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    segunda-feira, 31 de maio de 2010

    EMPREGABILIDADE

    O PERFIL DO TRABALHADOR DE HOJE
    No início da década dos anos 90, com o advento da Globalização e a conseqüente abertura do mercado brasileiro para os produtos estrangeiros, oriundos das mais diversas partes do mundo, assim como o ingresso do Brasil no Mercosul e os processos de downsizing, rightsizing, reengenharia, que na realidade representaram reduções dos tamanhos das empresas, reestruturações e em cortes de funcionários por parte das empresas, a Área de Recursos Humanos vem passando de lá para cá, principalmente, transformações significativas e históricas, de modo especial dentro do contexto de assumir novos desafios importante e focados em atrair, reter e, principalmente desenvolver seus talentos humanos, tendo ainda como seu principal objetivo, preservar a auto-estima, a motivação e o estímulo dos colaboradores, mantendo-se um clima organizacional positivo e favorável tanto para as empresas, quanto para os empregados. Hoje, os profissionais, independentemente das áreas onde eles atuam: médicos, dentistas, vendedores, jardineiros, borracheiros, professores, jogadores de futebol, administradores de empresas, mecânicos, cozinheiros, advogados etc, devem a todo o momento, desenvolverem suas competências, visando a plena capacitação profissional, num mundo altamente competitivo e qualificado. onde todos nós devemos estar preparados para prestarmos serviços em nossas empresas, com qualidade, eficiência e produtividade. Há poucos anos atrás, para se ingressar no mercado de trabalho, a escolaridade exigida era oitava. Hoje, já se exige o segundo grau para alguns cargos nível superior com especialização na área de atuação, conhecimentos de informática e, em alguns casos, a escrita e fluência de uma segunda ou terceira língua (inglês, espanhol, italiano etc). Com o rápido avanço da tecnologia, muitas máquinas e equipamentos utilizados para a produção, existentes nas empresas, possuem sofisticados sistemas de computadores e da robótica, motivo pelo qual os operadores destas máquinas deverão necessariamente conhecer informática e, em alguns casos, até o inglês básico. Perdoem-me os prezados leitores e não vai aí nenhuma crítica, muito menos qualquer comentário que envolva a qualidade de vida das pessoas, mas, muitas vezes em nossa vida, não aproveitamos adequadamente nosso tempo disponível para aplica-lo em nosso desenvolvimento e crescimento profissional. Muitas vezes saímos de nossos trabalhos e, ao invés de freqüentarmos escolas, cursos profissionalizantes, treinamentos etc, encostamos "nossos umbigos" nos balcões de bares, muitas vezes jogando tempo, conversa e dinheiro fora. Poderíamos perfeitamente estar aproveitando este tempo para investir em nós mesmos, permitindo aumentar a cada dia nosso conhecimento e, o mais importante, estar aplicando este conhecimento em nosso próprio trabalho ou a favor da comunidade onde atuamos. Hoje se falam muito em trabalhos voluntários junto às escolas e entidades filantrópicas. Talvez seja uma oportunidade de estarmos transferindo nossos conhecimentos para outras pessoas carentes e interessadas em aprender algo de novo. Por outro lado, cabe também às empresas investir em treinamentos e na educação para seus funcionários. Temos o caso da Telemar, a maior empresa de telecomunicações da América do Sul. Os estados que hoje integram a área de atuação são: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará, Maranhão, Pará, amazonas, Amapá e Roraima – correspondem a 64% do território nacional, gerando mais de U$ 300 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) e atendendo a 87 milhões de pessoas, mais da metade da população brasileira. A Telemar possui o programa da Universidade Corporativa, que foi criado em dezembro de 1999, quando o Projeto Universidade Telemar tornou-se realidade. Idealizado através de Colleges Crenças & Valores, Formação, Desenvolvimento Gerencial e Liderança, Negócios e Atendimento e Programas Especiais, atua com um portfólio bastante amplo e focado na estratégia da Empresa. A Universidade Telemar UNITE foi criada pra diferenciar o desempenho de seus colaboradores, atuando efetivamente na gestão do conhecimento, na identificação das competências, dos valores da organização, na formação de sua massa crítica e de um time de classe mundial. Na Universidade Telemar UNITE a educação corporativa é tida como um processo contínuo de aprendizagem, como condição fundamental na construção e consolidação da cultura Telemar e no desenvolvimento da capacidade de seus colaboradores em pensar e repensar a empresa diante da competitividade e da busca permanente de melhores resultados. Hoje o profissional deverá possuir algumas características básicas: ser pró-ativo, ser generalista, ser flexível, estar propenso a mudanças, entre outras coisas. O que era bom ontem, hoje já não é tão bom e amanhã, com toda certeza, tornará ultrapassado. Vale a pena lembrar aquela estória, que diz o seguinte: "todos os passageiros de um avião, em chamas, foram obrigados a saltar de pára-quedas. Caíram em um determinado lugar da selva africana, um japonês e um norte-americano que, foram abordados por um leão faminto e disposto a devorar a primeira presa que encontrasse. O japonês, mais que depressa, tirou as calças, a camisa, o paletó e a gravata e colocou um shorts, uma camiseta e um tênis, pronto para iniciar um grande corrida. O americano, inconformado, perguntou ao japonês: você acha que pode correr mais que este leão faminto. O japonês respondeu: mais que o leão não, mas mais que você, com certeza".









