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    sexta-feira, 30 de abril de 2010

    A força da liderança nas organizações bem sucedidas

    Por: Keyth Martins

    Antigamente, as empresas eram estruturadas como pirâmides: trabalhadores na base, de baixo para cima, linhas sucessivas de chefes e gerentes. Cada linha tinha mais autoridade do que a que lhe ficava abaixo. Quase ninguém se incomodava com essa organização e a velha pirâmide era sólida, impressionante e sem expectativa de mudança.


    Atualmente essa pirâmide vem sendo quebrada e a solução encontrada é a formação de equipes, capazes de se tornarem flexíveis, de começar a aproveitar às oportunidades e estar sempre aberto às novas idéias. Assim o desenvolvimento de uma equipe produtiva exige uma visão em comum para concordar com as decisões pessoais. Cada equipe é formada por um motivo. Todos os membros precisam conhecer e entender o propósito e os objetivos em comum.

    Segundo Roosevelt, uma equipe pode com freqüência, sair-se melhor do que um indivíduo, quando a equipe trabalha bem, os resultados podem ser poderosos.
    O papel do líder é ajudar pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar, treinar, ensinar, estabelecer e manter relacionamentos bem sucedidos. Para liderar deve-se ter uma boa comunicação, habilidade nos contatos interpessoais, capacidade de treinar e formar equipes afinadas. As pessoas que trabalham juntas podem realizar façanhas incríveis. As idéias, a criatividade e o trabalho em grupo terão que ser comandados por um líder forte que focalize a sinergia de seus liderados.
    O líder tem que dá inspiração, influenciar as pessoas a juntar-se a ele em um propósito, em uma visão e em valores. O propósito estabelece o destino, a visão é para ver onde está indo e os valores é para guiar em direção a um futuro de sucesso sustentável em longo prazo. Segundo BERGAMINI a formação de um vínculo social entre o líder e os liderados consiste em uma condição crucial para o ajustamento dos mesmos nas diferentes circunstâncias de trabalho; entretanto, a formação deste vínculo poderá ocasionar sentimentos positivos ou negativos, ou seja, “o vínculo da liderança só ocorrerá de maneira”, produtiva quando as ações do líder forem ao encontro das expectativas do subordinado e vice-versa.
    As organizações bem-sucedidas para sobreviverem terão de passar por uma mudança cultural profunda e para isso os líderes terão que conceber visão, senso de valores, comunicação, motivação e manter suas capacidades de ação em constante mutação. Para isso a liderança deve ser bem focada e confiante e assim o que transforma a visão em realidade é o sucesso em identificar seus próprios pontos fortes.
    Toda força de trabalho das organizações é motivada pela participação de seus funcionários em todo o processo de trabalho, dessa forma os líderes criam equipes e sabem compreender que os funcionários fazem parte concreta nas tomadas de decisões da organização. Mas, para conseguir resultados positivos têm que desenvolver interesse pelos funcionários e deixar que eles saibam disso, tratar as pessoas como pessoas e saber investir no máximo lucro dos recursos humanos.
    O importante é deixar que as pessoas saibam que a organização as respeita que lhes tem consideração e que elas são importantes e jamais a liderança pode ser forçada. Portanto, o líder do futuro terá de crescer na função que desempenha, esse crescimento terá que ser contínuo e positivo e para isso o primeiro passo é exercer uma visão sobre cada membro da equipe como ser único, dotado de capacidades e dificuldades. Conhecer as necessidades e expectativas pessoais e profissionais de cada membro para a eficiência e a eficácia do processo de liderar.

    Assim, liderança significa ajudar as pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar e manter relacionamentos bem-sucedidos.

    Referência:

    BERGAMINI.C.W.Liderança:administração do sentido .São Paulo.Atlas.1994.
    Carnegie.Dale.O líder em você.5 ed.Rio de Janeiro:Record,1996.

    Segundo o texto,as organizações antigamente eram estruturadas em formato de pirâmides,ou seja,havia uma grande superioridade entre líderes e liderados,pois a autoridade ia aumentando de acordo com os degraus dessa pirâmide.Modelo que nos remete a Escola Clássica de Administração.
    Porém, esse quadro vem sendo mudado a partir da formação de equipes flexíveis e formadas por um motivo,onde cada membro precisa conhecer e entender os propósitos e os objetivos em comum.
    O líder de hoje,tem como missão ajudar as pessoas a realizarem o que elas não são capazes de fazer,influenciando-as a juntar-se a ele,em um propósito em comum,dentro de uma visão de valores.Sendo a formação de vínculo social positivo entre líder e liderado,um fator decisivo para o sucesso da empresa

    Administrador


    "Profissional que dirige ou superintende estabelecimento público ou particular"
    Fonte: Dicionário Michaelis

    O que é ser administrador?

    Administradores são profissionais que organizam, planejam e orientam o uso dos recursos financeiros, físicos, tecnológicos e humanos das empresas, buscando soluções para todo tipo de problema administrativo. Criam métodos, planejam atividades, organizam o funcionamento dos vários setores da empresa, calculam despesas e garantem a perfeita circulação de informações e orientações. O objetivo é evitar falhas de comunicação, escassez ou excesso de empregados, gastos desnecessários ou outros problemas que gerem desperdício, ineficiência, prejuízo à produção, déficit orçamentário. Podem trabalhar em diversas áreas das empresas: material, marketing, produção, organização e métodos, recursos humanos, administração financeira. Passam por várias etapas dentro de uma empresa, podendo trabalhar como analistas, exercer chefias intermediárias, gerência, coordenação, direção superior; atuar em pesquisa e planejamento, assessoria e consultoria.

    Quais as caracter ísticas necessárias para ser um administrador?
    É necessário ter boa capacidade de análise, raciocínio abstrato e aptidão numérica. Também deve ter liderança e ser sociável.

