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    terça-feira, 8 de junho de 2010

    Especialistas apontam dez práticas que podem destruir um pequeno negócio

    O empreendedor que começa seu negócio normalmente espera problemas, como os entraves burocráticos e as dificuldades financeiras dos primeiros meses. Mas o pequeno empresário corre outros riscos, muitas vezes não tão óbvios. O G1 perguntou a especialistas quais as situações a que o empreendedor deve estar especialmente atento.Veja a lista das principais armadilhas apontadas por quem entende do assunto para manter o sucesso de um pequeno negócio:

    1) Contratar pessoas baratas

    “Esse não é nem risco, é certeza de derrota”, diz Hélio Rodrigues da Costa, professor da Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ). Para o especialista, muitas vezes uma pessoa qualificada para a vaga faz o trabalho de dois ou três funcionários. “É preciso identificar onde na empresa você precisa de pessoas-chave [e investir nisso]", diz Costa.

    Reinaldo Miguel Messias, consultor do Sebrae de São Paulo, vai além: “Se você pagar a média do mercado para contratar alguém que está do lado de fora [desempregado], você vai pegar os funcionários que as outras empresas não quiseram”, diz ele. A solução, para o especialista, é pagar mais para tirar bons funcionários de outras empresas.

    2) Não reter funcionários e perder conhecimento humano

    Esse risco é unânime entre os especialistas e, segundo eles, uma das maiores dificuldades de qualquer empresa é reter bons funcionários. “Hoje em dia é muito difícil achar pessoas comprometidas”, diz Ana Lígia Finamor, professora da FGV-RJ.

    Hélio Rodrigues da Costa alerta também que o conhecimento na empresa não pode ficar ligado a uma pessoa ou a um grupo de pessoas, para que o negócio não corra risco caso elas saiam. Ou seja: é preciso evitar aquelas situações em que há tarefas que “só fulano sabe fazer”. “As empresas treinam pessoas, mas têm poucos mecanismos para reter o conhecimento delas”, diz o professor.

    3) Não pagar funcionários e tributos dentro da legalidade

    Para Messias, não pagar os direitos trabalhistas ou tributos e outras obrigações em dia é “um empréstimo a longo prazo”, já que quase inevitavelmente a empresa vai ter que pagá-los posteriormente e em valor maior.

    4) Não trocar fechaduras e cadeados e checar estuque do teto para evitar assaltos

    Quando o empresário começa o negócio, alugando uma loja ou galpão, é preciso ficar atento à segurança. “Você não sabe quem alugou o imóvel antes”, diz o consultor do Sebrae, então é preciso trocar fechaduras e cadeados das portas. O consultor do Sebrae também aconselha que os empresários examinem o estuque do teto, para ver se ele é facilmente quebrável, pois ladrões podem entrar retirando telhas e roubar mercadorias e dinheiro.

    5) Não respeitar a privacidade do cliente

    O empreendedor deve ter cuidado com as boas intenções: às vezes, ao enviar cartões, presentes ou outras gentilezas à casa do cliente, pode causar problemas a ele, já que a compra feita pode ser uma surpresa para alguém ou mesmo um segredo.
    Messias dá um exemplo: “O sujeito compra um carro e a concessionária manda flores para a casa dele agradecendo pela compra. O problema é que o sujeito é casado e o carro comprado não era para a família, e sim para outra pessoa."

    6) Comprar para você, não para o cliente

    O empresário precisa pesquisar e conhecer o gosto do cliente e fazer as compras com fornecedores de acordo com isso, e não com seu gosto pessoal, alerta o consultor do Sebrae.

    7) Colocar todos os ovos na mesma cesta

    Uma situação frequente quando o empreendedor está começando os negócios é depender muito de um único cliente ou fornecedor. A situação deve ser evitada: “É um risco muito grande”, diz Messias.

