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    quarta-feira, 4 de agosto de 2010

    Panorama Atual

    Prezados amigos e leitores,

    Iniciamos o IIº semestre do curso de Administração e, junto a este, iniciam-se novas expectativas e desafios.
    Chegamos ao importante nº de 1.000 visualizações do blog que, especialmente para mim, significa uma vitória do ponto de vista da disseminação do conhecimento científico por meio da internet.
    Esperamos colaborar ainda mais com todos vocês que lêem e/ou utilizam os nossos conteúdos de algum modo.


    Cordialmente,

    Marcos Santos

    segunda-feira, 14 de junho de 2010

    Etnocentrismo


    Everardo Rocha


    E uma visao do mundo onde o nosso proprio grupo e tomado como centro de tudo e todos os outros sao pensados e sentidos atraves dos nossos valores,nossos modelos,nossas definicoes do que e a existencia.No plano intelectual, pode ser visto como a dificuldade de pensarmos a diferença,no plano afetivo, como sentimentos de estranheza, medo , hostilidade etc.
    Ao receber a missao de ir pregar junto aos selvagens um pastor se preparou durante dias para vir ao Brasil e iniciar no Xingu seu trabalho de evangelizaçao e catequese. Muito generoso, comprou para os selvagens contas espelhos, pentes, etc, modesto, comprou para si proprio apenas um modernissimorelogio digital capaz de acender luzes, alarmes, fazer contas,msrcar segundos, cronometrar e ate dizer a hora sempre absolutamente certa, infalivel. Ao chegar, venceu as burocracias inevitaveis e apos alguns meses, encontrava-se em meio as sociedades tribais do Xingu distribuindo seus presentes e sua doutrinaçao. Tempos depois, fez-se amigo de um indio muito vjovem que o acompanhava a todos os lugares de sua pregaçao e mostrava-se admirado de muitas coisas, especialmente, do barulhento, colorido e estranho objeto que o pastor trazia no pulso e consultava frequentemente. Um dia, por fim, vencido por insistentes pedidos, o pastor perdeu seu relogio dando-o, meio sem jeito e a contragosto, ao jovem indio
    A supresa maior estava, porem, por vir. Dias depois, o indio chamou-o apressadamente para mostrar-lhe, muito feliz, seu trabalho. Apontando seguindamente o galho superior de uma arvore altissima nas cercanias da aldeia, o indio fez o pastor divisar, nao sem dificuldade, um belo ornamento de penas e contas multicolores tendo no centro o relogio. O indio queria que o pasror compartilhasse a alegria da beleza transmitida por aquele novo e interessante objeto.Quase indistinguivel em meio as penas e contas e, ainda por cima, pendurado a varios metros de altura, o relogio, agora minimo e sem nenhuma funçao, contemplava o sorriso inevitavelmente amarelo no rostodo pastor. Fora-se o relogio.
    Passados mais alguns meses o pastor tambem se foi de volta para casa.Sua tarefa seguinte era entregar aos superiores seus relatorios e, naquela manha dar uma ultima revisada na comunicaçao que iria fazer em seguida aos seus colegas em congresso sobre evangelizaçao.Seu tema. A catequese e os selvagens. Levando-se, deu uma olhada no relogio novo, quinze para as dez. Era hora de ir.Como que buscando uma inspiraçao de ultima hora examinou detalhamente as paredes do seu escritorio.
    Nelas, arcos, flechas, tacapes, bordunas, cocares, e ate uma flauta formavam uma bela decoraçao. Rustica e sobria ao mesmo tempo, trazia-lhe estranhas lembranças. Com o pe na porta ainda pensou e sorriu para si mesmo.Engraçado o que aquele indio foi fazer com o meu relogio.

    Obs. Em primeiro lugar, nao e necessario ser nenhum detetive ou especialista em Antropologia Social ( ou aind pastor) para perceber que, neste choque de culturas, os personagens de cada uma delas fizeram, obviamente, a mesma coisa.Privilegiaram ambos as funçoes esteticas, ornamentais, decorativas de objetos que, na cultura do outro, desempenhavam funçoes que seriam principalmente tecnicas. Para o pastor o uso inusitado do seu relogio causou tanto espanto quanto o que causaria ao jovem indio conhecer o uso que o pastor deu a seu arco e flecha.Cada um traduzi nos termos de sua propria cultura o significado dos objetos cujo sentido original foi forjado na cultura do outro. O etnocentrismo passa exatamente por um julgamento do valor da cultura do outro nos termos da cultura do grupo do eu.
    Em segundo lugar, esta esta estoria representa o que se poderia chamar-se, se isso fosse possivel,de um etnocentrismo cordial, ja que ambo o indio e o pastor tiveram atitudes concretas sem maiores consequencias. No mais das vezes o etnocentrismo impica uma apreensao do outro que se reveste de uma forma bastante violenta.Como ja vimos,pode coloca-lo como primitivo, como algo a ser destruido, como atraso ao desenvolvimento, ( formula, alias, muito comum e de uso geral no etnocidio, na matança dos indios).

    quinta-feira, 10 de junho de 2010

    APO PSICOLOGIA

    KANAANE, Roberto. O homem: trabalho e participação no quadro geral do desenvolvimento organizacional. In: – Comportamento humano nas organizações: O homem rumo ao século XXI – 2ª ed. – São Paulo: Atlas, 1999.


    O homem é um ser de relações sociais que reproduz em seu comportamento os valores sociais que adquiriu ao longo de sua vida. Estes valores não são postos em prática em sua totalidade. O homem modifica o seu comportamento de acordo com o grupo social em que está inserido, como uma estratégia para alcançar os seus objetivos pessoais e profissionais.
    Os trabalhadores em geral apresentam diversos graus de insatisfação diante do trabalho que executam por não possuírem neste, qualidade de vida.
    Geralmente as empresas não estão voltadas para a adequação dos sistemas de trabalho em prol do benefício do trabalhador e esta atitude é indispensável para se obter motivação, além de ter um ambiente de trabalho e um sistema gerencial que atenda às expectativas dos trabalhadores. Entende-se globalmente por ‘motivação’ um conjunto de condutas, tais como: comportamento, vontade de inovar ou aceitar mudanças, criatividade e colaboração.
    Os indivíduos podem encontrar estruturas organizacionais facilitadoras, que lhe proporcionem qualidade de vida, desta forma corroborando para um ganho de produtividade que levará ao desenvolvimento organizacional, ou impeditivas (coercitivas), onde há a atuação de poderes econômicos, sociais e políticos arbitrários, que controlam a ação do trabalhador, lhe diminuindo a capacidade de atuar ativamente no ambiente de trabalho.
    Há a necessidade de que o homem tenha um comportamento empático e intuitivo. Deve saber conviver, saber relacionar-se com seus semelhantes, tanto no ambiente social como no trabalho. O homem, enquanto ser social, interage de múltiplas formas, executando diversos papéis nas organizações das quais ele faz parte. Os conflitos nas organizações são normais e a sua administração deve ser feita sob a forma de participação, pela integração dos objetivos pessoais do empregado.
    Observa-se nas empresas a participação financeira, baseada na remuneração e a participação social, baseada nos valores, objetivos e auto-estima do empregado.
    A organização não deve utilizar formulas mágicas (modelos prontos) como sua ideologia. Precisa desenvolver a partir de suas experiências empíricas a forma de gerir e controlar o capital humano.
    Uma das formas de desenvolver este modelo gerencial é a consultoria interna, a partir do feedback dos funcionários pertencentes à organização ou a consultoria externa, por meio de funcionários contratados via terceirização de serviços.
    A organização deve avaliar periodicamente os processos, treinamentos e desenvolvimento dos indivíduos, para que as disfunções sejam diagnosticadas e corrigidas.
    Quando as organizações se certificarem da importância de valorizar o potencial humano, elas estarão abrindo canais para que os indivíduos possam gradualmente ampliar as idéias acerca de si mesmos, dos outros e da própria organização.
    O desenvolvimento organizacional serve para ajustar missão e objetivos da empresa, envolvendo mudanças estruturais e atitudinais, visando adaptação à sua realidade interna e externa.
    O autor conclui identificando todos nós como co-responsáveis pela mudança organizacional.