    Características desejáveis:
    Autoconfiança
    Ccapacidade de adaptação a novas situações
    Capacidade de decisão
    Capacidade de negociação
    Capacidade de organização
    Capacidade de pensar e agir sob pressão
    Capacidade de planejamento
    Capacidade de resolver problemas práticos
    Dinamismo
    Espírito empreendedor
    Habilidade para mediar conflitos
    Habilidade para trabalhar em equipe
    Iniciativa
    Noção de prioridades
    Objetividade
    Senso de oportunidade
    Senso de responsabilidade

    Qual a formação necessária para ser um administrador?
    Deve-se prestar vestibular para graduação em um curso regular de administração. O mercado brasileiro oferece a possibilidade de estudar administração de empresas, onde a orientação e formar profissionais para atuar em organizações privadas. Também o curso de administração pública prepara e orienta os administradores a uma atuação em organizações públicas e possibilidades de gestão de políticas e projetos de caráter público.
    Por ter um caráter mais generalista na sua formação, o administrador pode optar por várias áreas de trabalho como profissional. Finanças, Marketing, Tecnologia e Informação, Recursos Humanos e etc. são áreas de grande atenção dos administradores. Marketing Esportivo, Turismo, Administração Hospitalar também são consideradas áreas promissoras para o universo dos administradores.
    No Brasil, para exercer a profissão, uma vez que esta é uma profissão regulamentada, é preciso obter o registro profissional no Conselho Regional de Administração (CRA). Os empregadores, através de headhunters (profissionais que recrutam e selecionam candidatos a vagas disponíveis em empresas contratantes), classificam em jornais e outras formas de recrutamento, buscam os profissionais mais bem preparados, no âmbito acadêmico. Portanto, fazer um curso de pós-graduação ou especialização é sempre um diferencial positivo que o profissional de administração deve considerar.

    Principais atividades de um administrador
    Ele deve planejar, organizar e controlar as atividades de empresas públicas e privadas, além de traçar estratégias e métodos de trabalho nas mais variadas áreas - rural, hospitalar, agroindustrial, escolar, financeira e muitas outras. Seu papel é fundamental nas situações de crise, pois cabe a ele definir onde investir o dinheiro e como equilibrar a saúde financeira e produtiva da empresa.

    Áreas de atuação e especialidades
    Administração agroindustrial: desenvolve projetos, controla a produção e dá assistência ao produtor do campo.

    Administração de cooperativas: supervisionar e fiscalizar a entrada de recursos e distribuição de direitos entre os produtores

    Administração de empresas: organiza e dirige uma empresa, atuando em todas as áreas.

    Administração hospitalar: geralmente pessoas formadas em medicina, que fazem uma especialização em administração, dirigem e administram um hospital.

    Análise de sistemas: gerencia os sistemas de computação em empresas.

    Comércio exterior: trabalha especificamente com o mercado internacional, balança de comércio, taxas alfandegárias, importações e exportações.

    Controladoria: controla finanças, contabilidade, técnicas de organização e métodos administrativos. Realiza auditorias.

    Marketing ou mercadologia: trabalha com o mercado, fazendo pesquisas, orientando lançamento de produtos, orientação de vendas e publicidade.

    Orçamento e finanças: trabalha com mercado de capitais, bolsa de valores, aplicações, investimentos de empresas.

    Produção: controla a entrada e saída de suprimentos e os custos da produção.

    Recursos humanos: faz seleção, treinamento e admissão de pessoal, define políticas de carreira, salário e benefícios, negocia com sindicatos.

    Administração do Terceiro Setor: Planejamento estratégico das operações de ONG's (Organizações Não Governamentais), como fundações e entidades filantrópicas, com vistas a captação de recursos e sua aplicação em projetos sociais, ambientais e educacionais, entre outros.

    Mercado de trabalho
    As áreas de administração de empresas e administração financeira oferecem as melhores oportunidades de trabalho a esse profissional, nas diversas regiões do país, seja no setor público, seja na iniciativa privada. Operadoras logísticas de grande porte também costumam abrir vagas para especialistas na área. Como a concorrência é grande, o diferencial na hora da contratação é a qualificação. Quem tem no currículo curso de especialização, MBA ou pós-graduação tem maiores possibilidades.

    Curiosidades
    Desde o começo da civilização os homens procuraram associar-se uns aos outros, organizando sistemas destinados a solucionar problemas comuns de convivência na sociedade. Até surgiram algumas empresas rudimentares de alguns povos antigos como babilônios e fenícios, mas a criação de uma teoria da administração e a carreira de administrador de empresas, como é reconhecido hoje, só se desenvolveu a partir do século 19, incentivada pela Revolução Industrial, iniciada na Inglaterra no final do século 18 e que gerou importantes mudanças econômicas, políticas e sociais no mundo.

    A industrialização rapidamente se expandiu para Europa e Estados Unidos, o que gerou as bases da moderna Administração. Com o crescimento acelerado das empresas e a necessidade das empresas serem mais eficientes e produtivas, fez-se ainda mais a necessidade da profissão de Administrador.

    Os primeiros estudos sobre um método capaz de aumentar a eficiência e produtividade das empresas em um mercado cada vez mais competitivo, foi a partir da publicação dos estudos de dois engenheiros. O norte-americano Frederick Taylor, responsável pela chamada Escola de Administração Científica, difundia o aumento da eficiência da indústria a partir da racionalização dos operários. O francês Hanri Fayol, por sua vez, disseminou a Escola Clássica da Administração, cuja meta era aumentar a eficiência empresarial por meio de sua organização e aplicação de princípios gerais de administração.

    Esses dois pensamentos uniram-se e deram origem a teorias e conceitos que formaram a administração atual. Depois disso, outras teorias surgiram, moldando o que existe hoje em termos de administração. Com o tempo a administração consolidou-se como ciência social com interação em áreas como direito, ciência econômica, ciência política, sociologia, psicologia social e antropologia.

    Emoções Inatas








    Música composta por Edileuza Oliveira.

    Evolução

    Nas verdades que eu vi
    A mentira estava em todas
    Eu não sei o que sentir
    As notícias não são boas
    Não preciso consentir
    Compreender o que será
    A maldade está por vir
    Nesse mundo o que é que há
    O amor já não existe
    Quem vai nos livrar
    Dessa falta de entendimento
    Não podemos falhar pois a vida é um momento
    Evito sonhar
    Pois já conheço muitos sonhos
    Vou tentar realizar
    Vou tentar realizar
    Pois a vontade é do tamanho
    Das minhas frases
    Dessas poesias
    Da simplicidade
    Que alguém não compreendia
    Tudo pode até mudar de rumo
    Tudo pode até mudar seu curso
    A cidade se apagou
    Até as luzes dos seus olhos
    Não me procure por favor
    Esse meu caso é provisório
    Foi uma crise de emoção que bateu em mim
    O culpado é a situação
    A evolução que percebi
    Já não sei se é bom ou se é ruim
    Hoje quero ser amigo
    Dos vizinhos que não conheci
    Tudo pode até mudar de rumo
    Tudo pode até mudar seu curso
    Pode valer
    Pode até ser
    O começo de tudo


    O comportamento humano dificilmente revela só uma emoção; mostra um coquetel de emoções. De modo que na maior parte das vezes é melhor descrever a situação em que a pessoa se encontra para deduzir qual a emoção que possa ter experimentado.
    As emoções são tanto hábitos quanto motivos. Aprendemos e nos habituamos a sermos alegres, tristes, mal-humorados; e são essas emoções que em parte nos impulsionam a determinados motivos. Mas as emoções e sentimentos não dependem apenas de nossas disposições. Há situações que provocam prazer, medo, raiva, afeição, timidez, alegria.
    As emoções aprendidas dependem da cultura. Uma mesma situação pode provocar reações diferentes em duas pessoas de culturas diferentes.
    Quando compus essa música estava com uma emoção até um pouco angustiante, época da guerra de kosovo, medo de atentados universais e cada vez mais o medo me transformando em prisioneira das minhas razões aprendidas com a cultura muitas vezes familiar. Essa música traduz meus sentimentos pois nesse período da minha vida (adolescência) não era permitido muitos manifestos então me refugiei com meu violão e escrevi essa letra maravilhosa expressando as minhas emoções aprendidas.

