aumento da lucratividade decorrente do melhor posicionamento de sua empresa e produtos/serviços no mercado;
    * Chances reduzidas de provocar um acidente ambiental e com isso manchar a imagem da empresa;
    * Melhor relacionamento com as comunidades vizinhas, desenvolvendo parcerias na preservação ambiental local;
    * Ter uma empresa comprometida com ações que preservam o meio ambiente e garantem um futuro mais saudável para as próximas gerações.
    * E tantos outros benefícios óbvios advindos da preservação ambiental.

    Fonte: http://www.sobreadministracao.com/como-a-educacao-ambiental-para-funcionarios-pode-beneficiar-sua-empresa/

    terça-feira, 13 de abril de 2010

    Mulheres empreendem mais que os homens no Brasil

    São Paulo - Reconhecidas pela sua força, as mulheres brasileiras superam os homens no mundo dos negócios. Dos 18,8 milhões de pessoas à frente de empreendimentos em estágio inicial ou com menos de 42 meses de existência no Brasil, 53% são mulheres e 47%, homens. É o que mostra a mais nova edição da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, a GEM 2009, divulgada na manhã desta terça-feira (6), em entrevista coletiva em São Paulo. Uma das novidades do estudo é que pela primeira vez a proporção de mulheres empreendendo por oportunidade supera a de homens na mesma condição.

    Em 2009, além do Brasil, apenas outros dois paises registraram taxas de empreendedorismo feminino mais elevadas que as dos homens: Tonga, com 61%, e Guatemala, com 54%. Já as brasileiras estão praticando um empreendedorismo cada vez mais planejado e consistente. Sobre este aspecto, o estudo constatou que dos empreendedores por oportunidade 53,4% são mulheres e 46,6%, homens.

    A pesquisa GEM é realizada no exterior desde 1999. Chegou ao Brasil em 2000 por meio do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBPQ). Em 2001, passou a contar com a participação do Sebrae. A GEM tem entre suas finalidades avaliar, divulgar e influenciar as políticas de incentivo ao empreendedorismo no Brasil e no mundo. Cinqüenta e quatro países participaram do estudo em 2009.

    Empreendedores em Estágio Inicial

    Na décima edição da pesquisa no país, a Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) brasileira é a sexta maior entre os países com nível comparável de desenvolvimento econômico, com 15,3%, o que equivale a 18,8 milhões de pessoas. A TEA é formada pela proporção de pessoas com idade entre 18 e 64 anos envolvidas com empreendimentos em estágio inicial ou com menos de 42 meses de existência. A taxa brasileira está acima da média histórica do país, que é de 13%. Em 2008, por exemplo, a taxa foi de 12%. Em 2009, o Brasil ficou à frente de países como Argentina, Uruguai e Irã.

    Para o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, mais importante do que verificar isoladamente a taxa de empreendedorismo, o GEM também tem papel fundamental por analisar questões como nível de inovação, motivação para empreender e recortes por gênero e faixa etária. “Observamos que em termos quantitativos o Brasil vai muito bem, mas ainda precisamos melhorar em termos qualitativos”, avalia Okamotto. O presidente do Sebrae aproveita para destacar a evolução do empreendedorismo no Brasil nos últimos anos. “Flagramos melhorias como a redução na mortalidade das empresas, o aumento das capacitações dos trabalhadores e o surgimento de um ambiente mais propício aos novos negócios a partir da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa”, assinala.
    A GEM 2009 demonstra também que a população empreendedora brasileira se concentra entre os jovens, nas idades de 18 e 34 anos, atingindo 52,5%. Do total de empreendedores, 20,8% estão na faixa de 18 a 24 anos enquanto 31,7% encontram-se entre 25 e 34 anos. Ao analisar isoladamente os números, esta última taxa se mantém inalterada em toda a série histórica do estudo, demonstrando que é nesta faixa que se concentra a maior parte dos empreendedores brasileiros. A menor taxa ficou entre os adultos de 55 a 64 anos, com representatividade de 4,3%.