    Temos que ter habilidade para estimar o que o mercado precisa eo que se oferece, a comunicacao e essencial para o profissional,seja um sujeito ativo e participante das decisoes,nao fique neste mundo de alienacao ocorra atras do seu objetivos.

    sexta-feira, 28 de maio de 2010

    O mito nosso de cada dia

    Dejalma Cremonese *


    O mito é histórico. Resultado de uma criação coletiva da própria sociedade, os homens, desde os primórdios, o tem utilizado para explicar o enigmático, o desconhecido. O mito serviu e ainda serve para abrandar e acalmar os temores da existência humana. Ele traz consigo uma resposta e, também, uma esperança para os problemas da vida. No entanto, pode conduzir, ditar valores e comportamentos em uma sociedade. Assim, o mito não é mera ilusão ou fantasia, ele precisa ser examinado, desafiado e refletido. Só a reflexão pode explicar o mundo e entender a vida. Ao contrário, crenças e estereótipos, costumes e hábitos passarão a ser considerados naturais, aceitos e justificados como algo imutável ou incontestável. A modernidade emergiu da superação do mito religioso medieval (razão teológica), para o mito da razão instrumental. A razão desvelou e transformou o mundo. O homem passou da "idade das trevas" para a "idade das luzes", do pensamento único, para o pensamento diverso, plural e múltiplo. A razão impulsionou o pensamento científico e, este, a técnica e o progresso.

    O homem moderno acreditou que a ciência poderia resolver todos os problemas da humanidade. Tornou-se um mito a salvação pela ciência e pela tecnologia. Entretanto, a promessa não pôde ser cumprida. O certo é que as conquistas modernas passam, em nossos dias, por um esgotamento e uma crise acentuada. O conceito de progresso passa a ser questionado na medida em que, por um lado, avançamos, por outro, pagamos um alto preço pelo consumo de boa parte dos recursos minerais e naturais, além da degradação do meio ambiente. Vive-se como se esta fosse a última geração a habitar o planeta Terra. O progresso fugiu do controle. A ciência que emancipou o homem pode destruí-lo a qualquer momento: o perigo nuclear é iminente. Além disso, o progresso veio para uma pequena parcela da população na medida em que cresce, a cada dia, o abismo entre ricos e pobres.

    O mundo tornou-se uma "aldeia global" (comunidade única), graças às novas tecnologias da informática. No entanto, os homens vêem-se cada vez mais isolados, fragmentados, órfãos de esperanças. Não se tem um projeto de "Comunidade" (projetos comuns). Vive-se literalmente em uma sociedade sem consenso. As soluções tendem a ser individualizadas (pessoas, instituições, países), como se o problema também fosse localizado e particularizado. Prevalece o individual em detrimento do coletivo. Com o ceticismo em relação à ciência e ao progresso, o homem pós-moderno procura preencher o vazio com novos mitos.