    Bibliografia: As expressões emocionais. Endereço: http://pt.shvoong.com/social-sciences/psychology/1858513-express%C3%B5es-emocionais/ acesso: 29/04/2010
    Oliveira, Dilêu. Evolução. 1998

    quarta-feira, 28 de abril de 2010

    A Importância da Cooperação



    No contexto da economia e sociologia é uma relação baseada na colaboração entre indivíduos ou organizações, no sentido de alcançar objetivos comuns, utilizando métodos mais ou menos consensuais. A cooperação opõe-se, de certa forma, à competição. Contudo, o desejo de competir com outros do mesmo grupo no sentido de obter um estatuto mais elevado é, por vezes, considerado como catalizador da ação cooperativa. Da mesma forma, os indivíduos podem organizar-se em grupos que cooperam internamente e, ao mesmo tempo, competem com outros grupos.

    A Cooperação Humana

    Ainda que a totalidade dos membros de um grupo beneficiem da cooperação de todos, o interesse próprio de cada indivíduo pode agir em sentido contrário. Nós seres humanos somos verdadeiramente egoístas e não existe nenhuma forma de cooperação pura. A cooperação embora seja vista como interação grupal não passa de uma forma egoísta. Neste contexto cada ser humano retira da cooperação o que mais lhe convém dando assim à sua caracteristica intrínseca do egoísmo e egocentrismo. Os indivíduos agem de forma a maximizar os seus ganhos em todos os aspectos da sua vivência. Cooperação pressupõe também que os indivíduos se preocupem com os outros que pense no coletivo também. Por vezes o indivíduo tem que se sacrificar pelo todo (o louva-a-deus macho deixa que a fêmea lhe coma a cabeça para que possa retirar daí nutrientes que lhe permitiram dar continuidade à espécie) proporcionando assim um maior desenvolvimento e progressão do coletivo e por consequência do individual também.
    Exemplo de cooperação:

    Governo destaca a importância da cooperação com organizações de produtores

    O Secretário Regional da Agricultura e Florestas reuniu-se com a nova direcção da Associação de Jovens Agricultores Micaelenses para tomar conhecimento dos seus objectivos e preocupações, no sentido de “unir esforços para ultrapassar os problemas e ganhar mais consideração social” para o sector agrícola dos Açores.
    Da parte do Governo dos Açores ficou a total disponibilidade para apoiar a AJAM(Associação dos Jovens Agricultores de Moura) na melhoria dos meios e recursos de que dispõe e para a aumento da sua capacidade de intervenção.
    Noé Rodrigues destacou ainda a importância do diálogo e encontros com os dirigentes das organizações de produtores para “fazer mais e melhor” em prol dos agricultores e da agricultura
    açoriana .
    Podemos perceber que , a cooperação é muito importante,pois,com a interação de ambas partes,faz com que a atividade ou o objetivo da cooperação seja feito da melhor forma ,onde todos tenham fins positivos ,alcançando assim suas metas.


    Links Externos:

    Texto01

    Texto02


    terça-feira, 27 de abril de 2010

    Como controlar suas emoções

    O processo de aquisição e domínio da emoção através da inteligência está no princípio do conheça-te a ti mesmo. Ter autoconsciência significa reconhecer e compreender nossos pensamentos, sentimentos e ações, estabelecendo uma relação produtiva entre esses elos para que se produzam reações favoráveis. Assim; adquirimos o poder de dominar as nossas emoções. com o tempo o autodomínio é naturalmente ampliado ao nosso círculo de relacionamentos, levando-nos a uma melhor compreensão do que se passa na cabeça daqueles que convivem conosco, trazendo a perspectiva de uma melhoria significativa em nossas perspectiva de vida.

    As nossas emoções, quando descontroladas e absortas, dissipam grande quantidade de energia. É necessário dominar e redirecionar essa energia emocional para alcançar os resultados positivos que almejamos. Controle sua excitação, seus medos, seus ódios e seu desânimo porque não tais sentimentos dissipam grande quantidade de energia, acabando por minar todas as sua forças.

    É necessário controlar o nosso emocional, habituando-se a focar nossos pensamentos e sentimentos em expectativas positivas . Faça do bom humor e do entusiasmo grandes aliados em seu dia-a-dia. Aprenda que novos hábitos são criados a partir de novos pensamentos mantidos com sentimento. Pode até parecer difícil no início; mas a medida que seus novos pensamentos são mantidos, embasados em uma nova perspectiva mais positiva, gradativamente vão tornando parte de sua personalidade. Alimente seus pensamentos diários através da emoção e você estará seguramente construindo novos hábitos.

    A nossa vida é construída e mantida por uma teia de relações em todos os seus aspectos. E, nossas emoções são as bases que estabelecem a nossa forma de se relacionar com o mundo, determinando sucesso ou insucesso nas mais diversas áreas. Portanto; o domínio das emoções consiste num grande e potente diferencial capaz de nos transportar daquilo que somos para tudo aquilo que almejamos ser ou ter. Somos seres complexos diante de um universo dinâmico, mas ao mesmo tempo simples em seu modus operandi. Seguindo a regra básica do conheça-te a ti mesmo e aplicando-a sob a forma de um autocontrole eficaz, poderemos usufruir positivamente das poderosas energias da emoção.

    Fonte: www.webartigos.com

    sexta-feira, 23 de abril de 2010

    Evitando Erros em um Novo Emprego

    Entre os deslizes estão atrasos, arrogância e desinteresse.
    Recém-chegados devem aprender com os erros; veja dicas.

    Os primeiros meses de um funcionário dentro da empresa são o período em que o novato está sob maior observação pelo empregador – é nessa hora que os chefes avaliam se fizeram uma boa escolha. De acordo com especialistas em recursos humanos, erros nesse momento inicial podem prejudicar a imagem do recém-chegado. A dica é mostrar interesse, ser flexível e, caso falhas venham a acontecer, usá-las como aprendizado para não repetir o deslize.
    “No primeiro momento na empresa, erros básicos que certamente passariam em branco em um profissional com mais tempo de casa podem resultar em uma avaliação negativa”, diz Danielle Alves, responsável pela área de recrutamento e seleção da agência Talk Interactive.
    O que um novato na empresa deve evitar:

    Desinteresse e arrogância

    Não demonstre desinteresse ou arrogância pelo trabalho. Seja paciente, ouça e peça ajuda quando não souber o que fazer.