    Metodologia
    Criado em 1999, o Global Entrepreneurship Monitor (GEM) é o maior estudo independente do mundo sobre a atividade empreendedora, cobrindo 54 países consorciados, o que representa 95% do Produto Interno Bruto (PIB) e dois terços da população mundial. O GEM é coordenado pelo Global Entrepreneurship Research Association (GERA) - organização composta e dirigida pela London Business School (Inglaterra), pelo Babson College (Estados Unidos) e por representantes dos países participantes do estudo.

    No Brasil desde 2000, o GEM vem se consolidando como importante referência nacional para as iniciativas relacionadas ao tema empreendedorismo. O projeto é liderado pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), entidade que coordena e executa o Projeto GEM, tendo como parceiros o Sebrae, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/PR) e o Serviço Social da Indústria (Sesi/PR).
    Para compor a pesquisa no Brasil, em 2009, foram entrevistados 2 mil indivíduos de idade adulta, entre 18 e 64 anos, de todas as regiões brasileiras, selecionados por meio de amostra probabilística, e mais de 180 mil pessoas no mundo. A pesquisa, que tem nível de confiança de 95% e erro amostral de 1,47%, conta ainda com opiniões de 36 especialistas brasileiros. Entre os anos de 2000 a 2009 foram entrevistados no Brasil 21,9 mil adultos.
    Agência Sebrae de Notícias: www.agenciasebrae.com.br

    sexta-feira, 9 de abril de 2010

    Como ser Organizado na Vida e no Trabalho



    Em algumas organizações os indivíduos fazem parte de grupos formais sem nunca terem contato com outros colaboradores. É do conhecimento comum que a primeira impressão é a que fica, porém o contato pessoal, a primeira impressão (visual) podem nunca ocorrer. Contudo, o que fazemos dentro de uma empresa está disponível para avaliação de todos que a esta pertecem, e essa é muitas vezes, a única forma pela qual as pessoas nos conhecem: pela organização e qualidade do nosso trabalho.
    Dito isto, é possível afirmar que as pessoas podem nos 'enxergar' através do nosso trabalho e quanto mais organizado este for, melhor é a impressão que passamos de nossa personalidade para os outros.


    Para ilustrar melhor minhas colocações segue o  link de um texto bastante interessante para uma melhor compreensão do que estou expondo. E clicando aqui um teste para identificar se você é ou não é uma pessoa organizada.

    Campos de Atuação e Atividades Privativas do Administrador

    De acordo com os arts. 2º da Lei nº 4.769/65 e 3º do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 61.934/67, a atividade profissional de Administrador será exercida, como profissão liberal ou não, mediante:
    a) elaboração de pareceres, relatórios, planos, projetos, arbitragens e laudos, em que se exija a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de organização;
    b) pesquisas, estudos, análises, interpretação, planejamento, implantação, coordenação e controle dos trabalhos nos campos de administração geral, como administração e seleção de pessoal, organização, análise, métodos e programas de trabalho, orçamento, administração de material e financeira, relações públicas, administração mercadológica, administração de produção, relações industriais, bem como outros campos em que estes se desdobrem ou com os quais sejam conexos;
    c) exercício de funções e cargos de Administrador do Serviço Público Federal, Estadual, Municipal, Autárquico, Sociedades de Economia Mista, empresas estatais, paraestatais e privadas, em que fique expresso e declarado o título do cargo abrangido;
    d) o exercício de funções de chefia ou direção, intermediária ou superior, assessoramento e consultoria em órgãos, ou seus compartimentos, da Administração pública ou de entidades privadas, cujas atribuições envolvam principalmente, a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de administração;
    e) magistério em matérias técnicas do campo da administração e organização.
    Parágrafo único. A aplicação do disposto nas alíneas c, d e e não prejudicará a situação dos atuais ocupantes de cargos, funções e empregos, inclusive de direção, chefia, assessoramento e consultoria no Serviço Público e nas entidades privadas, enquanto os exercerem.