    8) Não calcular todos os custos

    Tanto antes de abrir o negócio, para preparar o imóvel, fazer contratações e formar estoque, quanto depois, com a empresa funcionando, é muito frequente que os empresários tenham problemas para estimar seus custos. “Normalmente, a pessoa tem uma ideia, mas depois se surpreende com todos os gastos que precisam ser feitos”, diz Costa, da FGV. Resultado: margem de lucro menor e ainda mais dificuldades para a pequena empresa.

    9) Não se relacionar bem com fornecedores

    “O fornecedor deve ser seu parceiro, ele vai te dar dicas de tendências, de estoque etc. Você vai ter vantagens”, diz Messias, do Sebrae.

    10) Usar boas práticas sem adaptá-las à sua empresa

    “Um dos maiores erros do pequeno empresário é pegar boas práticas que existem é achar que elas servem para todo mundo”, diz o professor da FGV-RJ. “É preciso entender a lógica por trás da prática e adaptá-la à sua empresa.” Por exemplo, o sistema de pagamentos usado por uma grande empresa de mineração pode ser um exemplo de boa prática, mas dificilmente fará sentido para uma pequena padaria usá-lo.


    Fonte: Portal G1 por Paula Leite

    segunda-feira, 7 de junho de 2010

    A importância do conhecimento humanístico para a carreira do administrador.


    A especialização, a rigidez, a inaptidão para comunicar ou interagir nos programas e no comportamento dos estudantes, são características do modelo atual de formação do administrador, fatos estes que foram e são muito contestados.
    O texto visa apontar um norte para a formação dos bacharéis em administração, que utilize solidamente os conhecimentos humanísticos para proporcionar ao gestor uma visão holística dos mercados e do mundo.
    Os autores sugerem que apesar das diversas críticas, o pensamento administrativo não foi profundamente e amplamente avaliado. Ele acredita que o curso de administração de empresas é genérico demais, não possibilitando ao docente adquirir conhecimentos acadêmicos suficientes para exercer a sua função de forma plena em todos os tipos de organizações.
    Haveria então a necessidade de contemplar diversas disciplinas, conhecidas por “as grandes áreas da administração”, desta forma potencializando a superficialidade com que são abordados os assuntos, em especial da carreira de ciências sociais.
    Um dos estímulos a esta configuração de ensino está embasado nas pretensões dos formandos. Eles estariam mais preocupados em se inserir no mercado de trabalho em detrimento da produção de conhecimento científico ou da especialização. Os alunos do curso de administração são generalizados pelos autores como imediatistas e de postura essencialmente pragmática.
    Além disso, Cunha e Gomes (2009) afirmam que existem alguns professores que não possuem um comprometimento real em transferir o seu conhecimento teórico, desta forma utilizando-se do ‘pacto corrupto’ – conforme citado no texto. 
    Dessa forma, os alunos não desenvolvem pensamento crítico a respeito dos conteúdos que estudam, alheando-se a inúmeras questões, havendo uma rejeição dos alunos no aprendizado da teoria. O estudo da administração vem sendo resumido a uma receita de bolo, sugerindo-se um conjunto de técnicas que supostamente resolverão os problemas organizacionais.
    Segundo o texto, a teoria é o alicerce da técnica e o ambiente organizacional é dinâmico, apresentando muitas vezes situações nas quais são necessárias uma racionalização do problema a fim de adequar as técnicas adquiridas a contextos novos e específicos.
    De acordo com os autores, o pragmatismo de alunos e professores compromete completamente a disseminação da teoria social que, por conseqüência, compromete o espaço do pensamento crítico, resultando na reprodução permanente do sistema. O que prejudica alunos, professores, futuros administradores e à ciência como um todo.
    A globalização e, mais especificamente, o mercado mundial, necessita de um administrador com conhecimentos de ciências sociais, capaz de pensar a sobrevivência das organizações e os problemas da coletividade diretamente ligada a estas. E que possam, alicerçados na teoria social, buscar soluções a problemas que somente o ensino tecnicista não resolve por completo.
    Conforme citado no texto, o bacharel devia ser capaz de agregar aos conhecimentos técnicos, sólidos conhecimentos sociais. Por exemplo, um gestor de Recursos Humanos deveria ter domínio da Antropologia e um gestor da área de Marketing ter domínio da Lingüística.
    Os autores concluem que, o novo administrador deve saber o seu papel na democracia participativa e na melhoria das condições sociais, sendo um agente de mudanças na organização em que ele atua.