    Falta de conhecimento

    Erros podem acontecer por falta de conhecimento sobre as políticas da empresa. Cabe à empresa oferecer treinamento, mas cabe também ao funcionário procurar saber como as coisas funcionam no novo emprego.

    Negar trabalho

    Não recuse fazer atividades alegando apenas falta de tempo ou excesso de tarefas. Indique quais são as atividades que está realizando e negocie as prioridades e prazos. Seja flexível.

    Críticas sem embasamento

    Não critique processos que não conhece e não dê sugestões sem embasamento. Procure conhecer como as coisas funcionam na empresa antes de falar algo.

    Faltas e atrasos

    Evite faltas, atrasos e saídas do período de trabalho, além de querer ir embora cedo. Faça o possível para não se ausentar. Cuide da saúde e saia de casa com antecedência para evitar atrasos. Resolva assuntos particulares fora do horário de trabalho.

    Formas de evitar

    Muitas dessas “gafes” são comportamentais e podem ser evitadas, dizem especialistas, como chegar atrasado, querer ir embora cedo, ter má vontade, se recusar a fazer as atividades, não ser humilde ao aprender e fazer críticas sem embasamento.
    Há também casos de erros por conta de dúvidas em relação aos procedimentos da nova empresa, o que pode ser resolvido com perguntas a respeito de como as coisas funcionam na empregadora.
    “O novo empregado, mais do que os outros, deve ter a humildade e a esperteza de fazer muitas perguntas e buscar todas as informações e conhecimentos possíveis”, aconselha Angela Souza, especialista em gestão estratégica. De acordo com Angela, as pessoas tendem a ver com naturalidade os questionamentos do recém-contratado, ao contrário do que muitos pensam.
    “A postura de quem acaba de entrar numa empresa deve ser a de aprendiz, mesmo que seja um gerente. Ele deve fazer o trabalho da melhor maneira que puder, buscar e oferecer ajuda aos colegas e não tentar ser o ‘sabe-tudo’”, indica.

    O que o novato deve procurar fazer:

    Aprender com os erros

    Erros acontecem, mas devem servir como aprendizado. Erros recorrentes pegam mal e demonstram imaturidade.


    Ter atenção

    Procure ficar atento a todas as orientações que forem dadas. Anote os procedimentos e revise o que for necessário.


    Fazer amigos

    Procure não se isolar. Faça contatos e mantenha um bom relacionamento com os novos colegas.


    Regras da Empresa

    Daniella Correa, consultora de RH da Catho Online, indica que cabe ao iniciante se preocupar em conhecer as regras da empresa, mas cabe também à companhia dar treinamento e orientações necessárias.
    As empresas preferem as pessoas que erram tentando fazer o melhor do que as que nunca erram porque nunca tentam nada diferente"
    Angela Souza
    A consultora lembra que muitas vezes o nervosismo e a ansiedade atrapalham o bom andamento das atividades do novo funcionário, o que reforça ainda mais a necessidade das empresas de ficarem atentas se estão oferecendo aos seus novos colaboradores o suporte necessário.
    Outro engano comum cometido por profissionais antes mesmo de conseguir uma vaga, para a especialista Angela, é fingir ser o que na verdade não é no processo de seleção. Ela diz que, em algum momento no novo trabalho, o novato precisará mostrar as qualidades e o comportamento que mostrou na entrevista. “Ninguém escapa da ‘hora da verdade’. Assim, penso que um grande erro é mentir e tentar manipular na fase de seleção”, afirma.

    Boa imagem

    Se há ações que prejudicam a imagem do novo funcionário, há atitudes que podem ser tomadas para que o profissional seja bem visto. Entre elas estão demonstrar interesse pelo trabalho e procurar ter um bom relacionamento com os colegas e com o chefe, aconselha Renato Grinberg, diretor da Trabalhando.com.br.
    A especialista Angela concorda e diz que as demissões acontecem menos por erros cometidos e mais por inadequação de perfil. Exemplos são a pessoa não apresentar as qualidades necessárias para a realização do trabalho ou não se adaptar à equipe ou ao ambiente de trabalho, cita.

    Experiência

    Normalmente, a marcação cerrada do novo profissional acontece nos primeiros três meses, o chamado período de experiência (quando a pessoa pode ser demitida sem necessidade de indenização de aviso prévio, nos casos dos contratados com carteira assinada), explica Angela. de acordo com ela, “após o período de experiência, quando se decide pela permanência da pessoa, ela pode acreditar que está se saindo bem". Veja abaixo como funciona o período de experiência.

    Período de experiência

    • O período de experiência é um contrato feito entre a empresa e o funcionário e, geralmente, é de 45 dias, renovável por mais 45. Veja abaixo os direitos do funcionário em caso de demissão nesse período:
    • Empregado demitido antes do término do período do contrato
    O que ele tem direito: Saldo de salário, 13º proporcional, férias proporcionais, Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) proporcional e multa de 40% sobre o FGTS.

    • Empregado demitido no término do período do contrato
    O que ele tem direito: Saldo de salário, 13º proporcional, férias proporcionais e Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) proporcional.

    • Empregado pede demissão
    O que ele tem direito: Saldo de salário e 13º proporcional.
    Fonte: advogado trabalhista Alan Balaban Sasson

    “Erros não são bem-vindos mesmo de antigos profissionais. Entretanto, quando um profissional atua há mais tempo na empresa, ao cometer um erro, seu histórico de acertos é considerado e o erro poderá ser irrelevante”, diz Daniella, da Catho Online. “Já um profissional novo na empresa ainda não criou esse histórico de resultados positivos e, por esse motivo, até erros menos graves podem prejudicá-lo”, afirma.
    É por esses motivos que os especialistas revelam que, quando for possível, o erro seja evitado nos primeiros meses – apesar de as falhas serem praticamente inevitáveis.
    Danielle diz ser importante que o profissional se adapte à cultura da empresa, procure conhecer e seguir as regras comportamentais. “Um erro seguido de inúmeros acertos e colaboração é minimizado. Em compensação um erro seguido de má vontade torna-se ainda mais visado”, sugere.
    Erros, porém, todos cometemos, lembra a especialista Angela. “As empresas preferem as pessoas que erram tentando fazer o melhor do que as que nunca erram porque nunca tentam nada diferente”, afirma. Para ela, nesses casos, os erros devem servir como aprendizagem e não ser recorrentes – o que abala a reputação de qualquer um.
    Ao cometer um erro, ela indica: assuma. “O pior dos erros é tentar escondê-los ou, pior ainda, achar culpados e não assumir a responsabilidade.”