    Apesar de todo o avanço dos últimos séculos, vê-se aumentar a angústia, a ansiedade e a insegurança, juntamente com inúmeras perguntas que carecem de respostas convincentes. Ninguém pode fugir do peso da própria existência humana. Para tentar preencher este vazio surge, a cada dia, uma nova droga, uma nova crença, seita religiosa, ou, uma nova terapia que promete a "salvação" e a "solução" dos problemas espirituais e existenciais de uma forma rápida e segura.

    Nunca as clínicas médicas de cirurgia plástica tiveram tanta procura. Lutando contra a natureza, ou contra a lei da gravidade, milhares de pessoas estão na lista de espera por uma cirurgia que lhes faças sentir melhor (mais jovem), ou parecer com aquela modelo ou atriz famosa. Se os meus heróis são belos, tenho que parecer com eles, por isso a padronização de narizes, seios e bumbuns. O ser da pessoa foi substituído pelo "aparecer", pois a "imagem é tudo". Por isso, "todos para a academia". Não para formar e moldar o cérebro e a razão, como fazia os gregos (embora também cultuassem o corpo belo), mas, para malhar e moldar os músculos. O que importa é a massa muscular, um corpo turbinado em detrimento dos neurônios.

    Ao comprar objetos e bens supérfluos, espera-se comprar a própria felicidade.

    Precisamos de uma nova roupa, um novo carro, uma nova casa. Quando não podemos consumir nos sentimos fracassados e inúteis. Se paga caro pelo lazer, mas, sem jamais descansar. O que importa é o hedonismo (prazer a qualquer custo), curtir a vida o máximo possível, pois, só temos o "hoje", o amanhã é uma incógnita.

    Urge, então, a construção de um novo paradigma que restabeleça as relações entre os homens, com a natureza e com o próprio universo. Não uma razão mitológica, nem mesmo uma razão instrumental individualizada. Precisamos de uma nova razão que se possa definir para além dos mitos e da instrumentalidade.

    O mito é histórico. Resultado de uma criação coletiva da própria sociedade, os homens, desde os primórdios, o tem utilizado para explicar o enigmático, o desconhecido. O mito serviu e ainda serve para abrandar e acalmar os temores da existência humana. Ele traz consigo uma resposta e, também, uma esperança para os problemas da vida. No entanto, pode conduzir, ditar valores e comportamentos em uma sociedade. Assim, o mito não é mera ilusão ou fantasia, ele precisa ser examinado, desafiado e refletido. Só a reflexão pode explicar o mundo e entender a vida. Ao contrário, crenças e estereótipos, costumes e hábitos passarão a ser considerados naturais, aceitos e justificados como algo imutável ou incontestável. A modernidade emergiu da superação do mito religioso medieval (razão teológica), para o mito da razão instrumental. A razão desvelou e transformou o mundo. O homem passou da "idade das trevas" para a "idade das luzes", do pensamento único, para o pensamento diverso, plural e múltiplo. A razão impulsionou o pensamento científico e, este, a técnica e o progresso.

    O homem moderno acreditou que a ciência poderia resolver todos os problemas da humanidade. Tornou-se um mito a salvação pela ciência e pela tecnologia. Entretanto, a promessa não pôde ser cumprida. O certo é que as conquistas modernas passam, em nossos dias, por um esgotamento e uma crise acentuada. O conceito de progresso passa a ser questionado na medida em que, por um lado, avançamos, por outro, pagamos um alto preço pelo consumo de boa parte dos recursos minerais e naturais, além da degradação do meio ambiente. Vive-se como se esta fosse a última geração a habitar o planeta Terra. O progresso fugiu do controle. A ciência que emancipou o homem pode destruí-lo a qualquer momento: o perigo nuclear é iminente. Além disso, o progresso veio para uma pequena parcela da população na medida em que cresce, a cada dia, o abismo entre ricos e pobres.

    O mundo tornou-se uma "aldeia global" (comunidade única), graças às novas tecnologias da informática. No entanto, os homens vêem-se cada vez mais isolados, fragmentados, órfãos de esperanças. Não se tem um projeto de "Comunidade" (projetos comuns). Vive-se literalmente em uma sociedade sem consenso. As soluções tendem a ser individualizadas (pessoas, instituições, países), como se o problema também fosse localizado e particularizado. Prevalece o individual em detrimento do coletivo. Com o ceticismo em relação à ciência e ao progresso, o homem pós-moderno procura preencher o vazio com novos mitos.