    terça-feira, 8 de junho de 2010

    O PERFIL DO PROFISSIONAL DE HOJE

    O PERFIL DO PROFISSIONAL DE HOJE

    No início da década dos anos 90, com o advento da Globalização e a conseqüente abertura do mercado brasileiro para os produtos estrangeiros, oriundos das mais diversas partes do mundo, assim como o ingresso do Brasil no Mercosul e os processos de downsizing, rightsizing, reengenharia, que na realidade representaram reduções dos tamanhos das empresas, reestruturações e em cortes de funcionários por parte das empresas, a Área de Recursos Humanos vem passando de lá para cá, principalmente, transformações significativas e históricas, de modo especial dentro do contexto de assumir novos desafios importante e focados em atrair, reter e, principalmente desenvolver seus talentos humanos, tendo ainda como seu principal objetivo, preservar a auto-estima, a motivação e o estímulo dos colaboradores, mantendo-se um clima organizacional positivo e favorável tanto para as empresas, quanto para os empregados. Hoje, os profissionais, independentemente das áreas onde eles atuam: médicos, dentistas, vendedores, jardineiros, borracheiros, professores, jogadores de futebol, administradores de empresas, mecânicos, cozinheiros, advogados etc, devem a todo o momento, desenvolverem suas competências, visando a plena capacitação profissional, num mundo altamente competitivo e qualificado. onde todos nós devemos estar preparados para prestarmos serviços em nossas empresas, com qualidade, eficiência e produtividade. Há poucos anos atrás, para se ingressar no mercado de trabalho, a escolaridade exigida era oitava. Hoje, já se exige o segundo grau para alguns cargos nível superior com especialização na área de atuação, conhecimentos de informática e, em alguns casos, a escrita e fluência de uma segunda ou terceira língua (inglês, espanhol, italiano etc). Com o rápido avanço da tecnologia, muitas máquinas e equipamentos utilizados para a produção, existentes nas empresas, possuem sofisticados sistemas de computadores e da robótica, motivo pelo qual os operadores destas máquinas deverão necessariamente conhecer informática e, em alguns casos, até o inglês básico. Perdoem-me os prezados leitores e não vai aí nenhuma crítica, muito menos qualquer comentário que envolva a qualidade de vida das pessoas, mas, muitas vezes em nossa vida, não aproveitamos adequadamente nosso tempo disponível para aplica-lo em nosso desenvolvimento e crescimento profissional. Muitas vezes saímos de nossos trabalhos e, ao invés de freqüentarmos escolas, cursos profissionalizantes, treinamentos etc, encostamos "nossos umbigos" nos balcões de bares, muitas vezes jogando tempo, conversa e dinheiro fora. Poderíamos perfeitamente estar aproveitando este tempo para investir em nós mesmos, permitindo aumentar a cada dia nosso conhecimento e, o mais importante, estar aplicando este conhecimento em nosso próprio trabalho ou a favor da comunidade onde atuamos. Hoje se falam muito em trabalhos voluntários junto às escolas e entidades filantrópicas. Talvez seja uma oportunidade de estarmos transferindo nossos conhecimentos para outras pessoas carentes e interessadas em aprender algo de novo. Por outro lado, cabe também às empresas investir em treinamentos e na educação para seus funcionários. Hoje o profissional deverá possuir algumas características básicas: ser pró-ativo, ser generalista, ser flexível, estar propenso a mudanças, entre outras coisas. O que era bom ontem, hoje já não é tão bom e amanhã, com toda certeza, tornará ultrapassado. Vale a pena lembrar aquela estória, que diz o seguinte: "todos os passageiros de um avião, em chamas, foram obrigados a saltar de pára-quedas. Caíram em um determinado lugar da selva africana, um japonês e um norte-americano que, foram abordados por um leão faminto e disposto a devorar a primeira presa que encontrasse. O japonês, mais que depressa, tirou as calças, a camisa, o paletó e a gravata e colocou um shorts, uma camiseta e um tênis, pronto para iniciar um grande corrida. O americano, inconformado, perguntou ao japonês: você acha que pode correr mais que este leão faminto. O japonês respondeu: mais que o leão não, mas mais que você, com certeza".

    Especialistas apontam dez práticas que podem destruir um pequeno negócio

    O empreendedor que começa seu negócio normalmente espera problemas, como os entraves burocráticos e as dificuldades financeiras dos primeiros meses. Mas o pequeno empresário corre outros riscos, muitas vezes não tão óbvios. O G1 perguntou a especialistas quais as situações a que o empreendedor deve estar especialmente atento.Veja a lista das principais armadilhas apontadas por quem entende do assunto para manter o sucesso de um pequeno negócio:

    1) Contratar pessoas baratas

    “Esse não é nem risco, é certeza de derrota”, diz Hélio Rodrigues da Costa, professor da Fundação Getúlio Vargas do Rio (FGV-RJ). Para o especialista, muitas vezes uma pessoa qualificada para a vaga faz o trabalho de dois ou três funcionários. “É preciso identificar onde na empresa você precisa de pessoas-chave [e investir nisso]", diz Costa.

    Reinaldo Miguel Messias, consultor do Sebrae de São Paulo, vai além: “Se você pagar a média do mercado para contratar alguém que está do lado de fora [desempregado], você vai pegar os funcionários que as outras empresas não quiseram”, diz ele. A solução, para o especialista, é pagar mais para tirar bons funcionários de outras empresas.

    2) Não reter funcionários e perder conhecimento humano

    Esse risco é unânime entre os especialistas e, segundo eles, uma das maiores dificuldades de qualquer empresa é reter bons funcionários. “Hoje em dia é muito difícil achar pessoas comprometidas”, diz Ana Lígia Finamor, professora da FGV-RJ.

    Hélio Rodrigues da Costa alerta também que o conhecimento na empresa não pode ficar ligado a uma pessoa ou a um grupo de pessoas, para que o negócio não corra risco caso elas saiam. Ou seja: é preciso evitar aquelas situações em que há tarefas que “só fulano sabe fazer”. “As empresas treinam pessoas, mas têm poucos mecanismos para reter o conhecimento delas”, diz o professor.

    3) Não pagar funcionários e tributos dentro da legalidade

    Para Messias, não pagar os direitos trabalhistas ou tributos e outras obrigações em dia é “um empréstimo a longo prazo”, já que quase inevitavelmente a empresa vai ter que pagá-los posteriormente e em valor maior.

    4) Não trocar fechaduras e cadeados e checar estuque do teto para evitar assaltos

    Quando o empresário começa o negócio, alugando uma loja ou galpão, é preciso ficar atento à segurança. “Você não sabe quem alugou o imóvel antes”, diz o consultor do Sebrae, então é preciso trocar fechaduras e cadeados das portas. O consultor do Sebrae também aconselha que os empresários examinem o estuque do teto, para ver se ele é facilmente quebrável, pois ladrões podem entrar retirando telhas e roubar mercadorias e dinheiro.