    Créditos: G1.com

    quinta-feira, 22 de abril de 2010

    A Organização e o Indivíduo

    Abordagem sobre o Movimento Clássico da Administração, a Escola de Relações Humanas e o Behaviorismo.


    A Revolução Industrial e os avanços tecnológicos daquele período trouxeram pobreza e desemprego para a população rural artesã e permitiram aos donos das indústrias acumularem capital.
    Os camponeses precisaram se deslocar para as cidades em busca de emprego e trabalhavam nas fábricas em condições muito ruins (jornadas de trabalho exaustivas, baixa remuneração), pois não possuíam mais as ferramentas de trabalho, nem tinham alternativas para sustentar suas famílias e nem direitos trabalhistas constitucionalmente definidos.
    A partir da necessidade das novas fabricas de se organizarem e serem competitivas no mercado surge o Movimento Clássico de Administração, trazendo em sua vertente científica, desenvolvida por Taylor, a idéia do homem econômico (controlável, que foge do trabalho, utilitarista e egoísta) que seria motivado pelos de incentivos financeiros e, na sua vertente clássica, desenvolvida por Henri Fayol, era estudada a estrutura organizacional, as normas, os cargos, a liderança, a supervisão, as atribuições do gestor e a chefia. Entendemos que a Escola Clássica e a Escola Científica são mutuamente complementares.
    A diferença entre estas era basicamente, que a Escola Clássica acreditava que se houvesse uma estrutura perfeita não haveria margem para ineficiência, já a Escola Científica defendia a idéia de que era necessário um estudo empírico de todo o modo de produção, pois encontrando a forma mais eficiente e eficaz de executar as atividades, a produção seria otimizada e aumentaria, gerando mais lucros.
    Características em comum: ignoravam em seus estudos as necessidades intrínsecas do empregado, não contemplavam a análise dos grupos informais e do conflito, distinção de quem pensaria os processos e quem executaria.
    Nesse período surgem os Teóricos Transitivos que diziam que, mesmo havendo uma estrutura perfeita, ‘processos perfeitos’ e incentivos financeiros não seria possível obter a cooperação dos funcionários e motiva-los, pois apenas estes fatores não seriam suficientes. Os Teóricos Transitivos intuíram que os empregados possuíam necessidades de filiação a grupos informais, necessidade de reconhecimento de seu trabalho, de participar das decisões. Por meio dos estudos que desenvolveram, identificaram a importância dos incentivos psico-sociais para motivar o indivíduo, portanto, criticaram o Movimento Clássico de Administração agregando-lhe conceitos vindos de outras ciências.
    Posteriormente, utilizando estes mesmos conhecimentos surgem a Escola de Relações Humanas e o Behaviorismo que estudaram a motivação, a liderança e as aspirações do indivíduo.
    • De que forma um funcionário motivado pode produzir resultados positivos dentro da organização?

    Percebeu-se que quão mais motivado estiver o trabalhador e, suas necessidades em sintonia com as necessidades da organização, melhor seriam os resultados de suas atividades.
    O comportamento do indivíduo passou a ser estudado em grupos e os grupos informais e os conflitos agora seriam vistos como inevitavelmente integrantes do sistema organizacional e objeto de trabalho dos líderes.
    As aplicações práticas destes conceitos trouxeram benefícios para o trabalhador, que vê em seu trabalho a possibilidade de atender às suas necessidades pessoais e alcançar auto-realização. E para a organização, que tendo funcionários motivados e comprometidos com seus trabalhos, que interagem horizontalmente e buscam aperfeiçoar os processos de trabalho, acabam produzindo mais e gerando mais lucro.


    O Estruturalismo surgiu em resposta à parcialidade com que era tratado o ambiente organizacional e as interações pessoais na abordagem clássica e na Teoria de Relações Humanas. Pioneiro na concepção da organização como um sistema composto de subsistemas e em interação constante com o ambiente. Trouxe novos conceitos como a tipologia das organizações, conflitos inevitáveis, paradoxos organizacionais e crítica a estrutura burocrática. Pode-se considerar esta uma teoria precursora da Teoria dos Sistemas Abertos.
    A Teoria Geral dos Sistemas surgiu a partir do trabalho do biólogo alemão Ludwig Von Berttalanfy e busca a criação de teorias praticáveis na rotina empresarial, com base na observação global do sistema.
    Katz e Kahn propunham a separação do dilema indivíduo x estrutura. Consideravam a estrutura organizacional como uma sucessão de eventos.
    A Teoria Neoclássica enfatiza a prática da Administração. Utiliza princípios gerais para produzir resultados, considerando principalmente as diferentes necessidades dos diversos tipos de organização.
    Propõe o ecletismo e a elasticidade de conceitos, configurando um modelo que de adapta às necessidades organizacionais.
    Essas teorias ampliam a visão do administrador trazendo uma gama de alternativas e conceitos gerais importantes no aperfeiçoamento das tarefas realizadas pelo gestor e em todos os processos organizacionais.



    Backlinks:

    Entendendo a Teoria Clássica




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    segunda-feira, 19 de abril de 2010

    Quais são as principais características de um líder?


    Primeira: Oferece uma causa, não apenas tarefas
    Cria um ambiente de motivação profunda ao deixar claro o significado que transcende a tarefa, o trabalho, a missão, o emprego das pessoas que o cercam. Ajuda as pessoas a identificarem com clareza o rumo que pretendem seguir. Estimula as pessoas a sentirem que fazem parte de algo nobre, muito além da simples troca do trabalho por remuneração. Oferece às pessoas aquilo que mais desejam: uma bandeira, uma razão para suas vidas.


    Segunda: Forma outros líderes, não apenas seguidores
    Seu papel não se resume a motivar seguidores. Investe no desenvolvimento dos futuros líderes. Educa seus filhos para exercerem liderança, não apenas para obedecer. Torna-se mentor dos outros no seu ciclo de amizades, no clube que freqüenta, no projeto comunitário de que participa.


    Terceira: Lidera nos 360 graus, não apenas 90 graus
    Atua onde faz diferença, não fica confinado às “paredes” do seu território formal. Exerce a “Liderança 360 graus”: fora, para cima, para os lados. Não influencia somente quem está do lado “de dentro” numa família, empresa, equipe. A filha líder influencia o pai. O jogador influencia o treinador da equipe. Constrói “pontes”, em vez de “paredes”.