    Apesar de todo o avanço dos últimos séculos, vê-se aumentar a angústia, a ansiedade e a insegurança, juntamente com inúmeras perguntas que carecem de respostas convincentes. Ninguém pode fugir do peso da própria existência humana. Para tentar preencher este vazio surge, a cada dia, uma nova droga, uma nova crença, seita religiosa, ou, uma nova terapia que promete a "salvação" e a "solução" dos problemas espirituais e existenciais de uma forma rápida e segura.

    Nunca as clínicas médicas de cirurgia plástica tiveram tanta procura. Lutando contra a natureza, ou contra a lei da gravidade, milhares de pessoas estão na lista de espera por uma cirurgia que lhes faças sentir melhor (mais jovem), ou parecer com aquela modelo ou atriz famosa. Se os meus heróis são belos, tenho que parecer com eles, por isso a padronização de narizes, seios e bumbuns. O ser da pessoa foi substituído pelo "aparecer", pois a "imagem é tudo". Por isso, "todos para a academia". Não para formar e moldar o cérebro e a razão, como fazia os gregos (embora também cultuassem o corpo belo), mas, para malhar e moldar os músculos. O que importa é a massa muscular, um corpo turbinado em detrimento dos neurônios.

    Ao comprar objetos e bens supérfluos, espera-se comprar a própria felicidade. Precisamos de uma nova roupa, um novo carro, uma nova casa. Quando não podemos consumir nos sentimos fracassados e inúteis. Se paga caro pelo lazer, mas, sem jamais descansar. O que importa é o hedonismo (prazer a qualquer custo), curtir a vida o máximo possível, pois, só temos o "hoje", o amanhã é uma incógnita.

    Urge, então, a construção de um novo paradigma que restabeleça as relações entre os homens, com a natureza e com o próprio universo. Não uma razão mitológica, nem mesmo uma razão instrumental individualizada. Precisamos de uma nova razão que se possa definir para além dos mitos e da instrumentalidade.

    quinta-feira, 27 de maio de 2010

    3 Motivos pelos quais os clientes dizem "está caro" (e o que fazer)!


    "Seu preço está muito caro!" é uma frase que todo gestor deve escutar pelo menos uma vez por dia, principalmente no período de matrículas. Exatamente por ser tão comum, é fundamental que se saiba como responder adequadamente a essa objeção. Mas, antes de vermos como responder, é importante entender primeiro por que você ouve essa frase. Segundo o especialista Eric Slife, existem quatro razões principais para que um cliente diga que o serviço está caro, das quais três se aplicam à escola.

    1) O cliente não percebe o valor do produto ou serviço.
    2) Não existe diferencial algum em relação à concorrência.
    3) O cliente está usando a tática mais velha do mundo para negociar.

    1) O cliente não percebe o valor do produto ou serviço. Se o valor percebido pelo cliente é menor do que o preço que você está pedindo, é lógico que ele vai achar caro. Felizmente, existem várias maneiras de aumentar o valor percebido. Por exemplo, a marca e a empresa na qual você trabalha podem ser importantes. Garantias também aumentam esse valor. Rapidez no atendimento é ainda outra opção. Sua experiência de mercado, as características únicas do seu serviço, testemunhais de clientes satisfeitos... enfim, existem dezenas de opções para aumentar o valor percebido do seu produto/serviço.

    Lição de casa: escreva num pedaço de papel dez motivos pelos quais o cliente deve fazer negócios com a sua escola, e não com a concorrência. (Se você não conseguir responder essa pergunta, como espera que o cliente entenda o valor da sua proposta?)

    2) Não existe diferencial algum em relação à concorrência. Se você está num mercado concorrido e tudo está muito semelhante, fica claro que seu cliente vai escolher sempre a opção mais barata. Se você for tipicamente a solução mais barata, então não terá problemas. Caso contrário, terá de montar uma boa estratégia para diferenciar-se da concorrência.

    Lição de casa: escreva num pedaço de papel dez coisas que seus clientes levam em conta na hora de definir a escola dos filhos - além do preço. Em quais delas você está igual ou inferior à concorrência? O que pode ser feito?