    5) Não respeitar a privacidade do cliente

    O empreendedor deve ter cuidado com as boas intenções: às vezes, ao enviar cartões, presentes ou outras gentilezas à casa do cliente, pode causar problemas a ele, já que a compra feita pode ser uma surpresa para alguém ou mesmo um segredo.
    Messias dá um exemplo: “O sujeito compra um carro e a concessionária manda flores para a casa dele agradecendo pela compra. O problema é que o sujeito é casado e o carro comprado não era para a família, e sim para outra pessoa."

    6) Comprar para você, não para o cliente

    O empresário precisa pesquisar e conhecer o gosto do cliente e fazer as compras com fornecedores de acordo com isso, e não com seu gosto pessoal, alerta o consultor do Sebrae.

    7) Colocar todos os ovos na mesma cesta

    Uma situação frequente quando o empreendedor está começando os negócios é depender muito de um único cliente ou fornecedor. A situação deve ser evitada: “É um risco muito grande”, diz Messias.

    8) Não calcular todos os custos

    Tanto antes de abrir o negócio, para preparar o imóvel, fazer contratações e formar estoque, quanto depois, com a empresa funcionando, é muito frequente que os empresários tenham problemas para estimar seus custos. “Normalmente, a pessoa tem uma ideia, mas depois se surpreende com todos os gastos que precisam ser feitos”, diz Costa, da FGV. Resultado: margem de lucro menor e ainda mais dificuldades para a pequena empresa.

    9) Não se relacionar bem com fornecedores

    “O fornecedor deve ser seu parceiro, ele vai te dar dicas de tendências, de estoque etc. Você vai ter vantagens”, diz Messias, do Sebrae.

    10) Usar boas práticas sem adaptá-las à sua empresa

    “Um dos maiores erros do pequeno empresário é pegar boas práticas que existem é achar que elas servem para todo mundo”, diz o professor da FGV-RJ. “É preciso entender a lógica por trás da prática e adaptá-la à sua empresa.” Por exemplo, o sistema de pagamentos usado por uma grande empresa de mineração pode ser um exemplo de boa prática, mas dificilmente fará sentido para uma pequena padaria usá-lo.


    Fonte: Portal G1 por Paula Leite

    segunda-feira, 7 de junho de 2010

    A importância do conhecimento humanístico para a carreira do administrador.


    A especialização, a rigidez, a inaptidão para comunicar ou interagir nos programas e no comportamento dos estudantes, são características do modelo atual de formação do administrador, fatos estes que foram e são muito contestados.
    O texto visa apontar um norte para a formação dos bacharéis em administração, que utilize solidamente os conhecimentos humanísticos para proporcionar ao gestor uma visão holística dos mercados e do mundo.
    Os autores sugerem que apesar das diversas críticas, o pensamento administrativo não foi profundamente e amplamente avaliado. Ele acredita que o curso de administração de empresas é genérico demais, não possibilitando ao docente adquirir conhecimentos acadêmicos suficientes para exercer a sua função de forma plena em todos os tipos de organizações.
    Haveria então a necessidade de contemplar diversas disciplinas, conhecidas por “as grandes áreas da administração”, desta forma potencializando a superficialidade com que são abordados os assuntos, em especial da carreira de ciências sociais.
    Um dos estímulos a esta configuração de ensino está embasado nas pretensões dos formandos. Eles estariam mais preocupados em se inserir no mercado de trabalho em detrimento da produção de conhecimento científico ou da especialização. Os alunos do curso de administração são generalizados pelos autores como imediatistas e de postura essencialmente pragmática.
    Além disso, Cunha e Gomes (2009) afirmam que existem alguns professores que não possuem um comprometimento real em transferir o seu conhecimento teórico, desta forma utilizando-se do ‘pacto corrupto’ – conforme citado no texto. 
    Dessa forma, os alunos não desenvolvem pensamento crítico a respeito dos conteúdos que estudam, alheando-se a inúmeras questões, havendo uma rejeição dos alunos no aprendizado da teoria. O estudo da administração vem sendo resumido a uma receita de bolo, sugerindo-se um conjunto de técnicas que supostamente resolverão os problemas organizacionais.
    Segundo o texto, a teoria é o alicerce da técnica e o ambiente organizacional é dinâmico, apresentando muitas vezes situações nas quais são necessárias uma racionalização do problema a fim de adequar as técnicas adquiridas a contextos novos e específicos.
    De acordo com os autores, o pragmatismo de alunos e professores compromete completamente a disseminação da teoria social que, por conseqüência, compromete o espaço do pensamento crítico, resultando na reprodução permanente do sistema. O que prejudica alunos, professores, futuros administradores e à ciência como um todo.
    A globalização e, mais especificamente, o mercado mundial, necessita de um administrador com conhecimentos de ciências sociais, capaz de pensar a sobrevivência das organizações e os problemas da coletividade diretamente ligada a estas. E que possam, alicerçados na teoria social, buscar soluções a problemas que somente o ensino tecnicista não resolve por completo.
    Conforme citado no texto, o bacharel devia ser capaz de agregar aos conhecimentos técnicos, sólidos conhecimentos sociais. Por exemplo, um gestor de Recursos Humanos deveria ter domínio da Antropologia e um gestor da área de Marketing ter domínio da Lingüística.
    Os autores concluem que, o novo administrador deve saber o seu papel na democracia participativa e na melhoria das condições sociais, sendo um agente de mudanças na organização em que ele atua.

    terça-feira, 1 de junho de 2010

    Estão abertas as incrições para o Programa de Trainee Industrial AmBev 2010.


    A AmBev é uma empresa feita de gente que realiza grandes sonhos. No programa de Trainee AmBev, o candidato tem a oportunidade de iniciar sua carreira realizando sonhos do tamanho do seu talento.
    O processo seletivo de trainee AmBev está dividido, inicialmente, em duas áreas principais: Mestres Cervejeiros e Engenheiros Industriais. Tem duração de 10 meses e não possui limite de vagas. Após o cumprimento destas etapas de treinamentos, o Trainee é posicionado na área-fim, em cargo mínimo de Engenheiro Pleno.
    As inscrições acontecem até o dia 20 de junho de 2010, através do site www.traineeambev.com.br. Os candidatos aprovados neste processo já começam a trabalhar no dia 1° de Agosto. Segundo a cultura da empresa, o Trainee AmBev é funcionário desde o primeiro dia do programa.
    Para o Trainee Industrial, há possibilidade de curso de especialização em Mestre Cervejeiro no exterior e para o Engenheiro, alocação em projeto específico. Já o posicionamento pode se dar em qualquer Unidade da Cia. no Brasil.