    Quarto: Surpreende pelos resutados, faz mais
    do que o esperado
    Consegue obter resultados incomuns de pessoas comuns. Surpreende, superando sempre o esperado. Em vez de simplesmente dar ordens e cobrar rendimento, incentiva cada um a fazer o seu melhor, porque dá o seu melhor. Não espera acontecer. Cria as oportunidades.Estimula o senso de urgência, não deixa as coisas para amanhã.


    Quinta: Inspira pelos valores, não apenas pelo carisma
    Essa é a tarefa mais importante do Líder. Esta é a “cola” que une as outras quatro forças, a que dá sentido a tudo.O Líder Integral cria clima de ética, integridade, confiança, respeito pelo outro, transparência, aprendizado contínuo, inovação, proatividade, paixão, humildade, inteligência emocional.
    Fonte de consulta: www.algosobre.com.br/carreira/quais-sao-as-principais-caracteristicas-de-um-lider.html

    sexta-feira, 16 de abril de 2010

    Uma Visão Atual da Autoridade Carismática nas Organizações

    Fonte: G1 (globo.com)

    O principal fator que faz o funcionário vestir a camisa da empresa é ter um bom relacionamento com o chefe e com a equipe, afirmam especialistas. Já o salário, ao contrário do que muitos podem pensar, influencia pouco na fidelidade do profissional ao empregador.
    Com o aquecimento da economia e o aumento da oferta de emprego, esses profissionais que não estão satisfeitos com a empresa tendem a não pensar duas vezes em mudar de emprego quando são chamados para uma vaga, afirma Lilian Kozlowski Wizenberg, consultora da Right Management, empresa de consultoria organizacional.
    Estudo feito pela Right Management revela que, no geral, o nível de fidelidade dos funcionários com as empresas está em crise. De acordo com a pesquisa, apenas 34% dos funcionários de organizações com mais de 50 empregados afirmam estar totalmente comprometidos, enquanto que 50% se dizem completamente sem comprometimento. O estudo avaliou aproximadamente 30 mil funcionários em 15 países.

    Gostar do chefe
    De acordo com especialistas ouvidos pelo G1, a relação do funcionário com o chefe é um dos principais fatores que prendem o profissional ao local de trabalho. “Na maior parte dos casos de demissão, as pessoas estão se demitindo do chefe e não da empresa”, disse Ruy Shiozawa, executivo da Great Place to Work Brasil, instituto que realiza pesquisas sobre as melhores empresas para se trabalhar.
    Shiozawa afirma que a maioria dos profissionais que classifica as empresas como sendo um excelente lugar para trabalhar se baseia na relação de confiança que tem com o superior imediato. 
    Para o executivo, outros dois fatores colaboram para o grau de comprometimento do funcionário com a corporação: a relação que o empregado tem com o que faz, como gostar e ter orgulho do trabalho, e a relação com o restante da equipe, que precisa ser amigável.
    “A gente se compromete com ideias, estados de emoção. A empresa é uma coisa fria. O funcionário se compromete com as ideias que os líderes passam para ele, ele se compromete com a forma que essas pessoas conduzem a empresa”, avalia o consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro.
    Ribeiro acrescenta que as pessoas se comprometem também com elas mesmas e com o que gostam de fazer e, por isso, tendem a permanecer na empresa que proporcionar esse prazer a elas.
    “O salário e a promoção não aparecem nas pesquisas como fator determinante para demonstrar o grau de satisfação dos funcionários”, diz. O executivo complementa que, apesar de a remuneração ser importante, ela não é vista como fator crucial para uma pessoa ficar ou não em uma empresa, tanto que existem pessoas que saem de um lugar para ganhar menos em outro em busca de maior satisfação pessoal e profissional.
    O estudo da Right Management revela que as práticas dos chefes que mais estimulam o comprometimento dos subordinados são reconhecer e valorizar o trabalho dos funcionários, ter capacidade de implantar novas ideias e obter sucesso. Os funcionários também desejam que a estratégia da organização seja comunicada a todos, de forma que os empregados possam ajudar no sucesso da empresa.
    Outros fatores
    Para a consultora Lilian, outros motivos que fazem um funcionário ficar insatisfeito como a empresa são não gostar do que faz, não se identificar com a cultura e idéias da empresa, falta de transparência na comunicação da instituição e falta de perspectivas de carreira dentro da companhia.
    Desânimo
    Se ter um chefe transparente, que reconhece o trabalho dos funcionários, é visto como fator crucial para os empregados vestirem a camisa da empresa, atitudes opostas a essas colaboram para espalhar o desânimo entre os colegas. “Às vezes os objetivos das empresas não estão claros. Está escrito no mural a visão e a missão da empresa, mas as pessoas não sentem aquilo na prática”, afirma Lilian.
    O consultor de recursos humanos Armando Pastore Mendes Ribeiro afirma que é o chefe quem tem que descobrir como estimular o comprometimento dos funcionários. “Um ambiente hostil, de controle, cobrança e sufocamento faz as pessoas perderem o comprometimento”. É por isso, segundo ele, que há pessoas que são super engajadas em sociedades e entidades fora da empresa, como na igreja e associações de bairro, e não demonstram tais ações no trabalho.

    quarta-feira, 14 de abril de 2010

    Como a educação ambiental para funcionários pode beneficiar sua empresa


    É notória a preocupação com os rumos que o planeta está tomando. A destruição gratuita promovida pelo homem está acelerando processos destrutivos, como o aquecimento global. Um cenário lamentável, mas que não pode e nem deve continuar. Por isso acredito que existam diversas formas de conscientizar as pessoas sobre os malefícios desta destruição. E uma delas, sem dúvida, é promover a Educação Ambiental.
    A Educação ambiental, quando voltada especificamente para os funcionários de uma empresa, pode trazer diversos benefícios para a organização como um todo. Este processo pode ser feito através da implantação de um Sistema de Gestão Ambiental (SGA), da realização de mini-cursos, palestras e até mesmo através da contratação de consultorias que se encarregam de gerenciar estes processos educativos. Porém, é preciso destacar que as pessoas dentro da organização precisam estar alinhadas a estes princípios de conservação ambiental. Elas precisam pensar e agir de forma comprometida com o meio ambiente e, principalmente, com os impactos que suas atitudes equivocadas podem gerar no ecossistema em que vivem.
    Tais mudanças, práticas e de pensamento, trazem benefícios, de curto, médio ou longo prazo, para as empresas, como:
    * Funcionários comprometidos com os ideais da empresa;
    * Boa imagem da empresa frente aos clientes e sociedade em geral;
    * Apelo forte de marketing junto à marca da empresa;
    * Vantagem competitiva frente aos concorrentes;
    * Aumento da lucratividade decorrente do melhor posicionamento de sua empresa e produtos/serviços no mercado;
    * Chances reduzidas de provocar um acidente ambiental e com isso manchar a imagem da empresa;
    * Melhor relacionamento com as comunidades vizinhas, desenvolvendo parcerias na preservação ambiental local;
    * Ter uma empresa comprometida com ações que preservam o meio ambiente e garantem um futuro mais saudável para as próximas gerações.
    * E tantos outros benefícios óbvios advindos da preservação ambiental.