    3) O cliente está usando a tática mais velha do mundo para negociar. Muitas vezes o cliente vai lhe dizer que está caro só para ver se você baixa o preço. Alguns nem falam - só fazem uma cara de espanto. Outros ficam em silêncio. Aí você entra em pânico com aquele silêncio constrangedor e desanda a falar sem parar, dando desconto sem nem mesmo o cliente ter pedido. Como lidar com esta situação? Antes de tudo, fique quieto e pense até dez antes de abrir a boca. Aí quem pode ficar incomodado é o cliente, que vai começar a falar e justificar-se. Se por acaso o cliente insistir no assunto, responda: "Pela sua reação, parece que você esperava um valor diferente. Você poderia me dizer qual era sua expectativa e como chegou a esse valor?". Com essa pergunta você descobrirá algumas coisas interessantes, como sua linha de raciocínio, seu orçamento, o conhecimento que tem das ofertas da concorrência. Com essas informações, você pode responder melhor à objeção, de preferência utilizando os diferenciais competitivos do seu serviço. Ou seja, sempre que o cliente pedir um desconto, responda agregando valor.

    Lição de casa: o que é que você vai dizer exatamente - palavra por palavra - da próxima vez que ouvir a objeção "está caro"?

    De acordo com Slife, depois de entender as razões pelas quais escutamos a objeção "seu preço está muito caro", podemos ver claramente que existe muito a ser feito se quisermos realmente lidar proativamente com a situação. Entretanto, mesmo que façamos o possível, com certeza ainda vamos ouvir o "está caro" de vez em quando. Nesses casos, pergunte de maneira simples: "Entendo. Poderia me dizer por que acha que está caro?".

    Essa simples pergunta permite que o cliente tenha a oportunidade de compartilhar com você o verdadeiro motivo da objeção. Não é uma pergunta agressiva e estimula-os a falar. Isso é exatamente o que você quer, pois o coloca no controle e permite que você descubra exatamente como responder às dúvidas do cliente. Isso também impede que você evite o pior erro (e o mais comum) cometido nesta hora - começar a falar sem parar, tentando justificar seu preço.

    Fonte:

    Raúl Candeloro é palestrante e editor das revistas VendaMais, Motivação e Liderança. Mestreem Empreendedorismo pelo Babson College (EUA). Visite o site: www.gestaoemvendas.com.br

    quarta-feira, 19 de maio de 2010

    Onde está o problema?