    sexta-feira, 4 de junho de 2010

    quarta-feira, 5 de maio de 2010

    quarta-feira, 28 de abril de 2010

    A Importância da Cooperação



    No contexto da economia e sociologia é uma relação baseada na colaboração entre indivíduos ou organizações, no sentido de alcançar objetivos comuns, utilizando métodos mais ou menos consensuais. A cooperação opõe-se, de certa forma, à competição. Contudo, o desejo de competir com outros do mesmo grupo no sentido de obter um estatuto mais elevado é, por vezes, considerado como catalizador da ação cooperativa. Da mesma forma, os indivíduos podem organizar-se em grupos que cooperam internamente e, ao mesmo tempo, competem com outros grupos.

    A Cooperação Humana

    Ainda que a totalidade dos membros de um grupo beneficiem da cooperação de todos, o interesse próprio de cada indivíduo pode agir em sentido contrário. Nós seres humanos somos verdadeiramente egoístas e não existe nenhuma forma de cooperação pura. A cooperação embora seja vista como interação grupal não passa de uma forma egoísta. Neste contexto cada ser humano retira da cooperação o que mais lhe convém dando assim à sua caracteristica intrínseca do egoísmo e egocentrismo. Os indivíduos agem de forma a maximizar os seus ganhos em todos os aspectos da sua vivência. Cooperação pressupõe também que os indivíduos se preocupem com os outros que pense no coletivo também. Por vezes o indivíduo tem que se sacrificar pelo todo (o louva-a-deus macho deixa que a fêmea lhe coma a cabeça para que possa retirar daí nutrientes que lhe permitiram dar continuidade à espécie) proporcionando assim um maior desenvolvimento e progressão do coletivo e por consequência do individual também.
    Exemplo de cooperação:

    Governo destaca a importância da cooperação com organizações de produtores

    O Secretário Regional da Agricultura e Florestas reuniu-se com a nova direcção da Associação de Jovens Agricultores Micaelenses para tomar conhecimento dos seus objectivos e preocupações, no sentido de “unir esforços para ultrapassar os problemas e ganhar mais consideração social” para o sector agrícola dos Açores.
    Da parte do Governo dos Açores ficou a total disponibilidade para apoiar a AJAM(Associação dos Jovens Agricultores de Moura) na melhoria dos meios e recursos de que dispõe e para a aumento da sua capacidade de intervenção.
    Noé Rodrigues destacou ainda a importância do diálogo e encontros com os dirigentes das organizações de produtores para “fazer mais e melhor” em prol dos agricultores e da agricultura
    açoriana .
    Podemos perceber que , a cooperação é muito importante,pois,com a interação de ambas partes,faz com que a atividade ou o objetivo da cooperação seja feito da melhor forma ,onde todos tenham fins positivos ,alcançando assim suas metas.


    Links Externos:

    Texto01

    Texto02


    terça-feira, 13 de abril de 2010

    Mulheres empreendem mais que os homens no Brasil

    São Paulo - Reconhecidas pela sua força, as mulheres brasileiras superam os homens no mundo dos negócios. Dos 18,8 milhões de pessoas à frente de empreendimentos em estágio inicial ou com menos de 42 meses de existência no Brasil, 53% são mulheres e 47%, homens. É o que mostra a mais nova edição da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, a GEM 2009, divulgada na manhã desta terça-feira (6), em entrevista coletiva em São Paulo. Uma das novidades do estudo é que pela primeira vez a proporção de mulheres empreendendo por oportunidade supera a de homens na mesma condição.