    Fonte: http://www.sobreadministracao.com/como-a-educacao-ambiental-para-funcionarios-pode-beneficiar-sua-empresa/

    terça-feira, 13 de abril de 2010

    ''Desenvolvendo Talentos'' com Daniel Godri

    Mulheres empreendem mais que os homens no Brasil

    São Paulo - Reconhecidas pela sua força, as mulheres brasileiras superam os homens no mundo dos negócios. Dos 18,8 milhões de pessoas à frente de empreendimentos em estágio inicial ou com menos de 42 meses de existência no Brasil, 53% são mulheres e 47%, homens. É o que mostra a mais nova edição da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, a GEM 2009, divulgada na manhã desta terça-feira (6), em entrevista coletiva em São Paulo. Uma das novidades do estudo é que pela primeira vez a proporção de mulheres empreendendo por oportunidade supera a de homens na mesma condição.

    Em 2009, além do Brasil, apenas outros dois paises registraram taxas de empreendedorismo feminino mais elevadas que as dos homens: Tonga, com 61%, e Guatemala, com 54%. Já as brasileiras estão praticando um empreendedorismo cada vez mais planejado e consistente. Sobre este aspecto, o estudo constatou que dos empreendedores por oportunidade 53,4% são mulheres e 46,6%, homens.

    A pesquisa GEM é realizada no exterior desde 1999. Chegou ao Brasil em 2000 por meio do Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBPQ). Em 2001, passou a contar com a participação do Sebrae. A GEM tem entre suas finalidades avaliar, divulgar e influenciar as políticas de incentivo ao empreendedorismo no Brasil e no mundo. Cinqüenta e quatro países participaram do estudo em 2009.

    Empreendedores em Estágio Inicial

    Na décima edição da pesquisa no país, a Taxa de Empreendedores em Estágio Inicial (TEA) brasileira é a sexta maior entre os países com nível comparável de desenvolvimento econômico, com 15,3%, o que equivale a 18,8 milhões de pessoas. A TEA é formada pela proporção de pessoas com idade entre 18 e 64 anos envolvidas com empreendimentos em estágio inicial ou com menos de 42 meses de existência. A taxa brasileira está acima da média histórica do país, que é de 13%. Em 2008, por exemplo, a taxa foi de 12%. Em 2009, o Brasil ficou à frente de países como Argentina, Uruguai e Irã.

    Para o presidente do Sebrae, Paulo Okamotto, mais importante do que verificar isoladamente a taxa de empreendedorismo, o GEM também tem papel fundamental por analisar questões como nível de inovação, motivação para empreender e recortes por gênero e faixa etária. “Observamos que em termos quantitativos o Brasil vai muito bem, mas ainda precisamos melhorar em termos qualitativos”, avalia Okamotto. O presidente do Sebrae aproveita para destacar a evolução do empreendedorismo no Brasil nos últimos anos. “Flagramos melhorias como a redução na mortalidade das empresas, o aumento das capacitações dos trabalhadores e o surgimento de um ambiente mais propício aos novos negócios a partir da Lei Geral da Micro e Pequena Empresa”, assinala.
    A GEM 2009 demonstra também que a população empreendedora brasileira se concentra entre os jovens, nas idades de 18 e 34 anos, atingindo 52,5%. Do total de empreendedores, 20,8% estão na faixa de 18 a 24 anos enquanto 31,7% encontram-se entre 25 e 34 anos. Ao analisar isoladamente os números, esta última taxa se mantém inalterada em toda a série histórica do estudo, demonstrando que é nesta faixa que se concentra a maior parte dos empreendedores brasileiros. A menor taxa ficou entre os adultos de 55 a 64 anos, com representatividade de 4,3%.

    Metodologia
    Criado em 1999, o Global Entrepreneurship Monitor (GEM) é o maior estudo independente do mundo sobre a atividade empreendedora, cobrindo 54 países consorciados, o que representa 95% do Produto Interno Bruto (PIB) e dois terços da população mundial. O GEM é coordenado pelo Global Entrepreneurship Research Association (GERA) - organização composta e dirigida pela London Business School (Inglaterra), pelo Babson College (Estados Unidos) e por representantes dos países participantes do estudo.

    No Brasil desde 2000, o GEM vem se consolidando como importante referência nacional para as iniciativas relacionadas ao tema empreendedorismo. O projeto é liderado pelo Instituto Brasileiro da Qualidade e Produtividade (IBQP), entidade que coordena e executa o Projeto GEM, tendo como parceiros o Sebrae, o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai/PR) e o Serviço Social da Indústria (Sesi/PR).
    Para compor a pesquisa no Brasil, em 2009, foram entrevistados 2 mil indivíduos de idade adulta, entre 18 e 64 anos, de todas as regiões brasileiras, selecionados por meio de amostra probabilística, e mais de 180 mil pessoas no mundo. A pesquisa, que tem nível de confiança de 95% e erro amostral de 1,47%, conta ainda com opiniões de 36 especialistas brasileiros. Entre os anos de 2000 a 2009 foram entrevistados no Brasil 21,9 mil adultos.
    Agência Sebrae de Notícias: www.agenciasebrae.com.br