    Shirleine Ap. Larubia Gimenes
    Psicóloga do N.D.H

    Quando a vida profissional parece estar emperrada. A pergunta que se faz é: Onde está o problema? Se a primeira resposta que vem à sua mente é: “culpa da organização” ou “culpa dos colegas que trabalham comigo”.Cuidado! Pois pelo que se conhece das empresas, nenhuma obriga o colaborador permanecer na instituição, caso este queira ir embora. Outro aspecto que merece relevância é a mera constatação de que é demasiadamente estressante delegar o seu crescimento e êxito exclusivamente a terceiros.Então vamos reformular a questão? Ao invés de a onde está o problema? O que posso fazer dentro da minha área de atuação para transformar meu trabalho para melhor? Responda-me: Quem é você? É aquele que traz problemas? Ou traz soluções?A abordagem cognitiva comportamental distingue duas maneiras de enfrentar problemas:Um é conhecido como estratégia de enfrentamento centrada na emoção. Neste processo, é comum o indivíduo procurar culpados, sendo que em muitas vezes pessoas e problemas viram uma coisa só. Ao invés do discurso “Errei, estou com um problema para ser solucionado”, estes profissionais pensam: “Errei, sou incompetente e serei visto como incompetente”. Não é incomum neste tipo de estratégia, as pessoas ocultarem delas mesmas e dos outros, as possíveis falhas que possam ter cometido, dificultando a resolução da questão. Este processo é muito desgastante, pois a energia interna geralmente é dispersa em mágoa, estresse por se sentir vulnerável e dependente de terceiros, sobrando pouco espaço para a solução e o que é pior, há a persistência do problema que eterniza o ciclo do sofrimento até que o entrave seja solucionado. A dificuldade em ver a questão com certo distanciamento do SER impede a visão objetiva do que ocorre realmente.A outra é a estratégia centrada no objeto, em que a pessoa consegue se distanciar do problema, conseguindo percebê-lo de maneira objetiva, facilitando desta forma, o acesso às soluções. Neste processo, o indivíduo percebe a dificuldade como um desafio a ser superado e que tal situação não ESTÁ atrelada necessariamente ao SER COMPETENTE. Nesta condição há consciência de que processos não eficientes precisam de reajustes, passíveis de aprimoramento e aperfeiçoamento. Ora, não queremos pregar aqui a apologia da falta de responsabilidade, mas sim do direcionamento da energia e atenção para realmente resolver o problema e aprimorar o sistema. Nesta condição, a probabilidade de ocorrer a ampliação de percepção, conhecimento e conseqüentemente competência é muito grande.A questão emergente é: como adotar a segunda forma de atuação?A primeira atitude, sem dúvida, é ter a coragem de encarar o processo de maneira sistêmica, em que a pessoa não só avalia a sua ação, como também a interação desta com o trabalho das demais pessoas e departamentos que tem relação com seu trabalho. Esta visão viabiliza o encontro de SOLUÇÕES mais eficazes para todos, com menos desgaste e estresse.Para este fim, faz-se necessário o PLANEJAMENTO e ACOMPANHAMENTO de processos, para saber o que está funcionando e o que não está funcionando, visando o aprimoramento do sistema (percepção sistêmica).Parabéns!!! Provavelmente você estará com uma percepção mais apurada e mais segura, com uma conduta proativa.Agora você está preparado para construir uma comunicação mais clara e assertiva, como também terá recursos para encontrar SOLUÇÕES E NOVAS OPORTUNIDADES para o seu crescimento e da organização que está inserido.Talvez a empresa não acate as suas sugestões no momento, mas ela saberá que você está empenhado na busca de respostas para o crescimento e não está somente trazendo... Ou procurando... ONDE ESTÁ O PROBLEMA?

    segunda-feira, 17 de maio de 2010

    PALESTRA COM DANIEL GODRI

    domingo, 16 de maio de 2010

    O que é o desafio sebre


    O Desafio Sebrae é um jogo de empresas voltado para estudantes de todo Brasil que estejam cursando o ensino superior e oferece prêmios como computadores e uma viagem internacional para conhecer um centro de referência mundial em empreendedorismo. Mas acima de tudo, oferece uma oportunidade para que jovens, independentemente do curso de graduação que estejam fazendo, tenham contato com o ambiente e a dinâmica empreendedora através de um software exclusivo.
    Durante a realização das etapas, a competição se torna cada vez mais difícil...
    Quando chegar o momento em que se torne necessária a presença dos jogadores, apenas as melhores equipes do Desafio Sebrae estarão competindo. É necessário que a Instituição de Ensino superior seja reconhecida ou cadastrada no MEC e podem participar em um mesmo grupo alunos de diferentes Instituições, desde que estas sejam de um mesmo estado.
    Na disputa, os jogadores reúnem-se em equipes com 3 a 5 componentes e elas ficam responsáveis por gerenciar virtualmente uma empresa. Para participar e ter acesso ao material do jogo é necessário pagar uma taxa de R$ 30,00 por equipe. As equipes são divididas em chaves, onde são simuladas situações semelhantes às que os empresários enfrentam no dia a dia.
    O Desafio é dividido em cinco fases. As três primeiras são virtuais, em que os competidores jogam via internet e as outras duas são presenciais, quando a estrutura do jogo muda, sendo adotado regime de imersão.
    Durante a realização das etapas, a competição se torna cada vez mais difícil e apenas os grupos que conseguirem os melhores resultados estarão aptos para prosseguir na disputa. Quando chega o momento em que se torna necessária a presença dos jogadores, apenas as melhores equipes do Desafio Sebrae estarão competindo.
    Em alguns meses de envolvimento, o participante tem a possibilidade de testar sua capacidade de tomada de decisões, de trabalhar em equipe, de buscar soluções, tendo também a oportunidade de enriquecer seu espírito empreendedor.