    segunda-feira, 31 de maio de 2010

    EMPREGABILIDADE

    O PERFIL DO TRABALHADOR DE HOJE
    No início da década dos anos 90, com o advento da Globalização e a conseqüente abertura do mercado brasileiro para os produtos estrangeiros, oriundos das mais diversas partes do mundo, assim como o ingresso do Brasil no Mercosul e os processos de downsizing, rightsizing, reengenharia, que na realidade representaram reduções dos tamanhos das empresas, reestruturações e em cortes de funcionários por parte das empresas, a Área de Recursos Humanos vem passando de lá para cá, principalmente, transformações significativas e históricas, de modo especial dentro do contexto de assumir novos desafios importante e focados em atrair, reter e, principalmente desenvolver seus talentos humanos, tendo ainda como seu principal objetivo, preservar a auto-estima, a motivação e o estímulo dos colaboradores, mantendo-se um clima organizacional positivo e favorável tanto para as empresas, quanto para os empregados. Hoje, os profissionais, independentemente das áreas onde eles atuam: médicos, dentistas, vendedores, jardineiros, borracheiros, professores, jogadores de futebol, administradores de empresas, mecânicos, cozinheiros, advogados etc, devem a todo o momento, desenvolverem suas competências, visando a plena capacitação profissional, num mundo altamente competitivo e qualificado. onde todos nós devemos estar preparados para prestarmos serviços em nossas empresas, com qualidade, eficiência e produtividade. Há poucos anos atrás, para se ingressar no mercado de trabalho, a escolaridade exigida era oitava. Hoje, já se exige o segundo grau para alguns cargos nível superior com especialização na área de atuação, conhecimentos de informática e, em alguns casos, a escrita e fluência de uma segunda ou terceira língua (inglês, espanhol, italiano etc). Com o rápido avanço da tecnologia, muitas máquinas e equipamentos utilizados para a produção, existentes nas empresas, possuem sofisticados sistemas de computadores e da robótica, motivo pelo qual os operadores destas máquinas deverão necessariamente conhecer informática e, em alguns casos, até o inglês básico. Perdoem-me os prezados leitores e não vai aí nenhuma crítica, muito menos qualquer comentário que envolva a qualidade de vida das pessoas, mas, muitas vezes em nossa vida, não aproveitamos adequadamente nosso tempo disponível para aplica-lo em nosso desenvolvimento e crescimento profissional. Muitas vezes saímos de nossos trabalhos e, ao invés de freqüentarmos escolas, cursos profissionalizantes, treinamentos etc, encostamos "nossos umbigos" nos balcões de bares, muitas vezes jogando tempo, conversa e dinheiro fora. Poderíamos perfeitamente estar aproveitando este tempo para investir em nós mesmos, permitindo aumentar a cada dia nosso conhecimento e, o mais importante, estar aplicando este conhecimento em nosso próprio trabalho ou a favor da comunidade onde atuamos. Hoje se falam muito em trabalhos voluntários junto às escolas e entidades filantrópicas. Talvez seja uma oportunidade de estarmos transferindo nossos conhecimentos para outras pessoas carentes e interessadas em aprender algo de novo. Por outro lado, cabe também às empresas investir em treinamentos e na educação para seus funcionários. Temos o caso da Telemar, a maior empresa de telecomunicações da América do Sul. Os estados que hoje integram a área de atuação são: Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Sergipe, Alagoas, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte, Piauí, Ceará, Maranhão, Pará, amazonas, Amapá e Roraima – correspondem a 64% do território nacional, gerando mais de U$ 300 bilhões do Produto Interno Bruto (PIB) e atendendo a 87 milhões de pessoas, mais da metade da população brasileira. A Telemar possui o programa da Universidade Corporativa, que foi criado em dezembro de 1999, quando o Projeto Universidade Telemar tornou-se realidade. Idealizado através de Colleges Crenças & Valores, Formação, Desenvolvimento Gerencial e Liderança, Negócios e Atendimento e Programas Especiais, atua com um portfólio bastante amplo e focado na estratégia da Empresa. A Universidade Telemar UNITE foi criada pra diferenciar o desempenho de seus colaboradores, atuando efetivamente na gestão do conhecimento, na identificação das competências, dos valores da organização, na formação de sua massa crítica e de um time de classe mundial. Na Universidade Telemar UNITE a educação corporativa é tida como um processo contínuo de aprendizagem, como condição fundamental na construção e consolidação da cultura Telemar e no desenvolvimento da capacidade de seus colaboradores em pensar e repensar a empresa diante da competitividade e da busca permanente de melhores resultados. Hoje o profissional deverá possuir algumas características básicas: ser pró-ativo, ser generalista, ser flexível, estar propenso a mudanças, entre outras coisas. O que era bom ontem, hoje já não é tão bom e amanhã, com toda certeza, tornará ultrapassado. Vale a pena lembrar aquela estória, que diz o seguinte: "todos os passageiros de um avião, em chamas, foram obrigados a saltar de pára-quedas. Caíram em um determinado lugar da selva africana, um japonês e um norte-americano que, foram abordados por um leão faminto e disposto a devorar a primeira presa que encontrasse. O japonês, mais que depressa, tirou as calças, a camisa, o paletó e a gravata e colocou um shorts, uma camiseta e um tênis, pronto para iniciar um grande corrida. O americano, inconformado, perguntou ao japonês: você acha que pode correr mais que este leão faminto. O japonês respondeu: mais que o leão não, mas mais que você, com certeza".









    Temos que ter habilidade para estimar o que o mercado precisa eo que se oferece, a comunicacao e essencial para o profissional,seja um sujeito ativo e participante das decisoes,nao fique neste mundo de alienacao ocorra atras do seu objetivos.

    sexta-feira, 28 de maio de 2010

    O mito nosso de cada dia

    Dejalma Cremonese *


    O mito é histórico. Resultado de uma criação coletiva da própria sociedade, os homens, desde os primórdios, o tem utilizado para explicar o enigmático, o desconhecido. O mito serviu e ainda serve para abrandar e acalmar os temores da existência humana. Ele traz consigo uma resposta e, também, uma esperança para os problemas da vida. No entanto, pode conduzir, ditar valores e comportamentos em uma sociedade. Assim, o mito não é mera ilusão ou fantasia, ele precisa ser examinado, desafiado e refletido. Só a reflexão pode explicar o mundo e entender a vida. Ao contrário, crenças e estereótipos, costumes e hábitos passarão a ser considerados naturais, aceitos e justificados como algo imutável ou incontestável. A modernidade emergiu da superação do mito religioso medieval (razão teológica), para o mito da razão instrumental. A razão desvelou e transformou o mundo. O homem passou da "idade das trevas" para a "idade das luzes", do pensamento único, para o pensamento diverso, plural e múltiplo. A razão impulsionou o pensamento científico e, este, a técnica e o progresso.

    O homem moderno acreditou que a ciência poderia resolver todos os problemas da humanidade. Tornou-se um mito a salvação pela ciência e pela tecnologia. Entretanto, a promessa não pôde ser cumprida. O certo é que as conquistas modernas passam, em nossos dias, por um esgotamento e uma crise acentuada. O conceito de progresso passa a ser questionado na medida em que, por um lado, avançamos, por outro, pagamos um alto preço pelo consumo de boa parte dos recursos minerais e naturais, além da degradação do meio ambiente. Vive-se como se esta fosse a última geração a habitar o planeta Terra. O progresso fugiu do controle. A ciência que emancipou o homem pode destruí-lo a qualquer momento: o perigo nuclear é iminente. Além disso, o progresso veio para uma pequena parcela da população na medida em que cresce, a cada dia, o abismo entre ricos e pobres.

    O mundo tornou-se uma "aldeia global" (comunidade única), graças às novas tecnologias da informática. No entanto, os homens vêem-se cada vez mais isolados, fragmentados, órfãos de esperanças. Não se tem um projeto de "Comunidade" (projetos comuns). Vive-se literalmente em uma sociedade sem consenso. As soluções tendem a ser individualizadas (pessoas, instituições, países), como se o problema também fosse localizado e particularizado. Prevalece o individual em detrimento do coletivo. Com o ceticismo em relação à ciência e ao progresso, o homem pós-moderno procura preencher o vazio com novos mitos.