    Em 2009, além do Brasil, apenas outros dois paises registraram taxas de empreendedorismo feminino mais elevadas que as dos homens: Tonga, com 61%, e Guatemala, com 54%. Já as brasileiras estão praticando um empreendedorismo cada vez mais planejado e consistente. Sobre este aspecto, o estudo constatou que dos empreendedores por oportunidade 53,4% são mulheres e 46,6%, homens.

    A pesquisa GEM é realizada no exterior desde 1999. Chegou ao Brasil em 2000 por meio do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBPQ). Em 2001, passou a contar com a participação do Sebrae. A GEM tem entre suas finalidades avaliar, divulgar e influenciar as políticas de incentivo ao empreendedorismo no Brasil e no mundo. Cinqüenta e quatro países participaram do estudo em 2009.

    Empreendedores em Estágio Inicial

    Na décima edição da pesquisa no país, a Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) brasileira é a sexta maior entre os países com nível comparável de desenvolvimento econômico, com 15,3%, o que equivale a 18,8 milhões de pessoas. A TEA é formada pela proporção de pessoas com idade entre 18 e 64 anos envolvidas com empreendimentos em estágio inicial ou com menos de 42 meses de existência. A taxa brasileira está acima da média histórica do país, que é de 13%. Em 2008, por exemplo, a taxa foi de 12%. Em 2009, o Brasil ficou à frente de países como Argentina, Uruguai e Irã.

    Para o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, mais importante do que verificar isoladamente a taxa de empreendedorismo, o GEM também tem papel fundamental por analisar questões como nível de inovação, motivação para empreender e recortes por gênero e faixa etária. “Observamos que em termos quantitativos o Brasil vai muito bem, mas ainda precisamos melhorar em termos qualitativos”, avalia Okamotto. O presidente do Sebrae aproveita para destacar a evolução do empreendedorismo no Brasil nos últimos anos. “Flagramos melhorias como a redução na mortalidade das empresas, o aumento das capacitações dos trabalhadores e o surgimento de um ambiente mais propício aos novos negócios a partir da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa”, assinala.
    A GEM 2009 demonstra também que a população empreendedora brasileira se concentra entre os jovens, nas idades de 18 e 34 anos, atingindo 52,5%. Do total de empreendedores, 20,8% estão na faixa de 18 a 24 anos enquanto 31,7% encontram-se entre 25 e 34 anos. Ao analisar isoladamente os números, esta última taxa se mantém inalterada em toda a série histórica do estudo, demonstrando que é nesta faixa que se concentra a maior parte dos empreendedores brasileiros. A menor taxa ficou entre os adultos de 55 a 64 anos, com representatividade de 4,3%.

    Metodologia
    Criado em 1999, o Global Entrepreneurship Monitor (GEM) é o maior estudo independente do mundo sobre a atividade empreendedora, cobrindo 54 países consorciados, o que representa 95% do Produto Interno Bruto (PIB) e dois terços da população mundial. O GEM é coordenado pelo Global Entrepreneurship Research Association (GERA) - organização composta e dirigida pela London Business School (Inglaterra), pelo Babson College (Estados Unidos) e por representantes dos países participantes do estudo.

    No Brasil desde 2000, o GEM vem se consolidando como importante referência nacional para as iniciativas relacionadas ao tema empreendedorismo. O projeto é liderado pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), entidade que coordena e executa o Projeto GEM, tendo como parceiros o Sebrae, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/PR) e o Serviço Social da Indústria (Sesi/PR).
    Para compor a pesquisa no Brasil, em 2009, foram entrevistados 2 mil indivíduos de idade adulta, entre 18 e 64 anos, de todas as regiões brasileiras, selecionados por meio de amostra probabilística, e mais de 180 mil pessoas no mundo. A pesquisa, que tem nível de confiança de 95% e erro amostral de 1,47%, conta ainda com opiniões de 36 especialistas brasileiros. Entre os anos de 2000 a 2009 foram entrevistados no Brasil 21,9 mil adultos.
    Agência Sebrae de Notícias: www.agenciasebrae.com.br