    7 dicas para você vencer o desafio sebrae


    Como vencer o Desafio 1- Conheça o manual - É recomendável que você leia o manual disponibilizado logo no início do jogo. Ele será seu guia de sobrevivência durante a simulação. É importante que todos os membros da equipe tenham pleno conhecimento de seu conteúdo. Pode apostar que isso os ajudará e muito no jogo. Sei que é uma dica simples, mas tenha em conta que muitos dos seus concorrentes sequer abriram este manual, e é aí que estará o diferencial da sua equipe.
    2- Leia mais - Leia muito! Isso mesmo, quanto mais por dentro do assunto tratado no jogo você estiver, melhor. Procure boas literaturas sobre planejamento, marketing, gestão de itens fundamentais como oferta/demanda, preços, sazonalidade e, principalmente, contabilidade! O Desafio Sebrae, mais do que uma simulação, é um espelho que reflete a realidade das empresas, por isso, os participantes precisam ter uma boa noção dos conceitos abordados.
    3- Participe de fóruns de discussão - Para se ter uma boa experiência no jogo é preciso que os participantes mantenham uma boa troca de informações entre eles, e as conversas informais pela internet ajudam neste processo. Participe de fóruns sobre o Desafio, faça um grupo de discussão no MSN, siga pessoas que já participaram do jogo no Twitter, enfim, são inúmeras as possibilidades de troca de experiências via internet.
    4- Faça network com profissionais da área – Converse com pessoas que tem experiência no mercado abordado pelo jogo. Elas, com certeza, te darão uma boa noção do comportamento deste mercado em aspectos como a sazonalidade, por exemplo. É importante saber as épocas do ano em que tal produto vende mais ou menos. Estreite os laços com este profissionais, network neste jogo também pode ser uma grande ajuda.
    5- Seja altamente responsável - Como vocês já sabem, o Desafio Sebrae é basicamente movido por prazos e datas para entrega das tarefas, por este motivo, é preciso ficar atento e não perder nenhum prazo. Alerte sempre sua equipe para não perder os prazos. Com certeza, grande parte das empresas que não chegam nas fases finais são eliminadas por causa do prazo de entrega. Fique atento, entregue sempre suas tarefas com antecedência!
    6- Monte uma equipe vencedora – Para participar do Desafio Sebrae, você precisa ter uma grande equipe, com membros preparados e dispostos a irem até o final com você. Evite escolher as pessoas apenas pela amizade, pense também nas qualificações e na vontade demonstradas, pode ter certeza que isto fará muita falta na reta final.
    7- Esteja preparado – Mais do que um bom concorrente, você precisa ser um concorrente capaz de vencer os demais. E pra isso, é indispensável que você se prepare para o jogo. Leia, estude, pesquise, converse e planeje. Esteja atento a tudo o que acontece na simulação, e de preferência, com os seus concorrentes. Um candidato bem preparado faz uma diferença enorme durante a simulação.
    Agora que você já tem boas dicas, já sabe por onde começar e aonde quer chegar, só lhe resta se dedicar e vencer as etapas do jogo! Fique à vontade para compartilhar suas dicas e histórias sobre o Desafio. Boa sorte!

    APRENDIZ UNIVERSITÁRIO


    Prezados colegas,

    Boa noite!

    Venho por meio deste, passar uma informação de interesse para todos nós estudantes universitários sobre um reality show apresentado na Rede Record nas noites de terças e quintas-feiras. Onde são testados os conhecimentos e a criatividade dos participantes selecionados. De grande valia para nossos futuros trabalhos acadêmicos e pessoais.
    Vale à pena conferir o que João Doria Jr. E Cia tem a nos oferecer, para sermos um bom Aprendiz Universitário.

    O Aprendiz, formato da Fremantle Mediaque é sucesso em vários países, volta à grade de programação da Record totalmente repaginado, agora como Aprendiz Universitário. Com cerca de 125 mil inscrições, um recorde da atração, a edição de 2010 é a maior de todos os tempos na emissora. Apenas 16 candidatos foram selecionados, de acordo com seus currículos, entrevistas e desempenho durante as etapas de seleção. Desde janeiro, eles estão confinados em um hotel na cidade de São Paulo. 
    Todos enfrentarão provas e tarefas de difícil superação, sob o olhar atento do apresentador João Doria Jr. E apenas um terá a oportunidade de conquistar o grande prêmio, no valor de R$ 1 milhão, além de uma vaga remunerada no Grupo Doria Associados. Um verdadeiro sonho! 
    Ao lado de João Doria Jr. estão dois grandes nomes do mundo corporativo: a empresária Cristiana Arcangeli e o executivo David Barioni. Eles são os conselheiros do programa e acompanham o desempenho dos aprendizes, auxiliando o apresentador nas decisões mais difíceis, como as que precisam ser tomadas na sala de reunião. 
    O desafio já está na reta final, mas ainda há muita adrenalina e competição, e com certeza vai mudar a rotina desses estudantes daqui pra frente.