    Apesar de todo o avanço dos últimos séculos, vê-se aumentar a angústia, a ansiedade e a insegurança, juntamente com inúmeras perguntas que carecem de respostas convincentes. Ninguém pode fugir do peso da própria existência humana. Para tentar preencher este vazio surge, a cada dia, uma nova droga, uma nova crença, seita religiosa, ou, uma nova terapia que promete a "salvação" e a "solução" dos problemas espirituais e existenciais de uma forma rápida e segura.

    Nunca as clínicas médicas de cirurgia plástica tiveram tanta procura. Lutando contra a natureza, ou contra a lei da gravidade, milhares de pessoas estão na lista de espera por uma cirurgia que lhes faças sentir melhor (mais jovem), ou parecer com aquela modelo ou atriz famosa. Se os meus heróis são belos, tenho que parecer com eles, por isso a padronização de narizes, seios e bumbuns. O ser da pessoa foi substituído pelo "aparecer", pois a "imagem é tudo". Por isso, "todos para a academia". Não para formar e moldar o cérebro e a razão, como fazia os gregos (embora também cultuassem o corpo belo), mas, para malhar e moldar os músculos. O que importa é a massa muscular, um corpo turbinado em detrimento dos neurônios.

    Ao comprar objetos e bens supérfluos, espera-se comprar a própria felicidade.

    Precisamos de uma nova roupa, um novo carro, uma nova casa. Quando não podemos consumir nos sentimos fracassados e inúteis. Se paga caro pelo lazer, mas, sem jamais descansar. O que importa é o hedonismo (prazer a qualquer custo), curtir a vida o máximo possível, pois, só temos o "hoje", o amanhã é uma incógnita.

    Urge, então, a construção de um novo paradigma que restabeleça as relações entre os homens, com a natureza e com o próprio universo. Não uma razão mitológica, nem mesmo uma razão instrumental individualizada. Precisamos de uma nova razão que se possa definir para além dos mitos e da instrumentalidade.

    O mito é histórico. Resultado de uma criação coletiva da própria sociedade, os homens, desde os primórdios, o tem utilizado para explicar o enigmático, o desconhecido. O mito serviu e ainda serve para abrandar e acalmar os temores da existência humana. Ele traz consigo uma resposta e, também, uma esperança para os problemas da vida. No entanto, pode conduzir, ditar valores e comportamentos em uma sociedade. Assim, o mito não é mera ilusão ou fantasia, ele precisa ser examinado, desafiado e refletido. Só a reflexão pode explicar o mundo e entender a vida. Ao contrário, crenças e estereótipos, costumes e hábitos passarão a ser considerados naturais, aceitos e justificados como algo imutável ou incontestável. A modernidade emergiu da superação do mito religioso medieval (razão teológica), para o mito da razão instrumental. A razão desvelou e transformou o mundo. O homem passou da "idade das trevas" para a "idade das luzes", do pensamento único, para o pensamento diverso, plural e múltiplo. A razão impulsionou o pensamento científico e, este, a técnica e o progresso.

    O homem moderno acreditou que a ciência poderia resolver todos os problemas da humanidade. Tornou-se um mito a salvação pela ciência e pela tecnologia. Entretanto, a promessa não pôde ser cumprida. O certo é que as conquistas modernas passam, em nossos dias, por um esgotamento e uma crise acentuada. O conceito de progresso passa a ser questionado na medida em que, por um lado, avançamos, por outro, pagamos um alto preço pelo consumo de boa parte dos recursos minerais e naturais, além da degradação do meio ambiente. Vive-se como se esta fosse a última geração a habitar o planeta Terra. O progresso fugiu do controle. A ciência que emancipou o homem pode destruí-lo a qualquer momento: o perigo nuclear é iminente. Além disso, o progresso veio para uma pequena parcela da população na medida em que cresce, a cada dia, o abismo entre ricos e pobres.

    O mundo tornou-se uma "aldeia global" (comunidade única), graças às novas tecnologias da informática. No entanto, os homens vêem-se cada vez mais isolados, fragmentados, órfãos de esperanças. Não se tem um projeto de "Comunidade" (projetos comuns). Vive-se literalmente em uma sociedade sem consenso. As soluções tendem a ser individualizadas (pessoas, instituições, países), como se o problema também fosse localizado e particularizado. Prevalece o individual em detrimento do coletivo. Com o ceticismo em relação à ciência e ao progresso, o homem pós-moderno procura preencher o vazio com novos mitos.

    Apesar de todo o avanço dos últimos séculos, vê-se aumentar a angústia, a ansiedade e a insegurança, juntamente com inúmeras perguntas que carecem de respostas convincentes. Ninguém pode fugir do peso da própria existência humana. Para tentar preencher este vazio surge, a cada dia, uma nova droga, uma nova crença, seita religiosa, ou, uma nova terapia que promete a "salvação" e a "solução" dos problemas espirituais e existenciais de uma forma rápida e segura.

    Nunca as clínicas médicas de cirurgia plástica tiveram tanta procura. Lutando contra a natureza, ou contra a lei da gravidade, milhares de pessoas estão na lista de espera por uma cirurgia que lhes faças sentir melhor (mais jovem), ou parecer com aquela modelo ou atriz famosa. Se os meus heróis são belos, tenho que parecer com eles, por isso a padronização de narizes, seios e bumbuns. O ser da pessoa foi substituído pelo "aparecer", pois a "imagem é tudo". Por isso, "todos para a academia". Não para formar e moldar o cérebro e a razão, como fazia os gregos (embora também cultuassem o corpo belo), mas, para malhar e moldar os músculos. O que importa é a massa muscular, um corpo turbinado em detrimento dos neurônios.

    Ao comprar objetos e bens supérfluos, espera-se comprar a própria felicidade. Precisamos de uma nova roupa, um novo carro, uma nova casa. Quando não podemos consumir nos sentimos fracassados e inúteis. Se paga caro pelo lazer, mas, sem jamais descansar. O que importa é o hedonismo (prazer a qualquer custo), curtir a vida o máximo possível, pois, só temos o "hoje", o amanhã é uma incógnita.

    Urge, então, a construção de um novo paradigma que restabeleça as relações entre os homens, com a natureza e com o próprio universo. Não uma razão mitológica, nem mesmo uma razão instrumental individualizada. Precisamos de uma nova razão que se possa definir para além dos mitos e da instrumentalidade.

    quinta-feira, 27 de maio de 2010

    3 Motivos pelos quais os clientes dizem "está caro" (e o que fazer)!


    "Seu preço está muito caro!" é uma frase que todo gestor deve escutar pelo menos uma vez por dia, principalmente no período de matrículas. Exatamente por ser tão comum, é fundamental que se saiba como responder adequadamente a essa objeção. Mas, antes de vermos como responder, é importante entender primeiro por que você ouve essa frase. Segundo o especialista Eric Slife, existem quatro razões principais para que um cliente diga que o serviço está caro, das quais três se aplicam à escola.

    1) O cliente não percebe o valor do produto ou serviço.
    2) Não existe diferencial algum em relação à concorrência.
    3) O cliente está usando a tática mais velha do mundo para negociar.