    sexta-feira, 9 de abril de 2010

    Como ser Organizado na Vida e no Trabalho



    Em algumas organizações os indivíduos fazem parte de grupos formais sem nunca terem contato com outros colaboradores. É do conhecimento comum que a primeira impressão é a que fica, porém o contato pessoal, a primeira impressão (visual) podem nunca ocorrer. Contudo, o que fazemos dentro de uma empresa está disponível para avaliação de todos que a esta pertecem, e essa é muitas vezes, a única forma pela qual as pessoas nos conhecem: pela organização e qualidade do nosso trabalho.
    Dito isto, é possível afirmar que as pessoas podem nos 'enxergar' através do nosso trabalho e quanto mais organizado este for, melhor é a impressão que passamos de nossa personalidade para os outros.


    Para ilustrar melhor minhas colocações segue o  link de um texto bastante interessante para uma melhor compreensão do que estou expondo. E clicando aqui um teste para identificar se você é ou não é uma pessoa organizada.

    Análise Crítica do Filme - O Terminal



    No filme O Terminal a história se inicia com a chegada de Viktor Navorski (Tom Hanks), oriundo de Krakozhia (país fictício do leste europeu que acaba de sofrer um golpe de estado) ao aeroporto Kennedy.
    Ao tentar obter a liberação para entrar na América, ele é surpreendido com a suspensão de seu passaporte e fica preso naquele local até que a situação de seu país seja resolvida.
    Nesse momento, o personagem encontra-se ilhado num lugar onde ele só consegue regular-se identificando os símbolos: as cores dos formulários que ele associou às informações prestadas pela funcionária do aeroporto, as cores dos carimbos que ela usava que diziam se ele estava autorizado ou não a entrar no país (verde ou vermelho), placas de piso molhado, de identificação dos sanitários masculino e feminino, sons, o movimento das câmeras, ou utilizando o seu conhecimento primário da língua local.
    Após não obter sucesso em sua tentativa de estabelecer comunicação com o diretor do aeroporto Frank Dixon que tenta orientá-lo, ele ouve o hino de seu país e, o associando às imagens que via na TV, ele se dá conta da dimensão do problema em que foi imerso: ‘se tornou um cidadão de lugar nenhum’.
    A partir daí o personagem vê a necessidade de compreender o código local para se comunicar e dar prosseguimento aos seus objetivos. Então ele utiliza dois guias da cidade de Nova Iorque um em Inglês e o outro em Russo, e comparando-os ele começa a aprender os primeiros termos da língua inglesa.
    As relações afetivas e profissionais estabelecidas por Viktor são determinantes para o seu sucesso no filme, e pode ter sua importância percebida especialmente no final quando ele é liberado voluntariamente pelos policiais em detrimento às ordens do diretor do aeroporto, para ir buscar o autógrafo do ídolo de seu pai na cidade de New York.
    Podemos afirmar que o filme trata de uma situação e de uma sociedade na qual estamos todos relativamente e involuntariamente inseridos na qual a informação, o domínio das linguagens, as relações interpessoais, o emprego da habilidade de se adaptar e de aprendizagem são fundamentais.
    Quando o assistimos, ele nos leva a refletir sobre estas questões que são valores intrínsecos do homem, como parte integrante da compreensão holística do ‘ser humano social’.

    segunda-feira, 5 de abril de 2010

    Taylorismo X Fayolismo

    Pudemos verificar que existem, entre os calouros do curso de Administração, muitas dúvidas sobre as diferenças do Taylorismo e Fayolismo. Essas teorias contribuíram muito para a criação da Administração enquanto ciência e são mutuamente complementares, de modo que suas diferenças são muitas vezes confundidas pelos não-íntimos.
    Estive pesquisando e encontrei esse artigo que aborda esse assunto de forma simples e objetiva. Você pode ler um pouco mais, a fim de compreender e dominar este assunto clicando nesse link!