    HORÁRIOS DO APRENDIZ UNIVERSITÁRIO NA REDE RECORD: TODA TERÇA E QUINTA, ÀS 23h00

    Por,

    Gabriela Novaes
    Estudante de Administração
    Tel: (71) 9116-5915

    sexta-feira, 14 de maio de 2010

    O Sucesso Profissional X Atualização do Conhecimento


    Fonte: Anderson Hernandes

    Muito se fala sobre sucesso profissional, carreira profissional e visibilidade profissional. Isso gera um ônus constante ao profissional na busca de qualificação para as novas exigências no mercado de trabalho, que por estar em constante mudança, torna a tarefa um círculo vicioso. A pressão para manter-se atualizado é constante, portanto, a primeira regra que você deve aprender é que não importa o quanto se mantenha atualizado, em algum aspecto da sua carreira ele ficará desatualizado.
    Carreiras em áreas de constante mutação como tecnologia, medicina, jurídica e outras, implicam numa atualização contínua. Já carreiras em áreas de menor mutação como marketing, administração, finanças e outras possibilitam uma atualização menos constante. Mas como pode o profissional acompanhar tudo isso?

    Segue algumas dicas:

    1. Faça uma grande atualização de conhecimento a cada dois ou três anos no máximo – Em carreiras profissionais de grande mutação, recomendo que o profissional busque participar de cursos de educação continuada para aprimorar–se. O ideal é que tais cursos tenham uma carga horária justificável, de pelo menos 50 horas para que permita um aprofundamento mínimo nesta atualização. Tais cursos poderão compreender tanto aprimoramentos em suas especializações, como novos conhecimentos de áreas ligadas a sua especialização.
    2. Participe de palestras, convenções e workshops regularmente - Tais eventos ajudam o profissional a manter-se em dia com atualizações do seu conhecimento. Em áreas de grandes ou pequenas mutações, participações poderão trazer-lhe insigts que auxiliarão o seu desenvolvimento profissional.
    3. Todos os anos estudem algo diferente – Escolha atividades que não tenham qualquer influência com o conhecimento profissional para ampliação de seu conhecimento pessoal. A exemplo disso destaco: vinhos, instrumentos musicais, artes e outros assuntos. Até mesmo as empresas têm incentivado seus profissionais a buscar essa diversidade de conhecimento.
    4. Leia, leia e leia – A leitura deve fazer parte do dia a dia do profissional, por isso, falar sobre isso é mais do que redundante. Se estiver lendo esse artigo, provavelmente é um profissional que reconhece essa necessidade.

    O conhecimento é perecível, portanto não se engane em achar que por ter aprendido algo novo ele continuará NOVO por muito tempo, pois quando ele se dissimila quase sempre já tem algo de ultrapassado. Diante disso, o segredo é ser seletivo no conhecimento, pois quando se trata desse assunto é muito fácil gastarmos o tempo indevidamente.

    O conhecimento nos dá muitas lições, e dentre elas posso citar:

    • Não importa o quanto estudemos, sempre haverá muito a estudar.
    • Não importa o quanto nos achemos sábios, sempre agiremos como tolos em alguma faceta da nossa vida.
    • Não importa o quanto conheçamos algo, alguém ainda conhece mais do que nós.
    • Não importa se não conhecemos nada sobre determinado assunto, porque ninguém sabe tudo mesmo.
    • Não importa qual idade temos, porque o conhecimento adquirido não é experiência e está apartado do tempo de vida.

    Por fim, não importa o quanto estudemos, sempre haverá muito a estudar.
    Sucesso na sua Atualização do Conhecimento!