    1) O cliente não percebe o valor do produto ou serviço. Se o valor percebido pelo cliente é menor do que o preço que você está pedindo, é lógico que ele vai achar caro. Felizmente, existem várias maneiras de aumentar o valor percebido. Por exemplo, a marca e a empresa na qual você trabalha podem ser importantes. Garantias também aumentam esse valor. Rapidez no atendimento é ainda outra opção. Sua experiência de mercado, as características únicas do seu serviço, testemunhais de clientes satisfeitos... enfim, existem dezenas de opções para aumentar o valor percebido do seu produto/serviço.

    Lição de casa: escreva num pedaço de papel dez motivos pelos quais o cliente deve fazer negócios com a sua escola, e não com a concorrência. (Se você não conseguir responder essa pergunta, como espera que o cliente entenda o valor da sua proposta?)

    2) Não existe diferencial algum em relação à concorrência. Se você está num mercado concorrido e tudo está muito semelhante, fica claro que seu cliente vai escolher sempre a opção mais barata. Se você for tipicamente a solução mais barata, então não terá problemas. Caso contrário, terá de montar uma boa estratégia para diferenciar-se da concorrência.

    Lição de casa: escreva num pedaço de papel dez coisas que seus clientes levam em conta na hora de definir a escola dos filhos - além do preço. Em quais delas você está igual ou inferior à concorrência? O que pode ser feito?

    3) O cliente está usando a tática mais velha do mundo para negociar. Muitas vezes o cliente vai lhe dizer que está caro só para ver se você baixa o preço. Alguns nem falam - só fazem uma cara de espanto. Outros ficam em silêncio. Aí você entra em pânico com aquele silêncio constrangedor e desanda a falar sem parar, dando desconto sem nem mesmo o cliente ter pedido. Como lidar com esta situação? Antes de tudo, fique quieto e pense até dez antes de abrir a boca. Aí quem pode ficar incomodado é o cliente, que vai começar a falar e justificar-se. Se por acaso o cliente insistir no assunto, responda: "Pela sua reação, parece que você esperava um valor diferente. Você poderia me dizer qual era sua expectativa e como chegou a esse valor?". Com essa pergunta você descobrirá algumas coisas interessantes, como sua linha de raciocínio, seu orçamento, o conhecimento que tem das ofertas da concorrência. Com essas informações, você pode responder melhor à objeção, de preferência utilizando os diferenciais competitivos do seu serviço. Ou seja, sempre que o cliente pedir um desconto, responda agregando valor.

    Lição de casa: o que é que você vai dizer exatamente - palavra por palavra - da próxima vez que ouvir a objeção "está caro"?

    De acordo com Slife, depois de entender as razões pelas quais escutamos a objeção "seu preço está muito caro", podemos ver claramente que existe muito a ser feito se quisermos realmente lidar proativamente com a situação. Entretanto, mesmo que façamos o possível, com certeza ainda vamos ouvir o "está caro" de vez em quando. Nesses casos, pergunte de maneira simples: "Entendo. Poderia me dizer por que acha que está caro?".

    Essa simples pergunta permite que o cliente tenha a oportunidade de compartilhar com você o verdadeiro motivo da objeção. Não é uma pergunta agressiva e estimula-os a falar. Isso é exatamente o que você quer, pois o coloca no controle e permite que você descubra exatamente como responder às dúvidas do cliente. Isso também impede que você evite o pior erro (e o mais comum) cometido nesta hora - começar a falar sem parar, tentando justificar seu preço.

    Fonte:

    Raúl Candeloro é palestrante e editor das revistas VendaMais, Motivação e Liderança. Mestreem Empreendedorismo pelo Babson College (EUA). Visite o site: www.gestaoemvendas.com.br

    quarta-feira, 19 de maio de 2010

    Onde está o problema?


    Shirleine Ap. Larubia Gimenes
    Psicóloga do N.D.H

    Quando a vida profissional parece estar emperrada. A pergunta que se faz é: Onde está o problema? Se a primeira resposta que vem à sua mente é: “culpa da organização” ou “culpa dos colegas que trabalham comigo”.Cuidado! Pois pelo que se conhece das empresas, nenhuma obriga o colaborador permanecer na instituição, caso este queira ir embora. Outro aspecto que merece relevância é a mera constatação de que é demasiadamente estressante delegar o seu crescimento e êxito exclusivamente a terceiros.Então vamos reformular a questão? Ao invés de a onde está o problema? O que posso fazer dentro da minha área de atuação para transformar meu trabalho para melhor? Responda-me: Quem é você? É aquele que traz problemas? Ou traz soluções?A abordagem cognitiva comportamental distingue duas maneiras de enfrentar problemas:Um é conhecido como estratégia de enfrentamento centrada na emoção. Neste processo, é comum o indivíduo procurar culpados, sendo que em muitas vezes pessoas e problemas viram uma coisa só. Ao invés do discurso “Errei, estou com um problema para ser solucionado”, estes profissionais pensam: “Errei, sou incompetente e serei visto como incompetente”. Não é incomum neste tipo de estratégia, as pessoas ocultarem delas mesmas e dos outros, as possíveis falhas que possam ter cometido, dificultando a resolução da questão. Este processo é muito desgastante, pois a energia interna geralmente é dispersa em mágoa, estresse por se sentir vulnerável e dependente de terceiros, sobrando pouco espaço para a solução e o que é pior, há a persistência do problema que eterniza o ciclo do sofrimento até que o entrave seja solucionado. A dificuldade em ver a questão com certo distanciamento do SER impede a visão objetiva do que ocorre realmente.A outra é a estratégia centrada no objeto, em que a pessoa consegue se distanciar do problema, conseguindo percebê-lo de maneira objetiva, facilitando desta forma, o acesso às soluções. Neste processo, o indivíduo percebe a dificuldade como um desafio a ser superado e que tal situação não ESTÁ atrelada necessariamente ao SER COMPETENTE. Nesta condição há consciência de que processos não eficientes precisam de reajustes, passíveis de aprimoramento e aperfeiçoamento. Ora, não queremos pregar aqui a apologia da falta de responsabilidade, mas sim do direcionamento da energia e atenção para realmente resolver o problema e aprimorar o sistema. Nesta condição, a probabilidade de ocorrer a ampliação de percepção, conhecimento e conseqüentemente competência é muito grande.A questão emergente é: como adotar a segunda forma de atuação?A primeira atitude, sem dúvida, é ter a coragem de encarar o processo de maneira sistêmica, em que a pessoa não só avalia a sua ação, como também a interação desta com o trabalho das demais pessoas e departamentos que tem relação com seu trabalho. Esta visão viabiliza o encontro de SOLUÇÕES mais eficazes para todos, com menos desgaste e estresse.Para este fim, faz-se necessário o PLANEJAMENTO e ACOMPANHAMENTO de processos, para saber o que está funcionando e o que não está funcionando, visando o aprimoramento do sistema (percepção sistêmica).Parabéns!!! Provavelmente você estará com uma percepção mais apurada e mais segura, com uma conduta proativa.Agora você está preparado para construir uma comunicação mais clara e assertiva, como também terá recursos para encontrar SOLUÇÕES E NOVAS OPORTUNIDADES para o seu crescimento e da organização que está inserido.Talvez a empresa não acate as suas sugestões no momento, mas ela saberá que você está empenhado na busca de respostas para o crescimento e não está somente trazendo... Ou procurando... ONDE ESTÁ O PROBLEMA?