    sábado, 10 de abril de 2010

    A Importância do Networking

    Alguns dias atrás resolvi parar e repensar as minhas últimas escolhas, aquelas que me permitiram mudar de trabalho, iniciar um curso superior e dar o primeiro passo para um período (caótico – no bom sentido) de grandes mudanças e pequenos passos em direção aos objetivos pessoais, foi quando me veio à mente a importância do networking (rede de contatos, rede de trabalho ou ainda rede de relacionamentos) no nosso caminho.
    Por mais que tenhamos conhecimento na área onde pretendemos atuar, habilidades, disciplina e uma série de outras qualidades, a nossa rede de contatos é, ainda assim, um dos elementos-chave para definir o sucesso de algumas ações ou no mínimo, diminuir drasticamente o esforço, recursos e tempo gastos para se atingir determinadas metas e objetivos, além disso todos sabemos a importância de manter contato com alguém que atua na área em que queremos ou melhor ainda, na empresa em que queremos atuar, não que seja uma relação de puro interesse mas quando essa relação é sincera e traz benefício para ambos, a tendência de ser favorecido aumenta bastante.
    Como ainda mantenho contato com algumas pessoas com as quais estudei durante o ensino fundamental, parei para observar um pouco melhor a carreira deles nos dias atuais e para a minha surpresa, as pessoas que estão melhor colocadas hoje, não são aquelas que tinham o melhor aproveitamento em sala e nem é preciso pensar muito para saber por que isso ocorreu, a reposta é o networking que cada um cultiva.
    A frase “Nenhum homem é uma ilha” (atribuída ao filósofo Teilhard de Chardin) explica com muita clareza a importância do networking e mesmo sem saber, já o praticamos muitas vezes seja ajudando ou sendo ajudado por alguém da nossa rede de contatos e para o Design, nossa área de atuação, essa é (também) uma ferramenta de extremo valor e que deve ser aprimorada diariamente para que tenhamos sempre boas alternativas para escolher, afinal, sem ela ficaria muito mais difícil conseguir aqueles freelas, empregos em agências e até mesmo colaboradores para nossos projetos portanto, se você ainda não pensou nisso vale a pena parar uns minutos e refletir sobre como está a sua rede de contatos e o que fazer para melhorar.



    Mais informações clique aqui.

    sexta-feira, 9 de abril de 2010

    Como ser Organizado na Vida e no Trabalho



    Em algumas organizações os indivíduos fazem parte de grupos formais sem nunca terem contato com outros colaboradores. É do conhecimento comum que a primeira impressão é a que fica, porém o contato pessoal, a primeira impressão (visual) podem nunca ocorrer. Contudo, o que fazemos dentro de uma empresa está disponível para avaliação de todos que a esta pertecem, e essa é muitas vezes, a única forma pela qual as pessoas nos conhecem: pela organização e qualidade do nosso trabalho.
    Dito isto, é possível afirmar que as pessoas podem nos 'enxergar' através do nosso trabalho e quanto mais organizado este for, melhor é a impressão que passamos de nossa personalidade para os outros.


    Para ilustrar melhor minhas colocações segue o  link de um texto bastante interessante para uma melhor compreensão do que estou expondo. E clicando aqui um teste para identificar se você é ou não é uma pessoa organizada.

    Campos de Atuação e Atividades Privativas do Administrador

    De acordo com os arts. 2º da Lei nº 4.769/65 e 3º do Regulamento aprovado pelo Decreto nº 61.934/67, a atividade profissional de Administrador será exercida, como profissão liberal ou não, mediante:
    a) elaboração de pareceres, relatórios, planos, projetos, arbitragens e laudos, em que se exija a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de organização;
    b) pesquisas, estudos, análises, interpretação, planejamento, implantação, coordenação e controle dos trabalhos nos campos de administração geral, como administração e seleção de pessoal, organização, análise, métodos e programas de trabalho, orçamento, administração de material e financeira, relações públicas, administração mercadológica, administração de produção, relações industriais, bem como outros campos em que estes se desdobrem ou com os quais sejam conexos;
    c) exercício de funções e cargos de Administrador do Serviço Público Federal, Estadual, Municipal, Autárquico, Sociedades de Economia Mista, empresas estatais, paraestatais e privadas, em que fique expresso e declarado o título do cargo abrangido;
    d) o exercício de funções de chefia ou direção, intermediária ou superior, assessoramento e consultoria em órgãos, ou seus compartimentos, da Administração pública ou de entidades privadas, cujas atribuições envolvam principalmente, a aplicação de conhecimentos inerentes às técnicas de administração;
    e) magistério em matérias técnicas do campo da administração e organização.
    Parágrafo único. A aplicação do disposto nas alíneas c, d e e não prejudicará a situação dos atuais ocupantes de cargos, funções e empregos, inclusive de direção, chefia, assessoramento e consultoria no Serviço Público e nas entidades privadas, enquanto os exercerem.

    Análise Crítica do Filme - O Terminal



    No filme O Terminal a história se inicia com a chegada de Viktor Navorski (Tom Hanks), oriundo de Krakozhia (país fictício do leste europeu que acaba de sofrer um golpe de estado) ao aeroporto Kennedy.
    Ao tentar obter a liberação para entrar na América, ele é surpreendido com a suspensão de seu passaporte e fica preso naquele local até que a situação de seu país seja resolvida.
    Nesse momento, o personagem encontra-se ilhado num lugar onde ele só consegue regular-se identificando os símbolos: as cores dos formulários que ele associou às informações prestadas pela funcionária do aeroporto, as cores dos carimbos que ela usava que diziam se ele estava autorizado ou não a entrar no país (verde ou vermelho), placas de piso molhado, de identificação dos sanitários masculino e feminino, sons, o movimento das câmeras, ou utilizando o seu conhecimento primário da língua local.
    Após não obter sucesso em sua tentativa de estabelecer comunicação com o diretor do aeroporto Frank Dixon que tenta orientá-lo, ele ouve o hino de seu país e, o associando às imagens que via na TV, ele se dá conta da dimensão do problema em que foi imerso: ‘se tornou um cidadão de lugar nenhum’.
    A partir daí o personagem vê a necessidade de compreender o código local para se comunicar e dar prosseguimento aos seus objetivos. Então ele utiliza dois guias da cidade de Nova Iorque um em Inglês e o outro em Russo, e comparando-os ele começa a aprender os primeiros termos da língua inglesa.
    As relações afetivas e profissionais estabelecidas por Viktor são determinantes para o seu sucesso no filme, e pode ter sua importância percebida especialmente no final quando ele é liberado voluntariamente pelos policiais em detrimento às ordens do diretor do aeroporto, para ir buscar o autógrafo do ídolo de seu pai na cidade de New York.
    Podemos afirmar que o filme trata de uma situação e de uma sociedade na qual estamos todos relativamente e involuntariamente inseridos na qual a informação, o domínio das linguagens, as relações interpessoais, o emprego da habilidade de se adaptar e de aprendizagem são fundamentais.
    Quando o assistimos, ele nos leva a refletir sobre estas questões que são valores intrínsecos do homem, como parte integrante da compreensão holística do ‘ser humano social’.

    segunda-feira, 5 de abril de 2010

    Taylorismo X Fayolismo

    Pudemos verificar que existem, entre os calouros do curso de Administração, muitas dúvidas sobre as diferenças do Taylorismo e Fayolismo. Essas teorias contribuíram muito para a criação da Administração enquanto ciência e são mutuamente complementares, de modo que suas diferenças são muitas vezes confundidas pelos não-íntimos.
    Estive pesquisando e encontrei esse artigo que aborda esse assunto de forma simples e objetiva. Você pode ler um pouco mais, a fim de compreender e dominar este assunto clicando nesse link!