A Revolução Industrial e os avanços tecnológicos daquele período trouxeram pobreza e desemprego para a população rural artesã e permitiram aos donos das indústrias acumularem capital.
Os camponeses precisaram se deslocar para as cidades em busca de emprego e trabalhavam nas fábricas em condições muito ruins (jornadas de trabalho exaustivas, baixa remuneração), pois não possuíam mais as ferramentas de trabalho, nem tinham alternativas para sustentar suas famílias e nem direitos trabalhistas constitucionalmente definidos.
A partir da necessidade das novas fabricas de se organizarem e serem competitivas no mercado surge o Movimento Clássico de Administração, trazendo em sua vertente científica, desenvolvida por Taylor, a idéia do homem econômico (controlável, que foge do trabalho, utilitarista e egoísta) que seria motivado pelos de incentivos financeiros e, na sua vertente clássica, desenvolvida por Henri Fayol, era estudada a estrutura organizacional, as normas, os cargos, a liderança, a supervisão, as atribuições do gestor e a chefia. Entendemos que a Escola Clássica e a Escola Científica são mutuamente complementares.
A diferença entre estas era basicamente, que a Escola Clássica acreditava que se houvesse uma estrutura perfeita não haveria margem para ineficiência, já a Escola Científica defendia a idéia de que era necessário um estudo empírico de todo o modo de produção, pois encontrando a forma mais eficiente e eficaz de executar as atividades, a produção seria otimizada e aumentaria, gerando mais lucros.
Características em comum: ignoravam em seus estudos as necessidades intrínsecas do empregado, não contemplavam a análise dos grupos informais e do conflito, distinção de quem pensaria os processos e quem executaria.
Nesse período surgem os Teóricos Transitivos que diziam que, mesmo havendo uma estrutura perfeita, ‘processos perfeitos’ e incentivos financeiros não seria possível obter a cooperação dos funcionários e motiva-los, pois apenas estes fatores não seriam suficientes. Os Teóricos Transitivos intuíram que os empregados possuíam necessidades de filiação a grupos informais, necessidade de reconhecimento de seu trabalho, de participar das decisões. Por meio dos estudos que desenvolveram, identificaram a importância dos incentivos psico-sociais para motivar o indivíduo, portanto, criticaram o Movimento Clássico de Administração agregando-lhe conceitos vindos de outras ciências.
Posteriormente, utilizando estes mesmos conhecimentos surgem a Escola de Relações Humanas e o Behaviorismo que estudaram a motivação, a liderança e as aspirações do indivíduo.
Os camponeses precisaram se deslocar para as cidades em busca de emprego e trabalhavam nas fábricas em condições muito ruins (jornadas de trabalho exaustivas, baixa remuneração), pois não possuíam mais as ferramentas de trabalho, nem tinham alternativas para sustentar suas famílias e nem direitos trabalhistas constitucionalmente definidos.
A partir da necessidade das novas fabricas de se organizarem e serem competitivas no mercado surge o Movimento Clássico de Administração, trazendo em sua vertente científica, desenvolvida por Taylor, a idéia do homem econômico (controlável, que foge do trabalho, utilitarista e egoísta) que seria motivado pelos de incentivos financeiros e, na sua vertente clássica, desenvolvida por Henri Fayol, era estudada a estrutura organizacional, as normas, os cargos, a liderança, a supervisão, as atribuições do gestor e a chefia. Entendemos que a Escola Clássica e a Escola Científica são mutuamente complementares.
A diferença entre estas era basicamente, que a Escola Clássica acreditava que se houvesse uma estrutura perfeita não haveria margem para ineficiência, já a Escola Científica defendia a idéia de que era necessário um estudo empírico de todo o modo de produção, pois encontrando a forma mais eficiente e eficaz de executar as atividades, a produção seria otimizada e aumentaria, gerando mais lucros.
Características em comum: ignoravam em seus estudos as necessidades intrínsecas do empregado, não contemplavam a análise dos grupos informais e do conflito, distinção de quem pensaria os processos e quem executaria.
Nesse período surgem os Teóricos Transitivos que diziam que, mesmo havendo uma estrutura perfeita, ‘processos perfeitos’ e incentivos financeiros não seria possível obter a cooperação dos funcionários e motiva-los, pois apenas estes fatores não seriam suficientes. Os Teóricos Transitivos intuíram que os empregados possuíam necessidades de filiação a grupos informais, necessidade de reconhecimento de seu trabalho, de participar das decisões. Por meio dos estudos que desenvolveram, identificaram a importância dos incentivos psico-sociais para motivar o indivíduo, portanto, criticaram o Movimento Clássico de Administração agregando-lhe conceitos vindos de outras ciências.
Posteriormente, utilizando estes mesmos conhecimentos surgem a Escola de Relações Humanas e o Behaviorismo que estudaram a motivação, a liderança e as aspirações do indivíduo.
- De que forma um funcionário motivado pode produzir resultados positivos dentro da organização?
Percebeu-se que quão mais motivado estiver o trabalhador e, suas necessidades em sintonia com as necessidades da organização, melhor seriam os resultados de suas atividades.
O comportamento do indivíduo passou a ser estudado em grupos e os grupos informais e os conflitos agora seriam vistos como inevitavelmente integrantes do sistema organizacional e objeto de trabalho dos líderes.
As aplicações práticas destes conceitos trouxeram benefícios para o trabalhador, que vê em seu trabalho a possibilidade de atender às suas necessidades pessoais e alcançar auto-realização. E para a organização, que tendo funcionários motivados e comprometidos com seus trabalhos, que interagem horizontalmente e buscam aperfeiçoar os processos de trabalho, acabam produzindo mais e gerando mais lucro.
O Estruturalismo surgiu em resposta à parcialidade com que era tratado o ambiente organizacional e as interações pessoais na abordagem clássica e na Teoria de Relações Humanas. Pioneiro na concepção da organização como um sistema composto de subsistemas e em interação constante com o ambiente. Trouxe novos conceitos como a tipologia das organizações, conflitos inevitáveis, paradoxos organizacionais e crítica a estrutura burocrática. Pode-se considerar esta uma teoria precursora da Teoria dos Sistemas Abertos.
A Teoria Geral dos Sistemas surgiu a partir do trabalho do biólogo alemão Ludwig Von Berttalanfy e busca a criação de teorias praticáveis na rotina empresarial, com base na observação global do sistema.
Katz e Kahn propunham a separação do dilema indivíduo x estrutura. Consideravam a estrutura organizacional como uma sucessão de eventos.
A Teoria Neoclássica enfatiza a prática da Administração. Utiliza princípios gerais para produzir resultados, considerando principalmente as diferentes necessidades dos diversos tipos de organização.
Propõe o ecletismo e a elasticidade de conceitos, configurando um modelo que de adapta às necessidades organizacionais.
Essas teorias ampliam a visão do administrador trazendo uma gama de alternativas e conceitos gerais importantes no aperfeiçoamento das tarefas realizadas pelo gestor e em todos os processos organizacionais.
Backlinks:
Entendendo a Teoria Clássica

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