    segunda-feira, 17 de maio de 2010

    PALESTRA COM DANIEL GODRI

    domingo, 16 de maio de 2010

    O que é o desafio sebre


    O Desafio Sebrae é um jogo de empresas voltado para estudantes de todo Brasil que estejam cursando o ensino superior e oferece prêmios como computadores e uma viagem internacional para conhecer um centro de referência mundial em empreendedorismo. Mas acima de tudo, oferece uma oportunidade para que jovens, independentemente do curso de graduação que estejam fazendo, tenham contato com o ambiente e a dinâmica empreendedora através de um software exclusivo.
    Durante a realização das etapas, a competição se torna cada vez mais difícil...
    Quando chegar o momento em que se torne necessária a presença dos jogadores, apenas as melhores equipes do Desafio Sebrae estarão competindo. É necessário que a Instituição de Ensino superior seja reconhecida ou cadastrada no MEC e podem participar em um mesmo grupo alunos de diferentes Instituições, desde que estas sejam de um mesmo estado.
    Na disputa, os jogadores reúnem-se em equipes com 3 a 5 componentes e elas ficam responsáveis por gerenciar virtualmente uma empresa. Para participar e ter acesso ao material do jogo é necessário pagar uma taxa de R$ 30,00 por equipe. As equipes são divididas em chaves, onde são simuladas situações semelhantes às que os empresários enfrentam no dia a dia.
    O Desafio é dividido em cinco fases. As três primeiras são virtuais, em que os competidores jogam via internet e as outras duas são presenciais, quando a estrutura do jogo muda, sendo adotado regime de imersão.
    Durante a realização das etapas, a competição se torna cada vez mais difícil e apenas os grupos que conseguirem os melhores resultados estarão aptos para prosseguir na disputa. Quando chega o momento em que se torna necessária a presença dos jogadores, apenas as melhores equipes do Desafio Sebrae estarão competindo.
    Em alguns meses de envolvimento, o participante tem a possibilidade de testar sua capacidade de tomada de decisões, de trabalhar em equipe, de buscar soluções, tendo também a oportunidade de enriquecer seu espírito empreendedor.

    7 dicas para você vencer o desafio sebrae


    Como vencer o Desafio 1- Conheça o manual - É recomendável que você leia o manual disponibilizado logo no início do jogo. Ele será seu guia de sobrevivência durante a simulação. É importante que todos os membros da equipe tenham pleno conhecimento de seu conteúdo. Pode apostar que isso os ajudará e muito no jogo. Sei que é uma dica simples, mas tenha em conta que muitos dos seus concorrentes sequer abriram este manual, e é aí que estará o diferencial da sua equipe.
    2- Leia mais - Leia muito! Isso mesmo, quanto mais por dentro do assunto tratado no jogo você estiver, melhor. Procure boas literaturas sobre planejamento, marketing, gestão de itens fundamentais como oferta/demanda, preços, sazonalidade e, principalmente, contabilidade! O Desafio Sebrae, mais do que uma simulação, é um espelho que reflete a realidade das empresas, por isso, os participantes precisam ter uma boa noção dos conceitos abordados.
    3- Participe de fóruns de discussão - Para se ter uma boa experiência no jogo é preciso que os participantes mantenham uma boa troca de informações entre eles, e as conversas informais pela internet ajudam neste processo. Participe de fóruns sobre o Desafio, faça um grupo de discussão no MSN, siga pessoas que já participaram do jogo no Twitter, enfim, são inúmeras as possibilidades de troca de experiências via internet.
    4- Faça network com profissionais da área – Converse com pessoas que tem experiência no mercado abordado pelo jogo. Elas, com certeza, te darão uma boa noção do comportamento deste mercado em aspectos como a sazonalidade, por exemplo. É importante saber as épocas do ano em que tal produto vende mais ou menos. Estreite os laços com este profissionais, network neste jogo também pode ser uma grande ajuda.
    5- Seja altamente responsável - Como vocês já sabem, o Desafio Sebrae é basicamente movido por prazos e datas para entrega das tarefas, por este motivo, é preciso ficar atento e não perder nenhum prazo. Alerte sempre sua equipe para não perder os prazos. Com certeza, grande parte das empresas que não chegam nas fases finais são eliminadas por causa do prazo de entrega. Fique atento, entregue sempre suas tarefas com antecedência!
    6- Monte uma equipe vencedora – Para participar do Desafio Sebrae, você precisa ter uma grande equipe, com membros preparados e dispostos a irem até o final com você. Evite escolher as pessoas apenas pela amizade, pense também nas qualificações e na vontade demonstradas, pode ter certeza que isto fará muita falta na reta final.
    7- Esteja preparado – Mais do que um bom concorrente, você precisa ser um concorrente capaz de vencer os demais. E pra isso, é indispensável que você se prepare para o jogo. Leia, estude, pesquise, converse e planeje. Esteja atento a tudo o que acontece na simulação, e de preferência, com os seus concorrentes. Um candidato bem preparado faz uma diferença enorme durante a simulação.
    Agora que você já tem boas dicas, já sabe por onde começar e aonde quer chegar, só lhe resta se dedicar e vencer as etapas do jogo! Fique à vontade para compartilhar suas dicas e histórias sobre o Desafio. Boa sorte!

    APRENDIZ UNIVERSITÁRIO


    Prezados colegas,

    Boa noite!

    Venho por meio deste, passar uma informação de interesse para todos nós estudantes universitários sobre um reality show apresentado na Rede Record nas noites de terças e quintas-feiras. Onde são testados os conhecimentos e a criatividade dos participantes selecionados. De grande valia para nossos futuros trabalhos acadêmicos e pessoais.
    Vale à pena conferir o que João Doria Jr. E Cia tem a nos oferecer, para sermos um bom Aprendiz Universitário.

    O Aprendiz, formato da Fremantle Mediaque é sucesso em vários países, volta à grade de programação da Record totalmente repaginado, agora como Aprendiz Universitário. Com cerca de 125 mil inscrições, um recorde da atração, a edição de 2010 é a maior de todos os tempos na emissora. Apenas 16 candidatos foram selecionados, de acordo com seus currículos, entrevistas e desempenho durante as etapas de seleção. Desde janeiro, eles estão confinados em um hotel na cidade de São Paulo. 
    Todos enfrentarão provas e tarefas de difícil superação, sob o olhar atento do apresentador João Doria Jr. E apenas um terá a oportunidade de conquistar o grande prêmio, no valor de R$ 1 milhão, além de uma vaga remunerada no Grupo Doria Associados. Um verdadeiro sonho! 
    Ao lado de João Doria Jr. estão dois grandes nomes do mundo corporativo: a empresária Cristiana Arcangeli e o executivo David Barioni. Eles são os conselheiros do programa e acompanham o desempenho dos aprendizes, auxiliando o apresentador nas decisões mais difíceis, como as que precisam ser tomadas na sala de reunião. 
    O desafio já está na reta final, mas ainda há muita adrenalina e competição, e com certeza vai mudar a rotina desses estudantes daqui pra frente.

    HORÁRIOS DO APRENDIZ UNIVERSITÁRIO NA REDE RECORD: TODA TERÇA E QUINTA, ÀS 23h00

    Por,

    Gabriela Novaes
    Estudante de Administração
    Tel: (71) 9116-5915

    sexta-feira, 14 de maio de 2010

    O Sucesso Profissional X Atualização do Conhecimento


    Fonte: Anderson Hernandes

    Muito se fala sobre sucesso profissional, carreira profissional e visibilidade profissional. Isso gera um ônus constante ao profissional na busca de qualificação para as novas exigências no mercado de trabalho, que por estar em constante mudança, torna a tarefa um círculo vicioso. A pressão para manter-se atualizado é constante, portanto, a primeira regra que você deve aprender é que não importa o quanto se mantenha atualizado, em algum aspecto da sua carreira ele ficará desatualizado.
    Carreiras em áreas de constante mutação como tecnologia, medicina, jurídica e outras, implicam numa atualização contínua. Já carreiras em áreas de menor mutação como marketing, administração, finanças e outras possibilitam uma atualização menos constante. Mas como pode o profissional acompanhar tudo isso?

    Segue algumas dicas:

    1. Faça uma grande atualização de conhecimento a cada dois ou três anos no máximo – Em carreiras profissionais de grande mutação, recomendo que o profissional busque participar de cursos de educação continuada para aprimorar–se. O ideal é que tais cursos tenham uma carga horária justificável, de pelo menos 50 horas para que permita um aprofundamento mínimo nesta atualização. Tais cursos poderão compreender tanto aprimoramentos em suas especializações, como novos conhecimentos de áreas ligadas a sua especialização.
    2. Participe de palestras, convenções e workshops regularmente - Tais eventos ajudam o profissional a manter-se em dia com atualizações do seu conhecimento. Em áreas de grandes ou pequenas mutações, participações poderão trazer-lhe insigts que auxiliarão o seu desenvolvimento profissional.
    3. Todos os anos estudem algo diferente – Escolha atividades que não tenham qualquer influência com o conhecimento profissional para ampliação de seu conhecimento pessoal. A exemplo disso destaco: vinhos, instrumentos musicais, artes e outros assuntos. Até mesmo as empresas têm incentivado seus profissionais a buscar essa diversidade de conhecimento.
    4. Leia, leia e leia – A leitura deve fazer parte do dia a dia do profissional, por isso, falar sobre isso é mais do que redundante. Se estiver lendo esse artigo, provavelmente é um profissional que reconhece essa necessidade.

    O conhecimento é perecível, portanto não se engane em achar que por ter aprendido algo novo ele continuará NOVO por muito tempo, pois quando ele se dissimila quase sempre já tem algo de ultrapassado. Diante disso, o segredo é ser seletivo no conhecimento, pois quando se trata desse assunto é muito fácil gastarmos o tempo indevidamente.

    O conhecimento nos dá muitas lições, e dentre elas posso citar:

    • Não importa o quanto estudemos, sempre haverá muito a estudar.
    • Não importa o quanto nos achemos sábios, sempre agiremos como tolos em alguma faceta da nossa vida.
    • Não importa o quanto conheçamos algo, alguém ainda conhece mais do que nós.
    • Não importa se não conhecemos nada sobre determinado assunto, porque ninguém sabe tudo mesmo.
    • Não importa qual idade temos, porque o conhecimento adquirido não é experiência e está apartado do tempo de vida.

    Por fim, não importa o quanto estudemos, sempre haverá muito a estudar.
    Sucesso na sua Atualização do Conhecimento!

    sexta-feira, 30 de abril de 2010

    A força da liderança nas organizações bem sucedidas

    Por: Keyth Martins

    Antigamente, as empresas eram estruturadas como pirâmides: trabalhadores na base, de baixo para cima, linhas sucessivas de chefes e gerentes. Cada linha tinha mais autoridade do que a que lhe ficava abaixo. Quase ninguém se incomodava com essa organização e a velha pirâmide era sólida, impressionante e sem expectativa de mudança.


    Atualmente essa pirâmide vem sendo quebrada e a solução encontrada é a formação de equipes, capazes de se tornarem flexíveis, de começar a aproveitar às oportunidades e estar sempre aberto às novas idéias. Assim o desenvolvimento de uma equipe produtiva exige uma visão em comum para concordar com as decisões pessoais. Cada equipe é formada por um motivo. Todos os membros precisam conhecer e entender o propósito e os objetivos em comum.

    Segundo Roosevelt, uma equipe pode com freqüência, sair-se melhor do que um indivíduo, quando a equipe trabalha bem, os resultados podem ser poderosos.
    O papel do líder é ajudar pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar, treinar, ensinar, estabelecer e manter relacionamentos bem sucedidos. Para liderar deve-se ter uma boa comunicação, habilidade nos contatos interpessoais, capacidade de treinar e formar equipes afinadas. As pessoas que trabalham juntas podem realizar façanhas incríveis. As idéias, a criatividade e o trabalho em grupo terão que ser comandados por um líder forte que focalize a sinergia de seus liderados.
    O líder tem que dá inspiração, influenciar as pessoas a juntar-se a ele em um propósito, em uma visão e em valores. O propósito estabelece o destino, a visão é para ver onde está indo e os valores é para guiar em direção a um futuro de sucesso sustentável em longo prazo. Segundo BERGAMINI a formação de um vínculo social entre o líder e os liderados consiste em uma condição crucial para o ajustamento dos mesmos nas diferentes circunstâncias de trabalho; entretanto, a formação deste vínculo poderá ocasionar sentimentos positivos ou negativos, ou seja, “o vínculo da liderança só ocorrerá de maneira”, produtiva quando as ações do líder forem ao encontro das expectativas do subordinado e vice-versa.
    As organizações bem-sucedidas para sobreviverem terão de passar por uma mudança cultural profunda e para isso os líderes terão que conceber visão, senso de valores, comunicação, motivação e manter suas capacidades de ação em constante mutação. Para isso a liderança deve ser bem focada e confiante e assim o que transforma a visão em realidade é o sucesso em identificar seus próprios pontos fortes.
    Toda força de trabalho das organizações é motivada pela participação de seus funcionários em todo o processo de trabalho, dessa forma os líderes criam equipes e sabem compreender que os funcionários fazem parte concreta nas tomadas de decisões da organização. Mas, para conseguir resultados positivos têm que desenvolver interesse pelos funcionários e deixar que eles saibam disso, tratar as pessoas como pessoas e saber investir no máximo lucro dos recursos humanos.
    O importante é deixar que as pessoas saibam que a organização as respeita que lhes tem consideração e que elas são importantes e jamais a liderança pode ser forçada. Portanto, o líder do futuro terá de crescer na função que desempenha, esse crescimento terá que ser contínuo e positivo e para isso o primeiro passo é exercer uma visão sobre cada membro da equipe como ser único, dotado de capacidades e dificuldades. Conhecer as necessidades e expectativas pessoais e profissionais de cada membro para a eficiência e a eficácia do processo de liderar.

    Assim, liderança significa ajudar as pessoas a realizar o que são capazes de fazer, formular uma visão para o futuro, encorajar e manter relacionamentos bem-sucedidos.

    Referência:

    BERGAMINI.C.W.Liderança:administração do sentido .São Paulo.Atlas.1994.
    Carnegie.Dale.O líder em você.5 ed.Rio de Janeiro:Record,1996.

    Segundo o texto,as organizações antigamente eram estruturadas em formato de pirâmides,ou seja,havia uma grande superioridade entre líderes e liderados,pois a autoridade ia aumentando de acordo com os degraus dessa pirâmide.Modelo que nos remete a Escola Clássica de Administração.
    Porém, esse quadro vem sendo mudado a partir da formação de equipes flexíveis e formadas por um motivo,onde cada membro precisa conhecer e entender os propósitos e os objetivos em comum.
    O líder de hoje,tem como missão ajudar as pessoas a realizarem o que elas não são capazes de fazer,influenciando-as a juntar-se a ele,em um propósito em comum,dentro de uma visão de valores.Sendo a formação de vínculo social positivo entre líder e liderado,um fator decisivo para o sucesso da empresa